Aplicaram um autocolante no seu carro? Esta mensagem é para si.

Prezado(a) concidadão(ã):

Obrigado por demonstrar interesse em conhecer as ideias que estão por trás do autocolante posto no seu carro. A ideia fundamental é de que, por maiores que sejam os seus problemas de estacionamento, não podem ser resolvidos à custa do peão nem cabe ao peão resolvê-los (compreenda que muitos dos que aderem a esta iniciativa também são condutores e sabem que é possível não estacionar nos passeios ou passadeiras).
Somos muitos, mas andávamos calados ou - porque dispersos - não nos fazíamos ouvir.
É bem possível que, se não tivesse surgido o autocolante, o seu carro estivesse hoje com um risco na pintura ou um retrovisor partido. O autocolante surge precisamente como alternativa de expressão civilizada de uma indignação que não deve ser subestimada. Não queremos impor danos a ninguém, opomo-nos clara e frontalmente a qualquer tipo de vandalismo, mas queremos que ouça a nossa indignação, que a considere, e, finalmente, que se deixe tomar por ela.
Saiba, portanto, que sempre que estacionar no passeio ou na passadeira estará a causar profunda indignação a muita gente, e a grande maioria não terá autocolantes à mão.
Colabore connosco partilhando o seu ponto de vista com os argumentos que julgar pertinentes. Somos todos ouvidos e respondemos sempre.

Passeio Livre

214 comentários:

  1. Sou automobilista e fico indignado quando estacionam em cima do passeio. Estou farto de partir espelhos (recuso-me a desviar deles) e estou a pensar desistir disso e encomendar uns autocolantes, é 100% civilizado e não prejudica ninguém.

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  2. Realmente é civilizado, agora garanto que há por ai muito hommo sapiens que não pensa da mesma maneira.

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  3. E VIVA O ALENTEJO!
    Realmente não há como viver no alentejo, e ás vezes tambem já começa a ser complicado quando os senhores das grandes cidades nos visitam.
    è tudo uma questão de cultura, educação, civismo...

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  4. Acho que este post devia ser a primeira coisa a ser lida quando se visita o blog.

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  5. Porque não escrever em local bem visível: "Aplicaram um autocolante no seu carro? Clique aqui". Ao clicar, o visitante seria imediatamente reencaminhado para este texto.

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  6. Anónimo disse...
    Eu sei que é contra o preconizado, mas eu aos reincidentes espeto-lhes com um tó no pára-brisas!

    5 de Junho de 2009 21:33

    NEM MAIS!

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  7. Desprezível condutor, colaram-lhe um autocolante e mesmo assim considera que nós somos uns bandidos e que tem todo o direito a estacionar onde quiser?
    Esta mensagem é para si:
    «Decapante é um produto destinado a remover completamente a tinta velha existente, quando se pretende pintar de novo superfícies já anteriormente pintadas. Possui uma forte acção decapante sobre quase todos os tipos de tinta.
    O decapante é fácil de aplicar, não escorre - mesmo em superfícies verticais - actua sobre a tinta empolando-a e destacando-a do suporte, facilitando muito a operação, extremamente difícil e morosa, de retirar tinta velha de pinturas anteriores
    O decapante pode ser utilizado sobre esquemas sintéticos, celulósicos, estufa, etc., quando aplicados sobre metais. Quando estiver em presença de outros tipos de suporte, deve sempre proceder-se a um ensaio prévio, pois se os suportes forem sensíveis a solventes, o decapante pode danificar o suporte.
    No caso de madeira ou suportes porosos, o decapante pode penetrar profundamente e, como é difícil removê-lo, pode comprometer a aderência ou causar manchas ao novo sistema de pintura.
    Aplicar com trincha sobre a tinta a decapar uma camada farta e uniforme. Deixar actuar 5 a 10 minutos.
    Com auxílio de uma espátula remover a tinta velha levantada. Repetir a operação caso a eliminação não tenha sido total. Limpar muito bem a superfície com diluente celuloso e proceder posteriormente à aplicação do esquema de pintura escolhido.
    O decapante contém solventes muito voláteis que podem ocasionar pressões mais altas que o normal no interior das latas em que está contido.
    Assim, ao abrir as latas, deve ter-se cuidados especiais que evitem que a tampa salte com violência. Em geral evite o contacto com os olhos e a pele, use luvas, óculos de protecção e vestuário apropriado.
    Manter fora do alcance das crianças.
    Utilizar somente em locais bem ventilados. Não deitar os resíduos no esgoto.
    Conserve a embalagem bem fechada e em local apropriado. Assegure o transporte adequado do produto; previna qualquer acidente ou incidente que possa ocorrer durante o transporte nomeadamente a ruptura ou deterioração da embalagem. Mantenha a embalagem em local seguro e em posição correcta. Não utilize nem armazene o produto em condições extremas de temperatura.
    Deverá ter sempre em conta a legislação em vigor relativa a Ambiente, Higiene, Saúde e Segurança no trabalho.
    Para mais informações a leitura do rótulo da embalagem e da ficha de segurança do produto são fundamentais.»

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  8. A vossa iniciativa é de louvar, no entanto esse acto dos autocolantes é exactamente o oposto.

    O que vocês fazem é ilegal e esta vossa brincadeira pode sair cara. Já conheço 2 casos, ambos na zona do chiado que o autocolante não saiu na totalidade e numa o vidro ficou danificado, noutra, devido à idade do veiculo, ao tirar o autocolante , veio tinta da pintura atrás.

    A EMEL já pagou alguns vidros por causa dos autocolantes das multas, não se queiram habilitar ao mesmo.

    Bem sei que vocês não têm controle sobre quem imprime autocolantes e em que papel autocolante o fazem, mas as autoridades não vão ligar a esse factor e os responsaveis vão ser vocês.

    Protestem de forma cívica e ai estou convosco, agora a vandalizar , estão-se a equipar a todos aqueles que levaram com 1 autocolante.

    Estão indignados , queixem-se ás autoridades, não façam justiça por vocês próprios. Isto não é nenhuma anarquia.

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  9. Isto não é uma anarquia? Visitou o blog? Viu as fotos?
    Ainda assim considera que não vivemos em plena anarquia?
    Queixar-me «às autoridades»? Estamos a falar do mesmo país?
    Aquele país onde a policia passa diariamente por carros mal estacionados e nada faz? Aquele país onde a própria policia e os serviços públicos estacionam onde lhes dá na gana?
    Caro AK se conhecer outro método, para além dos autocolantes, terei todo o gosto em o considerar, porém que seja um método que realmente funcione, pois sinceramente acredito que esses dois exemplos que deu não voltarão a reincidir e um vidro ou uma pintura nova é um preço baixo a pagar pela lição de civismo que lhes estamos a oferecer.
    JC

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  10. Caro(a) AK:
    Não conheço os 2 casos que refere, nem essas pessoas alguma vez se queixaram neste blogue. Também não conheço os casos que cita da EMEL, e, lendo jornais quase todos os dias, nunca ouvi falar deles.
    O que lhe posso garantir é que os autocolantes não danificam os vidros dos carros, sendo totalmente removíveis, sem deixar quaisquer vestígios. Isso é facilmente demonstrável, em qualquer vidro de qualquer carro.
    Lembre-se que a própria lei nos obriga a ter autocolantes colados no vidro pára-brisas do carro: para o papelinho do seguro e para o da inspecção (ainda havia o do selo, que já acabou). A cola desses autocolantes é ainda mais forte, porque foi aplicada para durar anos. E sai sem deixar quaisquer vestígios. Demora é mais tempo a tirar (eu tirei o meu do selo, custou mas saiu).
    Agora, se as pessoas resolvem aplicar produtos de limpeza para remover mais facilmente os autocolantes, fazem-no por sua conta e risco, aí sim, podendo danificar o vidro (mas isso já não é nada connosco). Aliás só isso é que pode explicar que AK diga que também a pintura ficou danificada. A pintura? Como é que remover um autocolante de um vidro do carro pode danificar a pintura?!!

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  11. Noutra coisa em que AK está enganado(a) é que por danos causados por um autocolante se possa responsabilizar outra pessoa que não a que colou o dito cujo. Desculpe lá, mas é um disparate.
    É a mesma coisa que dizer que se eu um dia for agredido por um automobilista que tenha levado com um autocolante, posso responsabilizar uma das pessoas que já escreveu a este blogue defendendo esse tipo de resposta a quem cola autocolantes...
    Essa sua afirmação é bem típica dos portugueses, que têm sempre muita dificuldade em assumir a sua própria responsabilidade. Se eu colar autocolantes nos vidros dos carros, sou eu que respondo por esse acto, não os autores do blogue!!
    Da mesma forma que as pessoas que estacionam os carrinhos nos passeios não podem atirar as culpas ao Estado, `
    à Câmara, ao "sistema", a Deus...

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  12. "...veio tinta da pintura atrás".
    Vidro:
    "O vidro é uma substância inorgânica, homogênea e amorfa, obtida através do resfriamento de uma massa líquida a base de sílica.

    Em sua forma pura, vidro é um óxido metálico superesfriado transparente, de elevada dureza, essencialmente inerte e biologicamente inativo, que pode ser fabricado com superfícies muito lisas e impermeáveis. Estas propriedades desejáveis conduzem a um grande número de aplicações. No entanto, o vidro é frágil, quebrando-se com facilidade."

    Eu sei que esta vida monótona de andar de carro para lá e para cá deturpa um pouco a nossa clarividência, mas penso que isso ajudará o caro AK num futuro próximo.

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  13. Habituem-se que vamos ter aqui muitos "AKs" no futuro, a inventar vidros danificados, tintas descoladas e, quem sabe, motores avariados, com objectivos óbvios...
    Já pensaram que este AK, para pôr aqui este comentário, teve de clicar na ligação destinada àqueles que levaram com um autocolante no carro?...

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  14. Não sabem aceitar uma critica ? ofendi alguém ?

    1º Não tenho carro nem carta de condução, logo não sou vitíma.

    2º Vou-me dar ao trabalho de tirar fotos a 1 vidro danificado pela cola de 1 autocolante para mostrar aos cientistas anónimos como há tipos de colas que danificam vidros

    3º Vou-me dar ao trabalho de fazer 1 video a mostrar que 1 autocolante pode arrancar a pintura de um carro.

    4º Estacionar mal é uma anarquia, mas isso dá-nos o direito de tbm ser anarcas e fazer justiça com as prórpias mãos ?

    "Habituem-se que vamos ter aqui muitos "AKs" "

    Secalhar não vão, porque os AK´s que apoiam a causa e tentam ajudar criticando de forma construtiva e são apedrejados... epa dificilmente vão parar aqui mais vezes, têm mais que fazer.



    Como querem ser respeitados pelos automobilistas se nem os que apoiam a causa vocês respeitam ?

    AK

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  15. É preciso ter um bocado de calma, muitas das pessoas que se identificam com este movimento começam a ficar menos tolerantes com o tempo; eu falo por mim, desde que aderi às colagens que cada vez presto mais atenção aos abusos e cada vez eles me aborrecem mais, por isso compreendo que surja alguma intolerância quando se tentam esgrimir argumentos contra o que nos parece ser o ultimo reduto da legalidade no estacionamento - o nosso autocolante!
    JC

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  16. Caro AK,
    Penso que deu uma boa lição de tolerância e racionalidade.
    Não estou de acordo com tudo o que diz, mas menos ainda com alguns comentários tipo "besta" que saltaram aqui de forma anónima. De facto esto sistema de comentários dá muitos problemas quanto os assuntos são tão polémicos quanto este. Qualquer pessoa pode dizer o que lhe apetece e assinar como lhe apeteça. Por exemplo, passando por um apoiante, alguem pode tentar denegrir o blog. Até o mesmo AK, podia ser alguém a escrever argumentos en função da discussão e sem correpondencia com a realidade, enfim...se a malta assinasse toda sempre com o mesmo nome, utopias...

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  17. Sou o das 10:22 e das 10:34 de 9 de Junho

    Mas, AK, como é que diz que apoia a nossa "causa", se a "causa" deste blogue se baseia no autocolante e AK está contra a colagem de autocolantes?

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  18. Antes demais não tenho a certeza que comentários como este apareçam juntos a esta lista exposta.
    Sou transeunte de Lisboa desde sempre e para bem da minha mobilidade hoje tenho felizmente un carro. Ando com ele só mesmo quando necessito e nesses momentos tenho sempre imenso cuidado em não transtornar os transeuntes. Acontece que na zona em que vivo (Bairro Alto) é por vezes quase impossível estacionar. Imaginem chegar à noite cansado e dar voltas e voltas até encontrar lugar? Há que observar que nem todos procedem exactamente da mesma maneira. No outro dia tive que acabar por pôr o carro em cima do passeio.
    Mas mesmo cansada tive o cuidado de deixar um espaço do passeio para o transeunte e pus os espelhos para dentro. Tinha o cartão de residente. Imaginem só um pouco: Tenho uma urgência dirigo-me ao carro, tento tirar o vosso autocolante e ele não sai (INDIGNANTE!). O vosso autocolante é quase impossível de remover e tira visibilidade (se levassem um piparote de um automobilista por falta de visibilidade talvés percebessem). Que o autocolante não saia acho um grande abuso da vossa parte. Também sou a favor do respeito de todos uns pelos outros e sou completamente contra este procedimento. Há que ter modos. Não vale tudo!

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  19. Cara Senhora das 23:49:

    Quem quer que conheça o Bairro Alto sabe bem que o que diz é verdade: é muito difícil arranjar lugar para estacionar.

    Mas pergunto-lhe: quando decidiu comprar o seu carro, pensou antes se teria lugar para o estacionar? Presumo que já soubesse como é difícil estacionar no Bairro Alto.

    Já imaginou como seria se todos os residentes no Bairro Alto decidissem ter um automóvel?

    Diz que deixou "um espaço do passeio" para o transeunte. Quem conhece as ruas do Bairro Alto sabe que os passeios já são estreitos. Mesmo que os carros deixem "um espaço", este é certamente reduzido. Passará uma pessoa. Se quiserem passar duas, só em fila indiana. Se quiserem passar duas pessoas em sentidos opostos, uma tem de parar para deixar passar a outra. Se for uma pessoa com sacos de compras, uma mãe com um carrinho de bebé ou um deficiente em cadeira de rodas, tomara que consiga passar...

    Não conheço as circunstâncias em que lhe colaram o autocolante no carro. O que lhe posso dizer é que se eu morasse no Bairro Alto ou decidisse ir morar para o Bairro Alto, ou não teria automóvel ou jamais o levaria para lá.

    Acha que o Estado ou a Câmara têm a obrigação de arranjar lugares de estacionamento para todos os que quiserem ter carro(s)? Já pensou que isso seria incomportável?

    Parece-me que é uma questão de mentalidade: quem queira morar no centro histórico de Paris já sabe que vai ter de prescindir do carro. Em Lisboa, quem quer morar no centro não abdica do carro. Claro que depois não tem sítio para o estacionar...

    Em suma, que a senhora tem um problema grave de estacionamento, acredito piamente. Que decida resolver esse problema criando um problema para os peões, isso já me custa a aceitar.

    JS

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  20. JC, o comentário das 22:37 é importante.
    Eu agora também presto mais atenção aos abusos e é natural que me sinta mais aborrecido do que antes.
    Mas isso é assim com tudo: se todos os dias abrirmos os olhos para a miséria que se passa à nossa volta (ex. pobreza), é natural que nos sintamos pior.
    É o reverso da medalha. Se estivermos alertas, de olhos abertos, se não calarmos, se não fecharmos os olhos, se não "deixarmos andar", é um primeiro passo para contribuirmos para mudar o que está mal. Essa contribuição é o lado positivo (não é melhor do que fechar os olhos?). Aquilo que JC disse é o reverso da medalha. Mas que depois também é compensado pelos resultados, pelas pequenas vitórias que vamos conseguindo. Ou não?

    Quanto à crescente falta de tolerância de que fala, isso já depende de cada um. Eu não colo autocolantes em todos os carros em cima do passeio, só colo naqueles casos que incomodam mesmo e em que havia alternativa de estacionamento. Para esses, não tenho tolerância, e acho que ainda bem.
    JS

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  21. Minha bela senhora, realmente o JS disse tudo, não procure ter razão, porque não a tem.
    Quem quer viver no BA tem de prescindir de algumas coisas.
    Pague o parque no Camões, venda o carro ou vá viver para os subúrbios... MAS POR FAVOR NÃO ESTACIONE NOS PASSEIOS!

    É incrível a capacidade de argumentação das pessoas.

    JC

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  22. O carro ocupava 30 cm do passeio, sobrava 2m e tal.....e..... autocolante no carro até hoje.....
    Peço desculpa ás pessoas que precisam de 3 metros para andar no passeio......
    É só gente sem fazer nenhum.......

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  23. Se o que diz é verdade (30 cm é praticamente o tamanho de um pneu), eu não teria colado um autocolante no seu carro. Reservo-me para os piores casos, que são muitos.
    Mas tenho pena que só tenha tido esta resposta para dar. Aprendemos sempre uns com os outros e esperava ouvir uma resposta sua aos nossos argumentos. Mais do que "é só gente sem fazer nenhum".
    JS

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  24. «às» leva acento grave.
    Se calhar por não termos nada para fazer, passamos mais tempo a ler.

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  25. Caro AK,
    Colo alguns autocolantes quase todos os dias, desde há uns 2 MESES, sempre na mesma zona, e tenho reparado que os autocolantes têm sido removidos sem deixar uma pontinha de vestígio e sem qualquer dano. Portanto, basta-me isto, não preciso de fotografias nem do seu vídeo (mas se quiser enviar, ficamos à espera).
    Portanto, admitindo que está a falar verdade, das duas uma: ou o prejuízo que invocou ocorreu devido à utilização indevida de um qualquer produto inadequado para remover o autocolante; ou o autocolante colado, além da sua própria cola, tinha ainda outra cola qualquer, o que é da exclusiva responsabilidade de quem fez isso.

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  26. É como o autocolante do selo do carro. Vi-me grego até conseguir remover todos os vestígios do dito cujo. Foi um bocadinho de cada vez. Saiu totalmente ao fim de algumas semanas. Mas não me estragou o vidro, não utilizei detergentes ou limpa-vidros trazidos de casa.

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  27. Só vou dizer isto uma vez e espero não me vir a arrepender:
    Qualquer autocolante colado num vidro sai facilmente com calor, e mais não digo.
    JC
    (Os administradores do Blog tem o meu consentimento para apagar esta mensagem, se entenderem que ela é pouco didáctica para a causa)

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  28. "Assim vale tudo"
    Moro perto de um centro comunitário, e gosto de ver as farmácias com rampa de acesso para deficientes, no entanto é totalmente impossivel um deficiente aceder a essa rampa pois qualquer "cliente" com carro que pretanda ir á farmacia estaciona sempre no passeio e em segunda fila tornando o acesso a esta rampa impossivel, é normal pessoas com cadeiras de rodas me solicitarem que compre um bem da papelaria pois é-lhes totalmente impossivel aceder ao passeio e à papelaria com os carros mal estacionados.
    São capazes de classificarem a atitude dos donos destes carros?
    Então nestes casos "aqui o que é que vale?!"

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  29. Ontem fui eu o alvo do autocolantezito, que, sabe-se lá por que motivo, falava do meu umbigo, que julgo ser desconhecido do autor da proeza.
    Assinalo que o meu carro estava estacionado num bairro muito populoso, e apenas "ocupava" uns 20 centímetros de uma passadeira da peões, deixando todo o resto disponível para estes poderem atravessar, em segurança, a rua.
    Ora, o que me parece é que colocarem um autocolante no vidro é um absoluto desrespeito pela propriedade alheia. Estive mais de um quarto de hora a retirar os restos dessa brincadeira do meu vidro, dado que pretendia usar o privilégio de abrir a janela do carro...
    O tal autocolante era portador de uma cola de grande eficácia, o que tornou a sua colagem num acto de vingançazinha de quem, sob a capa de grande cidadão interessado no bem da comunidade, ocultou a sua identidade.
    Prezo-me de ser uma pessoa civilizada, e devo dizer que dei várias voltas ao quarteirão até arranjar um lugar para estacionar que não incomodasse ninguém. E neste lugar, o carro não incomodava, realmente, ninguém (nem o trânsito, nem os peões), excepto, claro está, o tal pseudo cidadãozeco...
    Acho muito bem que realizem esta campanha. Acho muito bem alertem os automobilistas que estacionam em locais indevidos e incómodos para os outros.
    Mas ficar-vos-ia muito bem se, em vez do acto vingativo e anónimo – muito português - de colarem um papel no vidro (que demora muitos minutos a retirar), o coloquem, sem cola, no limpa-vidros do automóvel “prevaricador”.
    Tal atitude daria dignidade à vossa campanha (que, como está, anda a perdê-la, por ser vingativa e agressiva), dissiparia a ideia do "vale tudo", e até propiciaria que, o automobilista "alvo" do tal papel no limpa-vidros o aproveitasse para colocar num outro carro "prevaricador".
    Mas, se querem usar autocolantes com cola de longa duração, então coloquem-nos nas janelas dos vossos quartos, ok?
    Guardo anonimato do meu carro e do local onde foi "agredido", porque, quem coloca os autocolantes será portador de um espiritozinho vingativo, e não tenho paciência para retaliações.
    Repito: civilizem-se, não agridam os automóveis alheios, continuem com a campanha, que aliás me parece sensata, mas coloquem os papelinhos, sem cola, presos no limpa-vidros.

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  30. Pois sim e já agora quer também que lhe pedíssemos autorização antes de por o tal papel sem cola?
    E quer também um pedido de desculpa por não lhe providenciarmos lugares para estacionar o seu carrinho?
    Tenha bom senso e estacione como deve ser ou mude de meio de tranporte.
    Dê graças por vivermos num país de terceiro mundo, pois caso contrário teria perdido bem mais de 15 minutos para desbloquearem o seu carro.
    JC
    Há cada um...

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  31. Meu caro anónimo das 15:46. Não nos precisa de dizer a matricula. Diga só onde foi - basta a rua, para ver se percebemos os seus argumentos e conseguimos rebatê-los.
    E já agora conte lá como é que estava estacionado, porque não percebi bem essa do estar estacionado em cima de parte da passadeira e não incomodar ninguém.

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  32. Caro Anónimo:

    De facto, não conhecemos o seu umbigo e duvidamos que quem tenha aplicado o
    autocolante no seu carro estacionado em cima de uma passadeira o conheça. Se
    o caro anónimo olhar para o seu umbigo (e permita-nos supôr que o faz com
    alguma frequência), há de perceber que não verá mais nada do que se passa à
    volta. É daí que a expressão "só olha para o próprio umbigo" assumiu o
    sentido de "só olha para os seus interesses, desprezando o efeito que causa
    aos outros". Nesse sentido, é legítimo supôr uma hipertrofia do umbigo de
    quem tem tanta sensibilidade para o que chama de "um
    absoluto desrespeito pela propriedade alheia" (o nosso autocolante) e julga
    perfeitamente aceitável a usurpação do espaço público (pelo seu carro).
    Se o seu carro ocupava 20 cm de uma passadeira para peões, estava 5,2m
    (metros!) além do que a Lei permite. E, se ainda estiver a olhar para o seu
    umbigo, pedimos que interrompa a contemplação só por alguns minutos - o
    tempo suficiente para perceber o sentido da imposição dos 5 metros como
    distância mínima da passadeira: é que o carro estacionado em cima da
    passadeira, ou a distância inferior à estabelecida pela Lei, impede a
    visibilidade dos outros condutores, de maneira que o peão que use a
    passadeira lhes aparecerá de repente. É, de facto, um estacionamento cuja
    selvageria é menos espalhafatosa do que em cima dos passeios, mas
    potencialmente mais perigoso.
    Recapitulando: há um senhor que se diz civilizado e que estaciona o seu
    carro em cima da passadeira, e há outra pessoa, que não se atribui nenhum
    epíteto, que lhe aplica um autocolante. Entre os dois, só um será
    "pseudo-cidadãozeco".
    Creia que, se o que nos animasse fossem "espíritos vingativos", as
    consequências seriam muito maiores do que "mais de 15 minutos" a tirar um
    autocolante. Não subestime a nossa indignação.

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  33. Bom, Passeio Livre, era aí que eu queria chegar (sou a das 18:46), obrigado!
    Mas acrescento: não impede só a visibilidade dos outros condutores - impede também a dos peões que querem iniciar a travessia na passadeira e não conseguem ver os carros a aproximar-se (quantas vezes me deparo com essa dificuldade!).

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  34. Ao JC, anónimo das 17:21 de ontem:
    Caro JC,
    Com a sua mensagem, o amigo ilustrou / demonstrou com todo o rigor aquilo que eu quis dizer na minha mensagem das 15:46.
    Bem haja por isso!
    Mas atente só nisto (e aqui também respondo à resposta de Passeio Livre):
    Não se apanham moscas com vinagre. Para sensibilizar o público (mesmos os trogloditas como eu) para uma campanha, é necessário atrair o seu interesse em colaborar. Quando falei em colocar o papel, sem cola, no limpa-vidros, a visibilidade do mesmo é idêntica e o automobilista irá lê-lo e, porventura, aderir ao respectivo conteúdo. Mas se, ao chegar ao seu carro, o automobilista vê que o mesmo foi "agredido", a reacção normal será a de repúdio, seja qual for a ideia que se pretenda transmitir.
    Ou seja: o amigo defende a tese da agressão; eu a da sensibilização.
    A agressão provoca reeacção. A sensibilização suscita a atenção.
    Há-de ver que se calhar a segunda hipótese é mais eficaz...
    Só uma nota final ao comentário de Passeio Livre, sobre os 5 metros de distância obrigatória para não estacionar em redor de passadeiras, esquinas, etc.
    É uma regra certa. Mas, pergunto, será que com o número de automóveis actualmente existente é possível cumpri-la? Se vir alguma passadeira sem autom+oveis nos cinco metros anteriores, trata-se de uma raridade, não é?
    Ainda ao JC: olhe que, apesar da indignação da minha última mensagem (e isso também prova os efeitos da campanha "agressiva", eu quero ajudar. Mas só e apenas pela via da sensibilização.

    ResponderEliminar
  35. Caro anónimo das 10:34:
    Obrigado por se disponibilizar para discutir este problema connosco. Todos temos a aprender uns com os outros e a sua atitude significa abertura.
    Nós queremos convencê-lo a mudar de comportamento e, tem razão, utilizar o vinagre não será a melhor táctica.
    Mas já não posso concordar quando diz que o "vinagre" neste caso é o autocolante. Se fosse colocado um simples folheto, ninguém o leria. É o que toda a gente faz com os folhetos que lhe são colocados no pára-brisas carro.

    Quanto ao estacionamento na passadeira, também não posso concordar consigo. É perigoso, sobretudo para o peão, podendo colocá-lo em risco de vida. Então se pensarmos numa criança, mais baixa, menos visível para os automobilistas, o risco é ainda maior. E um deficiente em cadeira de rodas, que terá muito mais dificuldade em recuar de repente de volta para o passeio? E um idoso?
    Penso que ao pé disto o argumento do "número de automóveis" é muito fraco, não acha?

    E por favor, ajude-nos a mudar esta situação...

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  36. Anónimo das 10:34:
    Não nos quer dizer onde estacionou? Não queremos saber da matrícula, nem do modelo do carro, só queremos perceber o seu problema de estacionamento.

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  37. Sobre as duas respostas ao meu post das 10:34:
    Amigo das 10:50,
    Olhe que o autocolante provoca reação. E quem o vê no seu próprio carro desde logo antipatizará com a campanha.
    O papel sem cola, desde que "chamativo" é eficaz e sensibiliza.
    É preciso cativar, e não provocar reação.
    Porque não falarem com a Prevenção Rodoviária Portuguesa, com o ACP, com aglumas televisões, com as Juntas de Freguesia?
    É preciso cativas, e não hostilizar.
    E, desculpe, mas o autocolante é mesmo "envinagrado"...
    Ao Anónimo das 16:56: foi entre o Príncipe Real e a Praça das Flores, à hora do jantar. 90% da passadeira estava livre e, sendo a rua a descer, o trânsito que viesse era bem visível.
    Acredite que não sou inconsciente e prezo o meu semelhante.

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  38. O autocolante provoca reacção. Sem dúvida. E já pensou que é isso que queremos? Algo que não conseguiríamos com um folheto que ninguém iria ler! Queremos mostrar a nossa indignação e queremos mesmo que as pessoas reajam, que pensem. Que isto não pode continuar assim. Não temos nada a ver com o número excessivo de carros, porque é que temos de pagar por isso? Estamos a falar de um pequeno incómodo - levou-lhe 15 MINUTOS a remover o autocolante. O seu carro provavelmente esteve HORAS estacionado e certamente causou um incómodo bem maior aos que quiseram utilizar a passadeira!
    Será que lhe posso perguntar quando é que foi viver para essa zona?

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  39. Ao anónimo que fala em sensibilização e em não utilizar autocolantes
    Aqui no Montijo estou a utilizar essa técnica. Há dois meses. Imprimi papel normal e coloco-o no pára-brisas, tal como o anónimo refere. Uma coisa é certa: a sensibilização funciona. Os incivilizados são sensíveis. Observam-se toda a espécie de papéis no chão, daquela publicidade que colocam no pára-brisas. Mas dos meus papéis nem um no chão. Caramba! Que higiene! Nada! Não há um único vestígio de papéis do Passeio Livre! Tanto assim é que as vítimas desta acção de sensibilização continuam civilizadamente a fazer o que sempre fizeram: carros com fartura no passeio. Portanto, ó anónimo da sensibilização, as tuas teorias, neste país do umbigo, são uma pura falácia: assim que possa vou imprimir autocolantes. Depois espero para ver se as reacções serão as mesmas.

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  40. Anónimo se escrever ao peao.exaltado@gmail.com serão enviados autocolantes pelo correio.

    Caro "protestante", acho que se fosse uma folha no para-brisas não estaria aqui a pensar connosco. Era ou não era... repare que existem muitas instituições que usam um autocolante para comunicar com os automobilistas: EMEL, Câmaras Municipais (carros que impedem a recolha do lixo), etc... até os próprios usam autocolantes das mais variadas empresas de publicidade para o selo do carro ou por razões nenhumas.

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  41. A mim, há um tempo (antes de conhecer o passeio.livre), que me vinham a chatear 3 casos no meu bairro: três concretos automobilistas que constantemente estacionavam no passeio (por acaso de forma a não deixarem passar ninguém, mas isso não é o caso, até podia ser só 20 cm); escrevi varias notas à alertar para o incomodo que causavam aos peões e coloquei-as nos limpa para-brisas.
    Resultado: só um se enxergou e nunca mais lá estacionou; os demais continuaram na mesma.
    Depois de conheci o passeio livre através da TVI e pedi-lhes autocolantes .
    Fez-se luz, e mesmo assim só ao TERCEIRO autocolante!
    Parece-me que, posso estar errado, mas que não lhes interessou minimamente se incomodavam os demais; mas chateia-os terem todos os dias um autocolante difícil de retirar. E agora, finalmente, devido ao passeio.livre, consigo passear naquele passeio com o meu filhote, sem ter de ir à estrada.
    Realmente é triste ter que ser o anónimo cidadão a resolver este problema, sujeitando-se a «andar ao murro», a ter de agir furtivamente e a até a ter de prescindir de alguma tranquilidade para por termo a esta merda.
    Mas porque não somos simplesmente civilizados?
    Porque é que a polícia não faz o seu papel?
    PORQUE É QUE O SR. QUE LEVOU O PRIMEIRO AUTOCOLANTE NÃO SE ENCHE DE VERGONHA E SE ENXERGA?

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  42. Resposta do Anónimo das 17:48 de ontem:
    Primeiro: não resido naquela zona. Fui apenas jantar a casa de amigos. O meu carro esteve estacionado das 20:30 às 23:30.
    Quanto ao resto:
    Não tenho vocação para Santo António (até porque nem me chamo António), nem para fazer sermões aos peixes.
    Tentei colaborar indicando um caminho não agressivo, e as respostas são a que se vêm acima, excepto a do Anónimo das 16:50 de ontem que, pela sua civilização e disponibilidade para o debate, cumprimento.
    Os restantes são puramente impermeáveis a qualquer tipo de crítica e sugestão, porque vêem o mundo entre baias muito pequenas.
    Passem, portanto, muito bem, que eu, por mim, fico por aqui. Não vale a pena perder tempo a debater com quem tem ideias tão definitivas...
    Saio agora. E mais não digo.

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  43. Esta campanha e ideia de colar autocolantes nos automóveis, ate poderia ser interessante, mas pelo menos neste momento é completamente desajustada!
    Em primeiro lugar, se o núcleo desta "organização" é composto "...de cerca de 20 jovens, quase todos com formação superior.", deviam então, ter o bom senso que tanto apregoam aos automobilistas, de não fazerem declarações descabidas e inconstitucionais como por exemplo: "André defende que as autoridades deviam andar na caça á multa para evitar abusos".
    A caça á multa é um abuso...
    Concordo plenamente que há mta falta de civismo por parte de muitos automobilistas ao estacionarem, mas ao invés de lutarem para erradicar os automóveis, que fazem parte da cidade, levam vida para as cidades e fazem com que as cidades sejam cidades, (e quem nao gosta que se mude para a aldeia), deveriam juntar esforços para que fossem aumentados os lugares de estacionamento disponíveis e de forma gratuita, pois isso iria contribuir para que todos estacionassem correctamente, pois nao é por gosto que alguém deixa o seu carro mal estacionado.
    Em segundo lugar, mtas das fotografias aqui apresentadas são erróneas, pois apresentam locais de convivência mista (automóveis e peões) enviadas por pseudo bons samaritanos.
    Outras ainda, aludem a locais residenciais, nos quais não existe qualquer tipo de estacionamento para os moradores e nao lhes resta outra alternativa senão estacionar onde podem, sim porque nem toda a gente tem posses para viver numa bela vivenda com garagem ou mesmo num apartamento com garagem.
    Por tudo isto e muitas mais coisas que poderia aqui quase infinitamente descrever, apelo a que lutem primeiro pela criação de infraestruturas e adequação de espaços e depois entao neste género de campanha.

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  44. O anónimo anterior é típico de alguém que tem a cabeça pequenina e cujo o olhar não passou de Badajoz. Aconselho a consultar os exemplos de Lyon e Copenhaga neste blog para perceber algumas coisas:

    1) Só em Portugal é que conheço a expressão caça à multa. Curiosa expressão lusitana onde a maior parte das vezes a polícia são os palhaços de serviços e não actua em situações que põem pessoas em perigo.

    2) Ninguém neste blog, e não faço parte de quem tomou a iniciativa, advogou "erradicar" os carros da cidade. Só uma tentativa desonesta e rasteira de desacreditar, inventaria este tipo de parvoíce. Veja os exemplos de outras cidades para aprender que não é preciso erradicar os carros para ter os passeios livres.

    3) Tipicamente como português pequenino, acha que o estacionamento devia ser mais e gratuito. Como se, num país onde há tantas carências, devesse haver subsídios para os proprietários dos automóveis.

    4) Como se a falta de estacionamento num bairro possa justificar por em perigo de vida outras pessoas.

    Por tudo isto, apelo a que pense, leia e observe antes de escrever baboseiras.

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  45. Resposta ao comentário das 9:25 de 26 de Junho:
    Sou eu o (a) "anónimo das 16:50", e também fiz o comentário das 18:27 do dia 25.
    Inicialmente pensei que realmente estava a manifestar abertura para discutir o problema, mas o seu "ponto final" na conversa vem indicar precisamente o contrário. Tenho pena.
    Mas para o caso de ainda "passar por aqui", digo-lhe o seguinte:
    1 - Não conheço as circunstâncias em que lhe colaram o autocolante
    2 - Não conheço nenhum dos autores do blogue e só conheço uma pessoa que também cola autocolantes.
    3 - Portanto, não meto as mãos no fogo por ninguém e tenho de admitir que possa haver autocolantes que talvez não devessem ter sido colados (nunca vi um único caso, mas tenho de admitir)
    4 - Pelo pouco que conheço do seu caso, a questão não está nos 20 cm, está no potencial perigo que um carro estacionado nessas circunstâncias pode causar para os peões, por tirar a visibilidade.
    5 - Também vou de vez em quando jantar a essa zona. À primeira, levei o carro. Percebi logo que ali era um inferno arranjar estacionamento. À segunda, já não levei, porque caso contrário, com grande probabilidade, acabaria por ter de estacionar no passeio ou numa passadeira e incomodar os outros.
    6 - Uma alternativa: estacionar no parque subterrâneo da Calçada do Combro (que não fica longe: é um incómodo, mas pior é criar um incómodo para os outros).
    7 - Outra alternativa: ir de táxi ou deixar o carro noutro parque / sítio + ir de táxi a partir daí.
    8 - Como vê, não é muito complicado evitar estacionar onde se atrapalha os peões.
    9 - E isto era para deixar claro que há realmente alternativa e que a dificuldade de arranjar lugar não pode servir de justificação.
    10 - Chamar a isto ter "ideias definitivas" não me parece muito correcto. Trata-se, sim, de apontar caminhos para resolver um problema.
    11 - Por fim, também tentei uma vez a táctica dos folhetos no pára-brisas no sítio onde vivo. Pus vários, até me cansar. O resultado que os folhetos tiveram foi... nenhum. Tempos depois, tive conhecimento do autocolante do Passeio Livre. Este tem dado resultado! E talvez seja mesmo pelo facto de não saír com facilidade...
    12 - E com isto queria dizer, que, infelizmente, só assim é que funciona neste país, em que a polícia fecha sempre os olhos, mesmo quando é chamada. Não devia ser preciso o autocolante? Ah, pois não, mas infelizmente é...
    Joana

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  46. Código de Processo Civil:
    ARTIGO 1.º
    (Proibição de autodefesa)
    A ninguém é lícito o recurso à força com o fim de realizar ou assegurar o próprio direito, salvo nos casos e dentro dos limites declarados na lei.
    ARTIGO 2.º
    (Garantia de acesso aos tribunais)
    1. A protecção jurídica através dos tribunais implica o direito de obter, em prazo razoável, uma decisão judicial que aprecie, com força de caso julgado, a pretensão regularmente deduzida em juízo, bem como a possibilidade de a fazer executar.
    2. A todo o direito, excepto quando a lei determine o contrário, corresponde a acção adequada a fazê-lo reconhecer em juízo, a prevenir ou reparar a violação dele e a realizá-lo coercivamente, bem como os procedimentos necessários para acautelar o efeito útil da acção.

    Divirtam-se!

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  47. Só para informar que se apanhar alguem a colar seja o que for no meu carro garanto que obrigo a limpar a merda da cola que fica no vidro..Vão mas é trabalhar!!!

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  48. Nao têm o direito de andar a colar merdas nos carros que nao sao vossos!!!

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  49. Enfio-vos a cabeça pelo vidro dentro, seus fdp!!!!!!

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  50. e o Anónimo das 19:17 julga que tem o direito a estacionar onde lhe apetece?

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  51. Pois, além de que a tentativa lhe partia o vidro do popó, coitado! Então o homem queixa-se da cola no vidro mas já não se importa de o partir?!!

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  52. Anónimo das 19:16, 19:17 e 19:20:
    Não sei se chegou a ler a mensagem que está lá em cima, destinada a quem levou um autocolante... Se não leu, leia, e seja mais inteligente, em vez de fazer ameaças, exponha os seus argumentos. É que com as ameaças não vai conseguir nada (até porque ninguém sabe que carro é o seu!!)...

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  53. ...e quem vos da o direito de colar autocolantes nos carros dos outros???

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  54. E voces sao todos uns santinhos que nunca estacionam em cima do passeio?!?!?!?! Tenham dó!!!!!

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  55. «Anónimo disse...
    ...e quem vos da o direito de colar autocolantes nos carros dos outros???

    29 de Junho de 2009 20:51»

    - Você mesmo, ao estacionar ilegalmente!

    «Anónimo disse...
    E voces sao todos uns santinhos que nunca estacionam em cima do passeio?!?!?!?! Tenham dó!!!!!

    29 de Junho de 2009 20:52»

    - É verdade, já estacionei. Mas evoluí!

    PS: faltava um acento, não quero parecer mais energúmeno que os prevaricadores… ehehe

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  56. Informo-vos que deixei de estacionar em cima do passeio. Convenceram-me. E desculpem as vezes que vos incomodei.

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  57. Meu caro anónimo exaltado por causa do autocolante,
    Somos muitos a viver neste sítio. Não é possível comportar-nos como se vivêssemos sozinhos. Se não respeitamos os direitos uns dos outros, a vida, que já não é fácil, pior se torna. E a vida já é muito difícil para um deficiente em cadeira de rodas ou para um cego. Será que não é capaz de compreender o transtorno ENORME que lhes causa ao colocar um carro num passeio? Será que ainda não pensou no perigo que é idosos e crianças terem de andar no alcatrão, sujeitos a ser atropelados, porque alguém ocupou o passeio com um carro? Consegue imaginar a aflição de uma mãe a ter de andar com um carrinho de bebé na faixa de rodagem, partilhando-a com automóveis a circular em excesso de velocidade, por não ter espaço para passar no passeio cheio de carros? Tem um problema de estacionamento? E os problemas que causa aos outros ao resolver o SEU problema estacionando no passeio?
    Percebe agora porque é que o autocolante dizia "não pense só no seu umbigo"?

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  58. Boa noite. Embora a vossa missão seja respeitável, os vossos actos não o são! Um simples flyer sem cola surtia o mesmo efeito. A utilização de um autocolante faz com que fiquem resíduos de cola no vidro, muito difíceis de retirar depois de umas horas ao sol. Aí já se estão a contradizer quando dizem que são contra o vandalismo. Esta utilização de cola no vidro é, por si, um acto de vandalismos deixando marcas visíveis no veiculo e punível por lei.
    Mais, e neste caso é incrível, é que a situação do "brinde" que me foi colocado no vidro tenha acontecido na minha zona de residência! Ora como sabem, na zona de stº Amaro de Oeiras uma das ruas está em obras, levando ao aglomerado de veículos pelas restantes ruas. Se a minha garagem está ocupada, o que pretendem que faça? É óbvio que o passeio se torna a única solução, pois nem existem parques perto. A meu ver isto revela uma tremenda falta de sensibilidade, pois não podem colocar todas as situações "no mesmo barco". Continuem na vossa missão, mas mudem a vossa maneira de agir,
    cumprimentos

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  59. E que tenho eu com a sua garagem estar ocupada? Por causa disso vai ocupar os passeios DE TODOS!?

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  60. Meu caro, tremenda falta de sensibilidade é ocupar um passeio com um automóvel, esquecendo-se de que as pessoas por causa de si têm de andar pela faixa de rodagem, nomeadamente crianças, idosos, mães com carrinhos de bébé e deficientes, que são aqueles que mais incomoda com a sua falta de sensibilidade...
    Deixe de olhar só para o seu umbigo!

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  61. Caro José F:
    Eu também moro em Santo Amaro de Oeiras e conheço bem a verdadeira vergonha do que lá se passa diariamente. Não são as obras, caro José! No seu caso em particular, as obras até podem impedir-lhe o acesso à garagem. Mas COM OBRAS OU SEM OBRAS, as ruas de Santo Amaro e as de Oeiras têm passeios cheios de carros. Tive recentemente um filho, e transportar o carrinho de bebé pelos passeios destas ruas é uma missão impossível. Tenho de partilhar o asfalto com os carros. Diga-me, porque é que eu tenho de sofrer as consequências do VOSSO problema?! Vocês é que têm um carro para estacionar! E resolvem o vosso problema incomodando e colocando em risco as outras pessoas!
    Falta de sensibilidade?!
    Catarina

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  62. Resposta ao José F
    Não sei o que é um "flyer" (não encontrei a palavra no dicionário de português, que é a minha língua materna). Se com essa palavra queria dizer "folheto", então digo-lhe o seguinte:
    Há uns tempos dei-me ao trabalho de fazer folhetos para tentar sensibilizar os condutores para este problema. Durante algum tempo fui pondo folhetos nos pára-brisas dos automóveis estacionados no passeio. Resultado? Nenhum. Acabei por desistir. Lá se vai a sua teoria!

    E digo-lhe mais: quanto aos autocolantes do Passeio Livre, imprimo muitos em casa e também pedi umas dezenas aos autores do blogue. Os autocolantes do Passeio Livre têm uma cola mais forte e não saem tão facilmente. Os autocolantes impressos em casa saem num instante. Pois caro José, quando colo os autocolantes fornecidos pelo blogue, os resultados são espectaculares. Quando colo os outros, os carros continuam, com poucas excepções, a estacionar no passeio. Isto diz-lhe alguma coisa?
    TR

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  63. Tenho sido contra a utilizaçao de autocolantes em vez de flyers, mas a experiencia do TR dá que pensar...

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  64. Subscrevo o que disse o TR, também comecei com uns recados escritos à mão e em cerca de 10 carros só teve o efeito pretendido num.
    Com o BELO AUTOCOLANTE tenho tido resultados satisfatórios!

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  65. duvido que seja a cola chata que marque a diferença, mas para quem coloca uma tonelada de ferro a bloquear os nossos passeios tem o dever de calar e não estrabuchar

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  66. I HAVE A DREAM:
    «Alteração ao Código da Estrada:
    Todas as viaturas paradas ou estacionadas nas passagens de peões ou de velocípedes e nos passeios, impedindo a passagem de peões, são apreendidas e vendidas em hasta pública, revertendo o produto da sua venda para programas de mobilidade.»
    JC

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  67. Se as pessoas andassem mais a pé em vez de estacionar sempre de porta em porta, saberiam o quando é incómodo carros mal estacionados. Mas como não fazem uso das pernas para a função que lhes compete que é ANDAR, não sabem :(

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  68. Hoje encontrei uma merdita dessas no meu vidro.
    Só espero é que não encontre alguem a mexer no carro, pois vai engolir e cagá-lo.

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  69. Mais um Rambo... está o país cheio deles, às vezes corre-lhes mal a coisa!

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  70. Pois eu gostava mais que engolisse o seu carrito. E, já agora, que o cagasse.
    Era muito mais divertido.

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  71. Sr condutor não se enerve, se não gostou do nosso autocolante, não se preocupe pois estão a sair novos modelos, pode ser que algum seja mais do seu gosto!

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  72. já descobri o vizinho que no restelo tem a mania de andar a aplicar esse distico nos carros da rua ''dele'', eu e uns amigos vamos preparar-lhe uma espera, nos aguarde...

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  73. E que tal se vc e os seus amigos começassem a estacionar sem prejudicar os demais, não seria mais fácil?
    Ou essa «raiva», espírito de «vingança» ou o que seja que o move, o fará dormir melhor?

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  74. Sou mais um Ak desta vez de Caldas da Rainha, considero inadmissível que andem a colar autocolantes em vidros dos carros quando julgam, ou acham que tem o direito de expressar a vossa angustia, e pensam que podem usar a vossa liberdade de expressão dessa forma, isso é falta de civismo, caso contrário aqui não apareceriam tantos anónimos, mas sim o vossos nomes reais, falar enquanto dita instituição é fácil, mas dar a identidade em prole disso, "tá quieto!"
    Principalmente quando não se tem nada para fazer fica bem "lutar pelo bem da cidade em sociedade", que tal como toda a gente à face da terra colocar um papel mas no para brisas em vez de o colarem?!?!? Parece mais cívico???
    OU então olharem bem as circunstâncias antes de colar seja lá o que for,por exemplo o meu carro estava bem estacionado, só não tenho culpa que os passeios sejam estreitos e os estacionamentos sejam curtos para viaturas como mono volumes ou jipes... se querem protestar, protestem com bons argumentos para que alarguem os passeios e aumentem quer o numero de estacionamentos não pagos quer a qualidade dos mesmos.
    Interessante, o tempo que estão a colocar autocolantes também ocupam espaço, se querem espaço para passar então desimpeçam-no, porque para além de condutor também sou peão e muitas vezes já não se incomodam quando estão num passeio parado a conversa e cumprimentar amigos e vizinhos enquanto outros querem passar, incluindo os carros, já pensaram se cada vez que vejo gente na estrada, a passar indevidamente fora das passadeiras e a conversar ou a ocupar a estrada de alguma forma eu lhes colasse um autocolante na testa... vocês seriam os primeiros...não?!?!?
    Por acaso também já pensaram que existe PSP e que já desempenha esse papel, pelo menos na minha zona com muita eficácia, que não quero tentar descobrir se têm autorização para fazer o que fazem, e se o fazem com autorização então escrevam nos autocolantes os seguinte: " temos livro de reclamações" vossa morada, contactos...mas provavelmente para esse trabalho já não estão disponíveis porque : " estamos a imprimir muitos autocolantes, para parecermos muito justiceiros...".
    Que os coloquem em quem deixa carros evidentemente em cima de passadeiras ou totalmente, mas desnecessariamente, em cima de passeios, tudo bem, agora só porque está quase a chegar o fim de semana e não tenho mais nada para fazer...
    Analisem bem o porque de estar assim estacionado...e por favor se se dizem civilizados não colem nada, deixem um folheto, criem uma lista de vergonha com matriculas de carros mal estacionados, mas não irritem as pessoas...
    E pelos visto vocês não andam "bem quotados na praça", habilitam-se a que alguém reaja da forma que é óbvia...usando justiça com as mãos. Não quero sonhar sequer ver fazer o que fizeram, quando um carro está bem estacionado!!!
    Usem a imaginação se querem colar alguma coisa, colem na vossa roupa, na vossa testa e andem de um lado para o outro a mostrar que estão indignados com o estacionamento das viaturas...Pelo menos seria mais útil...

    David Raposo.

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  75. É extraordinário. Parece que têm prazer em dificultar a vida dos outros, pondo os carros nos passeios. E como se isso não bastasse ainda oferecem pancada a quem legitimamente reclama!!! São realmente umas pessoas adoráveis!!
    Inês, Joana e Carla, moradoras no Restelo, que também vão estar atentas, prontas a filmar qualquer agressão que vejam

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  76. ai ai! ninguém mexe no meu carro! meu menino da mamã. meu querido. gosto tanto de ti! a minha vida não faz sentido sem ti. gasto centenas de euros em ti por mês meu querido menino mas sou feliz. ai, se eu pudesse levar-te para a cama comigo.

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  77. "nos aguarde"... brasileiro, é?

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  78. Finalmente, alguém das Caldas!! Pois é, também nas Caldas há carros a atrapalhar a vida aos peões. E gostava bem de saber onde é que a PSP desempenha o seu papel "com muita eficácia". Caro David Raposo, diga qual é a zona das Caldas onde a polícia actua e é muito eficaz, que ainda não descobri. Nas ruas pedonais?
    Jorge Santos

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  79. Caro vizinho das Caldas. Tem a certeza de que estava bem estacionado? Pense lá melhor... Não acha que o seu "bigvolume" estava a invadir o passeio, a invadir o espaço dos peões? Se acha que lá por não ter as rodas no passeio pode ocupá-lo com a frente da carripana, está redondamente enganado! Vá ver o Código da Estrada. Chegou a lê-lo antes de tirar a carta? Ah, é pena, porque até se aprendem coisas muito úteis para quem conduz. Por exemplo, que os passeios servem para a circulação de peões, e não para serem (total ou parcialmente) ocupados com a carripana, impedindo essa circulação no espaço abusivamente ocupado. "Abusivamente" porque quando se proibe o estacionamento em cima do passeio, está-se a dizer, por outras palavras, que os veículos devem ser estacionados de forma a não invadirem os passeios.
    Se decidiu comprar um "bigvolume", cabe-lhe a si arranjar forma de o estacionar sem prejudicar os outros. Não é, evidentemente, a nós que nos cabe resolver o seu problema. Sim, essa conversa do "eu não tenho culpa de os passeios serem estreitos e os estacionamentos sejam curtos" para o tamanho da sua carripana, desculpe lá, mas não pega. Eu é que não tenho culpa e não fui eu quem decidiu comprar um "bigvolume"!...
    Sempre a olhar para o umbigo... HELLO!! HÁ MAIS GENTE A VIVER AQUI, PARA ALÉM DE SI!!!!!

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  80. Cara amigas Inês, Joana e Carla, desde já muito agradecido pela vossa existência.
    É uma lufada de ar fresco saber que há gente atenta ao que se passa no nosso bairro e que, como eu, se insurge.
    Provavelmente sou o «autocolador» do Restelo, embora possa não o ser, pois poderá haver mais alguém a colar na zona, não ponho de parte essa ideia.
    Porém, quanto ao nosso «ameaçador», com escrita que nem cabe no novo acordo ortográfico, só poderei desconfiar da sua mensagem, pela simples razão: há um tempo que ando sem autocolantes, estão esgotados como se sabe, todos esperamos a nova fornada.
    A não ser que seja aquele imbecil a quem lhe colei o autocolante mesmo à sua frente e que, desistiu do confronto físico, depois de me ameaçar, contentando-se com uma fotografia.
    Pode ser que, algum tempo passado, tenho conseguido identificar-me através da tal fotografia. Mas a ele lhe digo: Como não tive medo de ti a primeira vez, também não tenho agora. Podes ir lá buscar os teus amigos e até pode ser que a coisa de corra mal.
    Mais uma vez os meus melhores cumprimentos à Inês, Joana e Carla.
    E ao pessoal das Caldas: para os abusadores que querem passeio maiores para caberem os todo-terrenos (esta, juro, nunca tinha ouvido) vcs têm «aquilo que vcs têm»!

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  81. Caro David Raposo,
    Falou em folhetos. Leia algumas das mensagens acima para ver a eficácia que têm os folhetos.

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  82. Realmente, para além dos que põem o carro todo em cima dos passeios, há também aquela prática irritante dos que estacionam em lugares de estacionamento (legais) e que enfiam o carro o mais que puderem até baterem com as rodas no passeio. Quando o carro é grande, o que acaba por acontecer é uma autêntica invasão do passeio. No limite, todo o passeio pode ficar ocupado, quando este é mais estreito.
    Como disse o anónimo das 17:58, esse estacionamento é tão ilegal como pôr o carro todo em cima do passeio. Juridicamente, pouco interessa qual é a parte do carro que está em cima do passeio, as rodas, o pára-choques ou toda a dianteira. NENHUMA parte do carro pode ficar em cima do passeio. Ponto final. Como é que alguém ainda pode ter dúvidas disto?
    JL

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  83. É mais uma faceta anedótica dos portugueses de hoje: compram jipes, monovolumes e carros grandes para depois andarem com eles na cidade. Ainda não perceberam porque é que os carros pequenos se chamam "citadinos"...
    Depois admirem-se que esses "camiões" não caibam em lado nenhum!
    Maria João

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  84. De uma vez por todas, quanto aos folhetos:

    Moro num sítio sem problemas de estacionamento, mas com muitos carros a encher os passeios. Tentei durante MESES a táctica dos folhetos. Punha-os nos pára-brisas dos carros, umas vezes com a face escrita voltada para dentro, outras vezes voltada para fora. Não tiveram nenhum resultado. Depois ainda me dei ao tabalho de deixar folhetos nas caixas de correio na minha zona de residência. Tudo continuou na mesma. Embora desanimada e sem esperança, ainda afixei folhetos nas portas de entrada dos prédios. Mais trabalho de "sensibilização" para nada.

    Uns meses depois tive conhecimento do Passeio Livre, através da televisão. E decidi pedir uns autocolantes. A táctica que utilizo é esta: o primeiro autocolante que colo é um dos que imprimo em casa, que têm muito menor qualidade e saem do vidro com muito mais facilidade. A ideia é SENSIBILIZAR. Se o condutor insistir em estacionar no passeio, então é que passa a levar com os autocolantes melhores do Passeio Livre. Ou seja, dou uma SEGUNDA OPORTUNIDADE a toda a gente. Curiosamente, ninguém a aproveita!... E só começam a "sensibilizar-se" quando levam com os autocolantes do Passeio Livre...

    Portanto, desculpem lá, mas não me venham com hipocrisias...

    Madalena

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  85. Quem se sentir lesado, que chame a polícia!

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  86. 1 - Quem destruir, no todo ou em parte, danificar, desfigurar ou tornar não utilizável coisa alheia, é punido com pena de prisão até 3 anos ou com pena de multa.
    2 - A tentativa é punível.

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  87. sr david raposo, tente compreender que muitos aqui são condutores e peões. E carros nos passeios não ajudam ninguém, nem sequer os outros automobilistas que circulam assim com menos segurança em cidades com estacionamentos anarquicos. Carro em cima do passeio é falta de respeito, má educação, poe a segurança de todos em risco, daniofica propriedade publica, que mais voce precisa para se render a esta ideia? Será que o facto de voce estar tão habituado a conduzir carros não o deixa ver a coisa duma perspectiva normal? era o que me acontecia aqui ha uns anos, quando estacionava em cima dos passeios e certamente ficaria indignado se me colassem um autocolante... ass: um convertido

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  88. Vc são uns meninos, borrados atrás de uns autocolantes, mas cobardes até à p que os pariu, que a Vossa mãe devia ter cagado em vez de cometer a crueldade de vos trazer ao mundo agarrados a essa merdas amarelas. Se elas tivessem dito ao "gajo" para se vir para o sofá... vão trabalhar desocupados...cuidado com os dentes da frente...

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  89. Maria João, por acaso sabias que nas cidades tb vivem famílias de 5 pessoas que só podem ter um carro e que se tiverem um citadino tipo smart, yaris ou um outro parecido não têm espaço de bagagem para 5 pessoas?! Será que é mesmo só o facto de o carro estar em cima do passeio que vos incomoda? Deviam reclamar também a merda dos cães para não terem que se desviar quando andam nos passeios. Já agora, nas zonas antigas de Lisboa há passeios tão estreitos, e às vezes com candeeiros mesmo no meio, onde não passa uma cadeira de rodas ou carro de bébé nem pessoas e digam lá o que fazem? não se dirigem a nenhuma instiuição? Nenhuma Junta de freguesia? Colar autocolantes em carros é que é bom e dá gozo porque quanto ao resto incomoda mas já dá muito trabalho! vão mas é trabalhar e deixem de ser invejosos e mete nojo! tomara tu teres um "camião"!

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  90. É só para lembrar aos defensores desta causa que não se esqueçam das regras de colagem, ok? O que não falta são autocolantes no vidro fontal!

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  91. Aqui se vê como o automóvel não é mais que uma extensão da "virilidade" deste nosso povo... é lamentável.

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  92. Eu realmente tenho colado muitos autocolantes no vidro da frente, mas só o faço a reincidentes … minto, há dias colei um num para-brisas porque o automóvel estava tão, mas tão sujo que os autocolantes não agarravam, e o único sitio menos sujo ainda era o para-brisas. Teve de ser.
    Quanto ai aos citadores da legislação penal, digo o mesmo que foi dito acima: chamem a polícia! Não percebo porque não o fazem.
    E ao Xô Antunes, dentista, mando-lhe aquele abraço à Amadores de Santarém!
    ;)

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  93. Se ao menos os meninos tivessem a coragem de ser homenzinhos e dizer quem são... em vez de se esconderem num anonimato cobarde.
    Não assino, porque os meninos tên certamente umas chavinhas no bolso para, além dos autocolantes, oferecerem uns riscos na pintura.
    Vá lá, sejam homenzinhos, e dêem a cara.

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  94. Anónimo de 21 de Julho, 0:19:
    Fala sem saber o que diz. A ocupação dos passeios por candeeiros, caixotes do lixo, quiosques ou outros equipamentos também tem sido invocada neste blogue. E se visitar o blogue "cartas abertas" poderá ver algumas situações dessas denunciadas às autoridades.
    De qualquer maneira, estamos a falar de coisas com uma dimensão muito diferente. De tal forma que, ao pé dos milhares e milhares de carros que todos os dias enchem os passeios, essas situações são uma "pequena migalha"...
    Por outro lado, se essas situações também não são correctas, não podem servir de justificação para estacionar no passeio.

    Quanto ao resto, não quero descer ao seu nível.
    J

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  95. Caro anónimo das 19:41:
    Se quiséssemos usar "chavinhas" para riscar carros, não utilizávamos autocolantes. É a insinuação mais injusta que nos pode fazer.
    E não era certamente com o seu nome que iríamos descobrir o seu carro, a menos que nos deixasse a sua identificação completa!
    Há cada um!

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  96. Este espaço do blogue foi criado para as pessoas que foram "vítimas do autocolante" poderem protestar e apresentar os seus argumentos. Discutir ideias, trocar argumentos.
    Mas quase todas as "vítimas" que aqui vêm comentar, limitam-se a insultar e a fazer ameaças. Embora isto não tenha o valor de uma sondagem, sempre dá para ter uma ideia de como são estas pessoas que enchem os nossos passeios de carros.
    O nível é de facto muito baixo...
    Não percebem e nunca vão querer perceber. É a cegueira total.
    Isto é o resultado de anos de inércia policial. Chegou-se ao ponto em que acham perfeitamente normal estacionar-se no passeio. Nós é que somos esquisitos!

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  97. Portanto, assumem que estão a substituir-se à polícia, ou seja, a usurpar as respectivas funções.
    E isso é ilegal.

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  98. Caríssimo cidadão:
    Está a ver mal a questão.
    Este movimento não pretende punir nem sancionar ninguém, por isso usamos um método não violento, chato mas não violento.
    Este movimento não pretende substituir-se à autoridade, como seria o caso se encetássemos por acções que «efectivamente» danificassem ou destruíssem os automóveis.
    O movimento pretende alertar os cidadãos para o incomodo que estão a causar aos demais com a forma como estacionam.
    Além de que, se alguém tentar impedir outrem de cometer um crime, porque a Polícia fechou os olhos, NÃO estará certamente a cometer outro crime! Estará a exercer um direito de cidadania!
    JC

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  99. A propósito da polícia e de ser chato... não há processo de enviar automaticamente, por email, um link para cada post deste blog (à medida que vão surgindo), para os endereços electrónicos da PSP, GNR, PM, algumas câmaras municipais,...? Funcionaria como uma espécie de autocolante electrónico!

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  100. PG, No canto inferior direito está um icon de um envelope que serve para isso mesmo. Moradas das mais variadas instituições estão na coluna da direita do blog.

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  101. Considero a vossa iniciativa brilhante e eu própria respeito a 100% os peões, até porque sou mãe de gémeos com 8 meses, e como calculam o (grande) carrinho não passa em muitos locais, devido à má cidadania dos automobilistas. Qual não é o meu espanto quando hoje à porta de minha casa, encontro um autocolante colado no meu vidro (com uma cola que ficou totalmente colada ao meu vidro), por ter o meu carro estacionado em frente à MINHA garagem (paralelamente), deixando assim cerca de 4 metros de passeio livre para os peões passarem. Não me parece que em ponto algum desrespeitei os peões. Parece-me que seria interessante convidarem os cidadãos, não só a lerem o vosso blog e a pedir a sua ajuda para combatermos a falta de bom senso dos automobilistas mas também, indicar-lhes quais os limites desta acção para que esta iniciativa não se torne fundamentalista ao ponto do que me aconteceu hoje.

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  102. Filipa:
    Acha bem que um gestor de conta roube 1/5 do seu dinheiro, desde que deixe os outros 4?
    Julgo que este movimento pretende opor-se a TODO o estacionamento abusivo, mesmo aquele que hipoteticamente «deixa espaço para os peões», porque o passeio é um espaço destinados ao peão - todo o passeio -.
    Se tem garagem, utilize-a, ou deixe o carro correctamente estacionado. Mas por favor perca esse péssimo hábito de galgar o passeio.
    JC
    PS: O autocolante sai… com paciência!

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  103. Cara Filipa,

    Reitero o que disse JC: o passeio, TODO O PASSEIO, é para os peões, nunca para pôr os carros em cima - o que, aliás, DANIFICA os passeios, já pensou nisso?
    De resto, se deixássemos ao critério de cada um o espaço que é necessário deixar para os peões, o resultado seria uma desgraça - já aqui vimos pessoas a dizer que deixaram meio metro e que isso chega perfeitamente para as pessoas passarem (as cadeiras de rodas não contam, claro!...), outros falaram em 1 metro, outros em 2 metros... Quando o critério passa a ser subjectivo, é o que se sabe. Melhor mesmo é o critério objectivo da lei: os passeios foram feitos para as pessoas e em nenhuma circunstância é permitido aos automóveis parar ou estacionar em cima deles.
    Neste país em que o automóvel é rei, os peões já têm pouco espaço reservado para si. Até esse nos quer limitar? Pense nisso... E não pense no passeio apenas como um local de passagem de pessoas. As pessoas têm o direito de o utilizar, por exemplo, para ficar na conversa, para brincar com as crianças, etc. E mesmo como local de passagem, já chega de termos de andar todos em fila indiana, tipo tropa, por causa das pessoas que resolveram deixar ILEGALMENTE os carros em cima dos NOSSOS passeios!

    O que me parece ainda mais indesculpável é que deixe o carro em frente à garagem, no passeio, em vez de utilizar a garagem. Infelizmente, essa tornou-se a regra no nosso país. As pessoas esquecem que as garagens privativas foram feitas precisamente para que os respectivos donos não estacionem os seus carros na via pública.

    JS

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  104. Penso que sou um condutor respeitador e evito estacionar em cima do passeio, aliás, costumo pagar para deixar o carro num lugar mais seguro.
    No entanto, na zona onde moro os lugares disponíveis são todos a pagar e como sou originalmente de fora da zona, a Parques Tejo disse que só teria direito ao distico depois de transferir todos (repito: TODOS) os documentos para cá.
    Ora, como estou numa casa alugada (e temporariamente) mudo tudo para algo que não é meu? Resultado: estaciono em lugar não dedicado para esse efeito.
    Agora o que me deixa indignado, é que estaciono num local que não se enquadra em nenhum dos critérios para a colagem dos autocolantes e mesmo assim deparei-me com aquela mer**.
    Tentei remover, e ficou agarrado, aliás, não sai nada fácil como apregoam por aqui. Tem que sair com alcohol ou com muita água e paciência.
    Ainda por cima colaram bem no local onde fica a cabeça, ou seja se chegarmos a um cruzamento temos de nos desviar pra ver se podemos passar... ridiculo, pelo menos colem num sitio que não cause transtorno ou que saia facilmente.
    Aliás, apesar de compreender as vossas acções (também gosto de andar pelo passeio livremente), as pessoas têm de compreeender que se alguns carros estão mal estacionados é porque realmente não existe alternativa (com algumas excepções mesmo abusivas), ou se existem são caras e não são para o bolso do portuga (com letra pequena porque não mereçemos mais...).
    Espero que não me colem mais aquela coisa naquele lugar. Fiquei indignado por aquilo não sair e ser perigoso e como referi não atrapalhava em nada a circulação dos peões (vejam lá que até passavem duas cadeiras de rodas no passeio). Só gostaria de ver a pessoa que o colou. Seria bom poder segui-la ver onde mora e fazer o mesmo (ou pior) na porta de casa ou noutro local para ver se gostam também.
    Caso tivesse um acidente por não conseguir ver algum veículo gostava de saber quem pagava.

    Acho melhor repensar o local onde colar aquilo e que saia mais facilmente, pois assim, em vez de se consciencalizar ainda provoca mais raiva.
    Obrigado.

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  105. Caríssimo «condutor respeitador»:
    E que tal respeitar a lei?

    Artigo 49.º
    Proibição de paragem ou estacionamento
    1 — É proibido parar ou estacionar:
    (...)
    f) Nas pistas de velocípedes, nos ilhéus direccionais, nas placas centrais das rotundas, nos passeios e demais locais destinados ao trânsito de peões;

    JC

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  106. 15:09 disse: "estaciono em lugar não dedicado para esse efeito.
    Agora o que me deixa indignado, é que estaciono num local que não se enquadra em nenhum dos critérios para a colagem dos autocolantes e mesmo assim deparei-me com aquela mer**." Pode explicar-nos melhor isso? Estacionou ou não estacionou em cima do passeio ou da passadeira?

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  107. Para o JC,

    Quando li o seu comentário deu-me um ataque enorme de riso... "respeitar a lei"... ridículo a forma como é referido.
    Penso que terá algun conhecimentos e como tal não preciso de estar aqui a enumerar situações onde a lei não é respeitada, desde bancos, política, grandes empresas, abusos, assaltos, etc, para não falar na dignidade do ser humano que é tantas vezes esquecida. Aliás, nem se fala na entreajuda, senão não haveria tanta fome por ai. Essa sim deveria ser a lei.
    Já agora, pela lógica nem sei porque existem seguros, não é? Se todos respeitassem a lei não haveria acidentes, não haveria polícias, etc... Só vejo conversa típica de político: demagogia nas suas palavras.
    Já agora, e para sua informação que fala sem saber, o local onde estava estacionado não se enquadra em nenhum dos locais do artigo que refere e mais, nem cumpria os requisitos indicados neste blog para colocação do autocolante. Mas como o passeio faz uma curva, dava jeito poder cortar caminho e então ai já estorva porque pouparia 3 metros de caminho... santa estupidez. Enfim, a pessoa que o colou queria fazer uma boa "acção". Só é pena essas boas acçoes não serem cnalizadas para onde realmente são necessárias...
    Mas isso são pormenores não é?

    Apenas para informar que o carro continuará a ser estacionado no mesmo local. Se nem a polícia o multa porque não tem motivo para isso, não vos reconheço "autoridade" para colar autocolantes que não saem facilmente e que provocam perdas no campo de visão. Aliás, talvez se deva reportar às autoridades competentes esta acção de invasão de propriedade e pela sua perigosidade potencial se esta brincadeira se repete.
    Visto que tou de férias, talvez consiga apanhar alguém a colar novamente aquela coisa...e quem sabe lhe possa fazer o mesmo ou pior. Uns grafites na porta seria uma boa ideia, e como aqui dizem, também sai facilmente com paciência...

    PS: vejam bem e ponderem se o carro mal estacionado precisa mesmo do autocolante (vi aqui fotos exemplificativas onde os carros necessitavam mesmo e alguns precisavam eram de ser rebocados, mas há situações e situações).
    Obrigado

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  108. Para o Anónimo que escreveu às 22:10,

    NÃO ESTACIONEI EM CIMA DO PASSEIO NEM NA PASSADEIRA, mas sim num espaço adjacente ao passeio não reservado a peões (mas que utilizam para atalhar caminho).
    É a tal história que já vi aqui, alguns condutores só para não andarem 100 metros estacionam nos passeios, aqui é ao contrário: os peões para não andarem mais 3 metros pelo passeio (caminho que lhe está destinado) prefere atalhar caminho, por sinal onde estava estacionado o carro, entendeu ou é preciso fazer um desenho?
    Obrigado

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  109. Caro anónimo das 22:28,
    Se não estacionou no passeio, nem na passadeira, nem no enfiamento de uma passadeira, nem a menos de 5 metros de uma passadeira, nem em outro local de passagem de peões (como por exemplo junto a cruzamentos, onde não houver passadeira - não se esqueça que para ser local de passagem de peões não é necessário haver passadeira), se o seu caso não se enquadrava em nenhuma destas situações, então, meu caro, não lhe deviam ter colado o autocolante. Ponto final. Não é preciso tanta conversa!! Se o que diz é verdade, quem colou o autocolante fez mal, e não respeitou as regras que estão explicadas neste blogue. Mas aí a culpa é de quem colou. Eu respondo por mim, não pelos actos dos outros.

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  110. Há um conhecido de um amigo meu que é contra este blogue, estaciona sempre nos passeios e anda a colar autocolantes em carros que não estão mal estacionados, para boicotar esta iniciativa...

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  111. Acho engraçado que a maior parte dos condutores que escrevem para aqui estavam sempre bem estacionados e foi alguém mal intencionado que lhe colou maldosamente o autocolantes... hummm... estranha coincidência. :-)))

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  112. Este blog fornece um instrumento de luta que muita gente acusa de excessivo, ou por subestimar a nossa indignação ou por não considerar que muita gente que antes riscava pinturas e partia retrovisores, hoje aplica autocolantes. Se, eventualmente, alguém fez mau uso do autocolante, este movimento terá tanta responsabilidade quanto teria o fabricante do martelo com que algum maluco destruísse algum carro.

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  113. Então, se estão assim tão convictos da justiça da vossa cruzada, quando é que dizem quem são? Ou têm medo que alguém faça queixa?

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  114. Quer saber o que exactamente?
    Quem são os autores do blog?
    Quem são os coladores?
    Quem teve a ideia?

    Os autores do blog, cada um fala por si, eu assino sempre as minhas intervenções com as minhas iniciais (o mesmo já não se pode dizer de si);
    Os coladores acho que já são centenas;
    E quem teve a ideia foram uns sacanas de uns gregos (devem ter sido os mesmos que ganharam o euro 2004).
    JC

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  115. E alguns dos autores do blog já deram a cara em jornais e TVs (apesar de, de vez em quando, aparecer aqui alguém a ameaçar violências tremendas contra quem cola um papelinho de 10 x 15 cm nas suas duas toneladas de lata coladas ao passeio)

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  116. Hoje fui surpreendida pelo vosso autocolante. Desculpem, tem razão. Mas achei um piadao a idéia, e a cola era fantástica. Também quero autocolantes. Onde arranjo?

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  117. Cara Eusébio Surpreendida: que boa reacção a sua! Bem haja! Escreva para peao.exaltado@gmail.com, dê a morada, e peça os autocolantes.

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  118. Ainda bem que se demore 15 minutos a tirar o autocolante... já que não perdem tempo à procura de lugar, ao menos o autocolante serve de contrapartida.
    E já agora, se fosse apenas um papelinho no para brisas, não teria o mesmo efeito, as pessoas simplesmente tiravam e mandavam para o CHÃO sem ler, indiferentes.... ao menos assim ficam indignadas, (o mesmo sentimento da pessoa que colou o autocolante) e talvez pense duas vezes da próxima vez que for estacionar...
    Aproveito para dizer que, devido a incapacidades visuais, não me é permitido tirar a carta de condução, logo, para além dos transportes publicos, terei que andar muito a pé, e vai ser inevitavel o confronto com um carro a impedir a minha livre passagem num passeio. Por isso, pedi já Muitos autocolantes pois colarei muitos autocolantes quantos forem precisos até que as pessoas se tornem mais civilizadas... se não me canso a andar a pé, muito menos cansativo será perder 2 minutos para Dizer de certa forma "apesar de não poder conduzir, não deixo de ser uma pessoa, com os seus direitos..."

    Apoio 100% a vossa campanha!!! Obrigado por darem "voz" a pessoas que sao despresadas,etc!!

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  119. Sou o primeiro a defender este tipo de causas mas em vez de gastarem dinheiro em autocolantes porque é que não o gastam a fazer pressão sobre as câmaras municipais para fazerem melhores acessos pedonais para todo o tipo de cidadão, e mais parques de estacionamento?

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  120. Caro 22:48:
    Primeiro, porque entendemos que a responsabilidade última é de quem estaciona. Vivemos nas mesmas cidades, sob as mesmas Câmaras, e nunca - nunca! - usamos passeios e passadeiras para estacionar. Além disso, não temos nada contra, e até estimulamos a pressão sobre as câmaras e sobre a Polícia, com a divulgação, à direita do ecrã, das moradas de algumas dessas instituições. Mas não é essa a nossa vocação. A nossa "clientela" são os condutores e as suas consciências. Finalmente, sobre a construção de mais estacionamentos, há aqui um princípio fundamental: não cabe ao peão resolver os problemas de estacionamento. A maior parte de nós é, além de peão, automobilista. Como automobilista, fará todas as pressões que se disponha a fazer pela construção de mais estacionamentos mas, no Passeio Livre, não. Repito: o problema de estacionar é de quem estaciona.

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  121. Caro anónimo das 22:48:

    Por que raio haveria EU de ter de reclamar junto das autarquias mais parques de estacionamento para VOCÊS estacionarem os VOSSOS carros?! O senhor é que tem um carro para estacionar, o problema é seu, reclame você!!

    Quanto a reclamar "melhores acessos pedonais", também só pode ser equívoco seu!! O problema aqui não é de falta de acessos pedonais, o problema aqui em discussão é que os automobilistas bloqueiam os "acessos pedonais" (leia-se passeios e passadeiras) que existem. Portanto, desculpe lá, mas temos de reclamar é contra quem nos ocupa os passeios e as passadeiras. ILEGALMENTE, não se esqueça. É que quem lê o seu comentário só pode ficar embasbacado: parece que quem estaciona no passeio faz bem e nós, peões, é que temos que resolver o problema!! Fantástico!!!

    Já agora, e para que não fiquem dúvidas: também sou condutora, e nunca estaciono em cima do passeio, nem que tenha de estacionar o carro a 300 metros de distância. Não costumo resolver os meus problemas à custa dos outros...

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  122. Quanto tempo, mais ou menos, demoram a enviar autocolantes?

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  123. 1-Estou 100% com vocês. Curiosamente há bastante tempo que utilizo a vossa técnica, mas de forma mais arcaica. Uso etiquetas autocolantes brancas e escrevo à mão as mensagens. Mas, obviamente, que preferia utilizar os vossos autocolantes ...

    2-Por isso mesmo, gostava de saber como é que posso ter acesso aos vossos autocolantes. Aliás, parece-me que é uma pergunta recorrente e que podiam ter um link para esta e outras FAQ’s

    3-Soube da vossa existência num artigo no diário i do passado dia 4 de Agosto. Parece-me que ainda não têm esta referencia

    De resto, saúdo a iniciativa e desejo-vos boa sorte, bem como a todos os que “abracem” esta “luta”

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  124. O problema de fazer justiça "privada" é o seu uso abusivo e parcial. E como é que se controla isso!?
    Este blog colocou ao dispôr de qualquer pessoa uma ferramenta que quando mal utilizada pode criar acidentes.
    Na Rua das Amoras em Carcavelos, os vossos autocolantes, são utilizados com colas inadequadas (que nem com benzina sairam); e em caso de uma emergência como é que o automobilista se põe em marcha sem visibilidade? Qual é o objectivo: alertar ou punir? Como garantem que não seja feita uma avaliação deficiente de uma situação de incumprimento?

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  125. Caro 0:19: Em primeiro lugar, não estamos a fazer Justiça. Acredite que a Justiça, se fosse feita, seria com penas infinitamente mais graves do que um pedaço de 10 x 15 cm de papel colado no vidro lateral de um carro. Não subestime a nossa indignação. Quanto ao risco de acidentes, a nossa recomendação é colar no vidro lateral, precisamente para que não haja esse risco. A nossa intenção é alertar, sem danos, sem pretenções justiceiras, mas com veemência. Quanto a eventuais maus usos do instrumento, pense no mau uso que se pode fazer de martelos, canivetes, berbequins, forquilhas e marretas... e ninguém pensa em escrever aos fornecedores desses utilíssimos instrumentos quando alguém faz mau uso deles.

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  126. Parece-me muito pertinente o comentário anterior: «alertar ou punir?»
    Caímos na velha questão dos fins que se pretendem com as intervenções sancionatórias: a lei do Talião ou a educação pelo autocolante.
    Muito se discute o tema e há opiniões para todos os gostos, mas o fim é sempre o mesmo: que se cumpra a lei!
    Quanto a mim, opto pela educação, pois quando vejo que o simples «abre-olhos» não funciona, opto por ignorar a falta de civismo e deixo que o próprio carma resolva a sorte da besta.
    JC

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  127. Colaram hoje no vidro do meu carro um destes autocolantes. Isto passou-se no Restelo e apesar do meu carro estar estacionado em cima de um passeio, estava num local em que é permitido fazê-lo. Aliás, estava estacionado num local em que não incomodava ninguém tendo em conta o tamanho do passeio. A pessoa que me colou o autocolante colou-o no vidro da frente. Para além de ainda não ter conseguido retirar toda a cola a pessoa que o fez partiu-me o retrovisor esquerdo do carro. Percebi que foi quem colou pois fui verificar nos outros carros que tinham autocolantes e todos eles tinham o retrovisor virado ao contrário. E depois são as pessoas que param em cima dos passeios que não são civilizadas?? Estarei com muita atenção ao meu carro nos próximos tempos pois irei apresentar queixa já que não serei eu de certeza que vou pagar pelo retrovisor.

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  128. Gostariamos de saber onde, no Restelo, é permitido estacionar em cima do passeio; de onde concluiu que a pessoa que pôs o autocolante é a mesma que lhe partiu o retrovisor (ou que o virou ao contrário, não se percebe bem). Gostariamos também de esclarecer que o autocolante surge precisamente como alternativa a actos de vandalismo, que reprovamos claramente, e que, entre as regras de colagem que preconizamos, inclui-se a de que sejam feitas no vidro lateral. Eventuais maus usos do nosso autocolante não são nossa responsabilidade, tal como maus usos de martelos, berbequins ou canivetes não são de responsabilidade de quem os distribui.

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  129. Não percebi a argumentação final do(a) sr(a) das 17:06. As pessoas que estacionam em cima dos passeios são civilizadas? É disso que nos tenta convencer?

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  130. Anónimo, como é óbvio15 de agosto de 2009 às 17:51

    Boa tarde
    Eu tenho colado alguns autocolantes na Av. das descobertas e quero esclarecer o seguinte:
    Só é permitido estacionar no passeio em alguns pequenos trechos (junto a embaixadas), devidamente assinalados e no lado esquerdo de quem desce a avenida. O lado direito a permissão de estacionar é na estrada, que ninguém utiliza, pois no passeio o carrinho fica melhor.
    Esse estacionamento no passeio, independentemente da sua legitimidade, é autorizado junto à berma e paralelamente à estrada (e não transversalmente).
    Os autocolantes que colei foram em automóveis que não respeitam essas condições.
    Quanto aos espelhos não tenho nada a ver com isso, provavelmente incomodaram outros utilizadores do passeio, pois como irá certamente reparar (caso cumpra com a sua observação de estar com muita atenção ao seu carro nos próximos tempos) esses passeios são muito utilizados por pessoas que gostam/precisam de andar a pé!
    C/os votos de melhor cidadania.

    PS
    Quanto ao autocolante ter sido colado no vidro da frente, só poderá ser umas das seguintes situações:
    Ou é reincidente;
    Ou estava escandalosamente e desnecessariamente a incomodar os peões;
    Ou estava demasiado sujo e o autocolante não colou em mais lado nenhum (peço imensa desculpa mas não vou lavar-lhe o carro)

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  131. Isto aqui e só cromos do tócolante, decapantes espelhos partidos e campeões anónimos.
    se tivessem vida nao chateavam quem trabalha,chega a casa tarde e nao tem lugar para estacionar.

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  132. Com a autoridade de quem nunca cola menos de 10 autocolantes por dia, quero reprovar aqui, com toda a veemência, a colagem em vidros frontais. Dedico-me a isto com a firme convicção de que o autocolante é a última alternativa civilizada de me contrapôr à selvagería.

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  133. Anónimo das 19:19, É exasperadamente recorrente essa oposição entre quem se insurge contra o estacionamento selvagem e quem trabalha e, até hoje, não consegui entender como ou porquê uma coisa anularia a outra. Tempo para escrever comentários num blog, aparentemente, ambos temos. Quanto a colar, é rapidíssimo e pode ser feito nas idas e vindas de e para o trabalho. Quanto ao resto, se há quem, quando chega tarde a casa depois de trabalhar, não goste de não ter onde estacionar, também há quem, quando chega tarde a casa depois de trabalhar, não goste de não ter onde andar. E, como os passeios são destinados por Lei para andar, é natural que quem se vê privado deles se insurja contra quem os usurpa.

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  134. Volto aqui a frisar que, tendo provavelmente sido eu que colei o «tal autocolante» no vidro da frente, que o fiz, se a minha memória não me falha, porque o carro estava bastante sujo e a única parte menos suja era o para brisas (poderá ter sido um reincidente, mas nesse caso o sr. condutor deveria era ter vergonha); mesmo nestes casos colo sempre o mais baixo possível… e quanto a uma eventual «situação de emergência», pois muito bem (tal como aconteceria num eventual bloqueio do carro pelas autoridades) teria de perder o tempo a desbloquear a viatura (neste caso a limpar o vidro) ou recorrer a outro meio para se deslocar «em emergência».

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  135. Olha a bela foto na fonte:
    http://streetpanthers.gr/images/various/gaidaros_me_perikefalaia.jpg

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  136. Está na primeira página deste blog (que não é dos streetpanthers):

    Regras para colagem
    1. O autocolante só deve ser usado quando um veículo está estacionado

    no passeio, num local onde o estacionamento no passeio não esteja explicitamente autorizado pela sinalização

    numa passadeira de peões

    num local de passagem de peões, mesmo quando esta passagem não está explicitamente definida pela sinalização (ex: fora do passeio mas num cruzamento onde não haja sinalização de passadeiras, encostado a um muro/prédio numa rua onde não exista passeio)

    2. O autocolante deve ser colocado no vidro lateral do veículo (carro, pesado), nunca no frontal porque os restos do autocolante podem dificultar a visão do condutor, se o autocolante não for devidamente retirado. No caso de uma mota não colar no vidro frontal.

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  137. Sou completamente a favor do movimento, mas admito que prefiro a abordagem do Flyer ao invés do autocolante.

    Como tal, vou imprimir sim Flyers de forma a demonstrar o meu protesto.

    Espero que ainda assim, contribua para o movimento!

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  138. Não funciona, vai ver que não funciona!

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  139. Gostava de saber quem é a pessoa resposável por esta campanha, na medida em que da próxima vez que encontrar um autocolante na minha viatura que, por sinal, é propriedade privada, e a mesma não sair convenientemente, farei uma queixa na polícia da minha zona de residência que, curiosamente, é quem tem autoridade para actuar em qualquer tipo de estacionamento considerado indevido.
    Cumprimentos

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  140. O responsável por esta campanha sou eu minha linda senhora e na próxima vez que vir o seu carro mal estacionado volto a colar-lhe um belíssimo autocolante e então faço toda a questão que chame as autoridades para procedem à devida autuação da situação.
    Beijinhos muito queridos

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  141. Sinceramente… Se a polícia não quer saber do estacionamento selvagem acha mesmo, cara Joana, que se vai preocupar com os restos de cola no vidro do seu carro? Não será mais simples pensar um pouco mais nos outros quando estaciona?

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  142. «...e a mesma não sair convenientemente»? Está a falar da sua viatura, certo? Só pode, porque «autocolante» é um substantivo masculino, logo só pode estar a referir-se ao seu chaço. Neste caso, afinal, temos o mesmo objectivo: O PASSEIO PARA OS PEÕES!
    Obrigado pelo bom senso e cidadania

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  143. Caros borrados 'colantes.
    Quero apenas informar-vos que as vossas merditas amarelas já saiem à primeira sem deixar qualquer vestígio de cola ou papel. Basta agarrar em duas pontas ao mesmo tempo que sai tudo, por inteiro, e de um só vez. Agora farto-me de rir cada vez que tiro essas vossas tretas. Um vizinho meu utiliza um pequeno spray com água para o caso "daquilo" não sair à primeira - o que, com este método é cada vez mais raro. De qualquer modo, há que divulgar que o vosso método é cada vez mais merdoso e falhado. Enquanto não começarem a ser surprendidos com um ferro nos cornos cada vez que ousam tocar nos carros das pessoas...especial e principalmente das que, apesar de estacionarem no passeio não perturbam nada nem niguém. Deixa-me por-vos as mãos em cima e vão ver o que é uma ponta e mola a ser cravada e revirada numas costelitas...coisa boa...continuem... sem medos.

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  144. Cara Joana Marques e outros comentadores anónimos que se queixam de já ter tido mais do que um autocolante do passeio livre. Deixem-nos as vossas matrículas e respectivos locais onde costumam estacionar para não ser aplicado mais algum autocolante no vosso estimado automóvel.

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  145. Se nós é que somos os «borrados» porque razão é que sua senhoria se esconde no anonimato? Identifique-se sff!

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  146. Anti Burros-vestidos-enlatados19 de agosto de 2009 às 11:41

    Ao cobarde mal educado das 23:19,
    Algumas recomendações:
    1- Vai aprender o que te faltou em casa - educação e civismo;
    2- Desenlata o teu corpo, mas acima de tudo a tua mente;
    3- Aprende a andar a pé;
    4- Tem cuidado porque há para aí uns cidadãos que em vez do autocolante recorrem a métodos mais definitivos, que bem podes esfregar com a tua língua no teu objecto de adoração e não caem... Mas fica feliz porque se te aplicarem um desses métodos estás a contribuir para o aumento do PIB do país e para o emprego nas oficinas....

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  147. Já foi explicado várias vezes aqui, o autocolante que o Passeio Livre disponibiliza não possui um carácter retributivo; não se procura com ele punir os infractores, mas antes alertar todos os condutores que estacionam em cima dos passeios e passadeiras para os incómodos que esses comportamentos provocam, nomeadamente às pessoas com mobilidade reduzida.
    Esta ideia assenta na capacidade ética de cada um para se aperceber, com a pequena ajuda do autocolante, quem está a prejudicar. Infelizmente há casos em que determinados cidadãos optam pela indiferença, mesmo perante a insistência de quem ainda acredita na boa vontade. Em tais casos o uso do
    autocolante é um desperdício - será melhor optar por outros meios, nomeadamente o recurso às autoridades.

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  148. Ao anónimo que prefere uma «abordagem do Flyer ao invés do autocolante»:
    Está a ver porque não funciona?
    Viu os comentários desse energúmeno acima?
    Por alguma razão (que me escapa) o PL decidiu fazer os novos autocolantes como uma cola menos forte, não sei se por razões económicas, se por razões éticas, mas o resultado está bem à vista!
    Estas bestas só percebem a lei do mais forte, a única coisa que intimida é o facto de alguém poder danificar os seus queridos automóveis, estão-se a cagar (pura e simplesmente) para os demais.
    Os flyers funcionariam com as pessoas de bom senso; ora essas mesmas pessoas, à partida, não estacionam nos passeios.
    Não será a altura de se começar a pensar em meios alternativos mais eficientes?

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  149. Como diz o Perestrelo, essa coisa dos panfletos não resulta. Há dois meses que aplicp panfletos no pára brisas dos carros seguros pelas escovas, aqui no sítio onde trabalho. Resultado: ninguém liga e dois civilizados cidadãos os tais que trabalham fizeram-me uma espera para ver quem é que colocava "aquela mer**" (sic)no estimado carro! Claro que, quando me viram pensaram duas vezes e limitaram-se a refilar comigo enquanto eu me ria dos seus argumentos:
    1. Se era da polícia.
    2. Há anos que estacionam ali e nunca ninguém se queixou.
    3. Eles eram mais responsáveis que eu que colocava lixo na propriedade privada.
    4. Essa campanha só se aplica em Lisboa (pelo menos deram-se ao trabalho de vir espreitar isto, o que significa que leram o recado já não é mau)
    5. Aquele passeio serve de entrada a uma garagem de um dos senhores.
    6. Eu ao parar ao lado do carro para colocar o panfleto, incomodava muito mais que os carros, pois se fosse passar um aleijadinho este não poderia passar até eu me ir embora.
    7. Não moro ali,não tenho direito a protestar.
    Não sei, sinceramente, qual o melhor argumento. Alguns destes já tinha lido por aqui, mas o 2, o 4 e o 6 foram novidade.
    Os panfletos não servem e os autocolantes pelos vistos perderam eficácia. Estou com o Perestrelo. Temos de pensar em meios mais eficientes. Talvez os métodos usados pelos moedinhas possam ser mais apelativos.

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  150. Bem eu já vi uma cena digna de ser filmada... mas não tinha o telemovel comigo.

    Estava um carro em cima do passeio a ocupar o passeio todo, mesmo encostado á parede. Não deixava ninguém passar.

    Um gajo que ia a pé, deu-se com aquilo e não esteve para mais, saltou para cima do carro e passou por cima do capot.

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  151. Companheiros, não há aqui espaço para «meios alternativos», nem mesmo o recurso às autoridades (que andam muito ocupadas a escutar os assessores do PR), o truque prós novos autocolantes é simples:
    4 PINGOS DE SUPER-COLA NAS PONTAS, e quero ver o atrasado mental a agarrar «em duas pontas ao mesmo tempo», só se for na ponta dos cornos dele!

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  152. É interessante verificar que os brilhantes e exemplares cidadãos, seguidores deste tão bem intencionado movimento, cujo único objectivo de vida é aparentemente chamar a atenção dos vândalos que estacionam os seus carros nos passeios são, a julgar pelos comentários aqui colocados tão vândalos ou mais do que estes. Utilizam um movimento que tem por base um princípio válido, para vandalizar os carros dos outros, regozijando-se por tais actos e defendo que o facto aparentemente errado dos condutores permite a estes senhores fazerem justiça pelas próprias mãos...

    Enfim, para quem tem uma vida tão infeliz, fútil e inútil devem ficar extasiados sempre que tem oportunidade de colar mais um papelito.

    Muitos parabéns a todos pelo movimento e por actos tão louváveis e passo a citar: Perestrelo disse... "Estas bestas só percebem a lei do mais forte, a única coisa que intimida é o facto de alguém poder danificar os seus queridos automóveis..."

    Se os passeios são para andar teria todo o prazer em apanhar uns dos prezados "coladores" a passar numa estrada, é que esta também é para os carros e ficariam lindos com o cardado dos pneus no rabo...

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  153. «...pneus no rabo...»
    «Em apenas oito meses houve cerca de 4 MIL atropelamentos nas estradas portuguesas, que resultaram na MORTE de 74 pessoas, 390 ficaram feridas com gravidade. Lisboa continua à frente das estatísticas sobre atropelamentos.»
    http://quiosque.aeiou.pt/gen.pl?mode=thread&fokey=ae.stories/7237&va=210989&p=stories&op=view
    Quantos carros foram destruídos estes anos? Meia dúzia talvez nos tumultos do Bairro da Boavista, e não consta terem sido por peões exaltados!
    Se julgam que isto é um a GUERRA, então os automóveis estão claramente a ganhar!
    Escusado será fazer comentários espirituosos pois os próximos a serem apanhados podem muito bem ser um de vocês, ou alguém que lhes é querido, se é que possuem tal coisa, para além do amor aos vossos carros!

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  154. Gostava é de ter tido a oportunidade de apanhar o justiceiro do autocolante a colar o dito para lhe poder partir a cara.
    O que vocês são é uma cambada de palhaços, porventura a viver à conta do Estado, pois só assim têm tempo para fazer sacanagem enquanto outros trabalham.

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  155. A mim admira-me é que consiga ler o nome do blog no autocolante...

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  156. Caro anónimo que não estava a trabalhar às 10:34, sim porque às 10:34 estava a defecar aqui no blog, e que tal se fosse tirar o carrito de cima do passeio? Sempre se poupava um autocolante.
    São todos muito macho e sempre prontinhos para a luta, pelo menos aqui no escondido do blog, agora perderem tempo a ir procurar um lugar decente onde estacionar sem incomodar ou demais, isso não, isso é coisa de «vândalos», «sacanas», «esquerdista», «desocupados», «vigilantes» e mais não sei o quê.
    Homem que é homem estaciona onde lhe apetece!

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  157. Li por ai um cara que propoe uma alternativa interessante: um caixote com medida e formato de um carro bem no meio da faixa. Podia ter pintado frases como essas do autocolante, para que os carrocêntricos enxergassem bem o transtorno que causam aos pedestres quando deixam seu carro no passeio.

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  158. No outro dia um gajo que andava a comprar comida de peixinhos (ou tem aquario ou tem a mania que é o Phelps) colou uns quantos autocolantes, segui-o até à porta de casa, e agora vou-lhe dar uma coça... desconfio que é ciclista, acho que alem da coça lhe vou roubar a bicicleta

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  159. AHAHAH...Ou és PARVO (ou tens a mania que és PALHAÇO)!

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  160. Eu tenho peixinhos... e bicicletas, e carro e mota e muita vontade de te dar uns murros nos cornos!
    É só apareceres!

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  161. e que tal arranjarem todos uma ocupação útil à sociedade...

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  162. Isto também serve para chatear os vizinhos!
    Numa Rua (sem saída) onde os passeio (quase privado) tem a largura da Rua, tornou-se (e muito bem) hábito colectivo adquirido estacionar nesse passeio. Alguns vizinhos aproveitam estes autocolantes para colar em "alvos" que eles seleccionam, "vá-se lá saber" com que critérios! Há dezenas de carros "bem estcionados" no passeio e ainda sobra espaço para uma via no próprio paseio. Acabem com esta "arma" legalizada para chatear os vizinhos até porque isto é ilegal. O código da estrada já prevê estas prevaricações que devem ser impostas por Agentes autorizados. Não pode ser um homenzinho ou mulherzinha ou criancinha qualquer a colar papeis nas viaturas. Qualquer dia têm facturas à cobrança pela reparação de pinturas! Não têm mais nada que fazer?? estudem.

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  163. A sítese do pensamento auto-crático está aí em cima: "Numa Rua (sem saída) onde os passeio (quase privado) tem a largura da Rua, tornou-se (e muito bem) hábito colectivo adquirido estacionar nesse passeio." Aí está alguém que assume que trata o que é público como se privado fosse e ainda acha bem. Mas o facto é que, por alguma razão, o Código de Estrada não autoriza o estacionamento em cima de passeios de ruas sem saída. Se o anónimo de cima estudasse um pouco o assunto talvez se apercebesse dessa razão.

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  164. "Numa Rua (sem saída) onde os passeio (quase privado) tem a largura da Rua, tornou-se (e muito bem) hábito colectivo adquirido estacionar nesse passeio."
    Nunca vi tanta amálgama de absurdo, porém o que mais choca neste esplendor de despropósito é o facto de se considerar «hábito colectivo adquirido»… colectivo de quem?
    De uma dúzia de proprietários de viaturas, onde provavelmente vivem centenas de cidadãos? Cidadão anónimos que gostam/precisam dos passeios, que valorizam os espaços, os jardins e que esse vêem aboletados pela tais «usurpadores» de espaços públicos!
    Perante tanto disparate junto numa mesma sentença, só há um comentário: É PRECISO TER LATA!

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  165. Querido Blog,
    sou fanática por andar a pé em qualquer cidade,não me considero por isso especialmente suicidária e até acho que sou um ser humano civilizado!Talvez seja por esta última característica que esperei cerca de 3 semanas para que a minha reacção ao teu distinto autocolante na janela do meu carro não ocorresse conspurcada por laivos da para mim justa fúria que me assaltou ao passar uns valentes minutos a tentar descolar o autocolante do vidro do "pendura" (Estava calor, a colinha aderiu tããããooo bem: parabéns ao teu distinto fornecedor, trabalho de primeira categoria, oh, sim!)
    Já o que não é de primeira categoria é a arbitrariedade com que os teus correlegionários te usam, a forma pouco metódica como divulgam um projecto justo e pertinente!
    Habito numa rua que já viu de tudo: íngreme como sei lá o quê, já teve dois sentidos, já teve estacionamento num dos lados e agora tem aquilo que eu chamaria de estacionamento intermitente e sentido ascendente apenas. Mas sabes o que é notável? É que vamos, em alguns casos, na terceira geração de habitantes e nunca, nunca um de nós se zangou com um vizinho por este ter estacionado o carro em cima do passeio. A minha mãe saiu à rua com o carrinho de bebé do meu filho e agora desce o passeio devagarinho com a sua bengalita; os meus sobrinhos pegam na bina e levam-na na mão até poderem andar nela; passamos todos aqui com as nossas mudanças de móveis, entrega de electrodomésticos e supermercados e sacos de Natal e ainda não nos zangámos uns com os outros.Que te parece isto? Foi preciso algum dos teus apaniguados aqui passar, colar alietoriamente um papel para que ficássemos a olhar uns para os outros e a perguntar: Ó vizinha, porquê você? Estão aqui trinta carros em cima do passeio!
    Sabes, querido blog, eu acho que tu deves viver num bairro elegante, com apartamentos com garagens e, sobretudo, não deves ter nada que fazer!!! Ou então ser detentor de uma ressabiada inversão de prioridades! Pois não achas que há causas muito mais importantes pelas quais lutar? E se escolhes esta causa como teu cavalo de Tróia, porque não começar de baixo para cima(sabes aquele pedaço de sabedoria que diz que a única actividade que se começa de cima para baixo é a abrir buracos?), ou seja, sensibilizar em vez de punir e desrespeitar a propriedade alheia, contactar autoridades para a procura comum de soluções etc? Quando começares por aí, terás em mim uma tua apaniguada, até lá, denuncio-te por abuso e desrespeito.
    Querido blog, como as pessoas que te dominam, também não se identificam, eu fico anónima também...

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  166. senhora do querido blog,

    o que este blog mais faz é sensibilizar para a questão, tentando chamar a atenção de muita gente que já nem percebe que estacionar o carro em cima do passeio incomoda os outros. E também há muita gente que se farta de escrever às autoridades "para a procura comum de soluções".

    O facto de ninguém lhe ter dito a si ou aos seus vizinhos que não deviam estacionar em cima do passeio não quer dizer que todos concordem com o estacionamento selvagem na "sua" rua. Porque também há gente que por ali passa todos os dias e não é seu vizinho. Porque se ouvisse tudo aquilo que ouvi (desde ameaças aos mais distintos palavrões de "vizinhos civilizados", passando pelo mero gozo) por pedir que não estacionem em cima do passeio ou na passadeira se calhar começa a pensar que só avisar não chega.

    E a verdade é que houve alguém que se sentiu incomodado e lhe colou o autocolante. Não foi concerteza para se vingar de si.

    O mais estranho neste seu comentário é que nem põe em causa o facto de o seu carro estar a incomodar os outros, assume-o mesmo. O que a chateia é que alguém tenha reparado nisso e lhe tenha colocado o autocolante.

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  167. Cara anónima, o blog não é anónimo, está aberto a toda e qualquer colaboração. Uns são anónimos, outros não. Acabou de participar. Quer continuar? É que tem um estilo despachado e engraçado e foi um prazer ler das suas razões e sobre a sua rua. É que fica a dúvida como é que um projecto "justo e pertinente" pode encontrar regras de colagem que evitem o seu carro.
    Depreende-se que estava em cima de um passeio, mas que considera que todos da sua rua estarão satisfeitos com a situação - não deve ter feito sondagem, mas também é natural que uma rua feliz seja mais para sentir e viver que para medir. A sua descrição é tão colorida que até pode ser o caso. O problema é que na aferição da nossa felicidade, e da felicidade dos outros, esquecemo-nos às vezes das pequenas grandes coisas. Um carro sobre o passeio, esconde crianças a atravessar a rua, interrompe o percurso de um amblíope, estraga a calçada que é de todos, ocupa um espaço que não é seu, incomoda quem se desloca em cadeira de rodas ou empurra um carrinho de bebé. Aliás não espanta que ache, que apesar de mal estacionada, não estava a fazer mal a ninguém - todos os que escrevem para o Blog têm uma justificação. A sua é essa.
    Nunca se saberá se quem colocou o autocolante vive na sua rua. Mas pouco interessa, porque as ruas, até ver, são de todos e para todos.

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  168. Caros amigos:
    O fundamentalismo é sempre o maior inimigo de qualquer corrente de opinião, ideia, conceito, religião, partido político, movimento cívico e um enorme etc.
    Eu poderia facilmente aderir a um movimento como o presente, por lhe encontrar razão e cabimento, não fora o o vosso autocolante usado sem critério e a granel na área onde resido - quinta do barão, carcavelos. Trata-se de um bairro fechado, onde só vai quem reside ou visita, por não dar passagem para nenhum outro lugar. Aí, como em tantos outros sítios, os moradores (nós) estacionamos em cima dos passeios pela mais egoísta das razões: não há mais onde estacionar. O nosso crime vitima apenas a nós mesmos, portanto quando eu quizer zurzir-me por a construcção ser selvagem e não prever estacionamento para todos os moradores, eu peço o vosso autocolante. Até lá, agradeço bom senso e colem-no apenas em casos de manifesta e grosseira displicência no uso do espaço comum.

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  169. Meu querido amigo, muito agradecia que junto anexasse um link para uma imagem google earth, a fim de se poder indagar a veracidade dos factos que alega, nomeadamente a falta de alternativas, pois parece-me que o que se passará é que o sr. Carlos Paiva, à semelhança dos seu vizinhos, sofrem de comodismo-egocêntrico agudo e gostam de ter o carro à porta de casa!

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  170. Aos Carlos Paivas deste país:
    Eu quero montar uma oficina. Tenho tudo o que é preciso: ferramentas, máquinas, todos os acessórios. Até já tenho um empregado. Só me falta o espaço. Como a construção selvagem não previu espaço para a minha oficina, podem dizer-me onde é esse bairro fechado maravilhoso, para eu montar a minha oficina nesse passeio? Bem-hajam em avanço pela gentileza!

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  171. Caro Carlos Pais,

    Talvez a resposta à nossa entusiasta leitora que também achava que na rua "dela" os carros sobre o passeio não incomodam ninguém, possa esclarecer que a "sua" rua também é de todos (leia os comentários de dia 26 de Agosto). Pois é verdade, a sua justificação é a "mais egoísta das razões". É que os seus problemas de estacionamento, ou o facto de não gostar de andar muito a pé, não podem ser resolvidos à custa de todos. Fique connosco e pode sempre pedir autocolantes, pois parece genéricamente solidário com ideia, excepto na área onde reside.

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  172. Senhor Carlos Pais, engana-se num aspecto (entre outros), o seu bairro é fechado para os ditos cujos carros, mas para os peos não o é, pois do lado oposto à entrada para o bairro, tem uma saída de terra batida que vai dar a outras urbanizaçoes e eventualmente, a uma ESCOLA SECUNDARIA!! E caso não tenha reparado (o que dúvido muito), é muito frequente crianças, adolescentes,etc, usarem esse trilho de terra batida depois de sairem da escola para posteriormente atravessarem o seu bairro e vice versa.

    Se acha que os carros estacionados no passeio apenas prejudicam os moradores, está muito enganado! E sabe muito bem disso. Digo desde já que fui eu que colei os autocolantes no seu bairro, mais uns amigos,(no dia 26) e como costumo usar o caminho que referi anteriormente, garanto que irei continuar a colar os autocolantes até que consiga atravessar o bairro sem ter de me desviar de carros que impedem TOTALMENYE a passagem de peoes nesses mesmos passeios!
    Da proxima vez irei tirar fotografias para que todos vejam que cumpro os critérios (sim, porque eles existem) ao colar os autocolante e também para que possam ver a falta de respeito, civismo, ETC que voce e os restantes moradores do "seu bairro" têm para com os peoes!

    P.S.: Para aquelas pessoas que se sentem revoltadas por levarem um autocolante num vidro e ameaçam reagir, pondo em causa a integridade fisica, estou prevenido e nao hesitarei em me defender. Caso as coisas dêm para o torto, alego legitima defesa com testemunhas pois vou tentar estar acompanhado quando ponho em prática a campanha.

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  173. Bem-haja ER pelo esclarecimento! Por momentos hesitei se esse sujeito não teria um pouco de razão na sua queixa, pois não conheço essa zona. Por aqui se prova como os Carlos Pais deste país têm palas nos olhos, só conseguem ver a estrada a direito e perderam a visão periférica.

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  174. Obrigado pelo esclarecimento ER ficamos aqui todos à espera das fotografias, e já agora o local no google maps!

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  175. A ER,

    Fui uma das vítimas do acto de vandalismo efectuado na Quinta do Barão.

    Informo-o que, de acordo com a lei, não pode alegar legítima defesa se estiver a danificar, a tentar alterar ou a manipular, sem autorização do proprietário, propriedade alheia. Existe, inclusivamente, jurisprudência nesse sentido.

    Informo-o, também, que neste momento os veículos estacionam daquela forma única e exclusivamente porque a autarquia ainda não procedeu às obras de adaptação necessárias para transformar precisamente aquelas áreas em lugares de estacionamento, recuando os passeios para a zona encostada ao muro que delimita a fábrica da Legrand. Esta solicitação foi já efectuada junto da autarquia, aguardando-se uma decisão que foi já informalmente comunicado que seria favorável.

    Este movimento, que poderia ter algum sentido e ajudar a mudar mentalidades, perdeu-o completamente ao incitar a actos de vandalismo como a colagem de autocolantes.

    No ordenamento legal português, que penso que é aquele pelo qual nos regemos, os cidadãos deverão denunciar às autoridades as situações de ilegalidade com que se deparem, não estando autorizados a praticar qualquer tipo de justiça pelas próprias mãos ou a aplicar qualquer tipo de sanção.

    De facto, não sabia que o ER actuava em gangue, mas ainda bem que me informa, porque na noite seguinte tentei estacionar a minha viatura exactamente no mesmo local, para o poder identificar e apresentar uma queixa-crime por vandalismo, cujo enquadramento legal está bem definido. Teria todo o gosto em pagar a minha multa por estacionamento indevido, mas o caro ER estaria a braços com uma acusação bem mais série que o iria deixar durante uns bons tempos a pensar no que fez. Infelizmente, o lugar já estava ocupado e acabei por deixar o carro noutro local.

    Presumo que, ao actuar em gangue e anunciando que está preparado para se defender e ainda tentar alegar legítima defesa, que será complicado estabelecer diálogo consigo, quanto mais identificá-lo, pelo que se calhar foi melhor não termos chegado a contacto.

    Resta uma outra hipótese, que consiste na apresentação de queixa-crime por incitação a actos de vandalismo contra os proprietários deste blog. Será apenas uma questão de tempo até alguém o fazer e, nesse sentido, aconselhava os proprietários do blog a consultar a legislação aplicável, designadamente no que concerne às penas aplicáveis a este tipo de crime.

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  176. Aproveito para dizer que sou morador do bairro em questao e confirmo tudo aquilo que foi dito por ER.
    Aproveito, ja agora, para frisar o facto de alguns moradores deste bairro nao utilizarem o espaço que tem disponivel para estacionar o seu carro na garagem do predio onde residem, por pura preguiça, pois "da muito trabalho", desconhecendo se e ou nao este o caso do Sr Carlos Paiva

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  177. Boas.
    Eu sou morador desse bairro, Quinta do Barão, e confirmo o que foi dito pelo ER, pois fui um dos acompanhantes na prática da campanha.
    Efectivamente, em principal a Rua Jacinto Isidoro de Sousa, ainda que o tráfico principal seja dos próprios moradores (e visitas destes), é também frequente durante o ano lectivo a passagem de muitas pessoas (como frisou o ER) que se dirigem para o lado de lá do trilho que infelizmente ainda não passou disso ( devido à bela Junta que temos ). É, contudo, impossível os peões beneficiarem dos passeios, quando estes estão impedidos; já para não falar das pessoas com cadeiras de rodas, que como deve calcular, sr. carlos paiva, lhes custa muito ter que descer e voltar a subir o passeio cada vez que um individuo se lembra de estacionar o carro num lugar onde não deve, à campeão. Quanto ao caso em particular do sr. Carlos Paiva, como não sei qual é o seu veiculo, não estou a par da atrocidade do seu estacionamento, mas garanto-lhe que por algum motivo foi, e não foi à toa, devido aos poucos autocolantes que estavam à nossa disposição. Espero também que o senhor não seja uma das almas que deixa o carro na rua, apenas porque custa muito estacioná-lo na garagem.
    Fico à espera de um maior cumprimento por parte dos meus vizinhos.
    Um bem haja para todos.

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  178. Nunca vi tanto disparate pseudo-jurídico junto.
    Não subestime os apoiantes deste movimento, que pelos visto possuem muitos mais conhecimentos jurídicos que o sr anónimo prevaricador, aliás bastaria dar uma vista de olhos pelo que tem sido escrito no blog para não avançar com tamanho chorrilho de disparates.
    Mas claro, o sr. anónimo aqui no blog é igual ao sr. anónimo a estacionar: comodista e preguiçoso!
    JC

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  179. Sr. Anónimo,
    Para além de admitir que não cumpre a lei e por isso estar a por em perigo pessoas que obviamente se sentem incomodadas com o seu comportamento, demonstra que aplica os seus (pouco) conhecimentos jurídicos da mesma maneira que estaciona!
    Tal como foi explicado pela Polícia de Segurança Pública, nos meios de comunicação social, o acto de colar autocolantes sobre veículos não se enquadra em qualquer tipo legal de crime por uma simples razão: não há dolo (intenção de danificar) nem sequer dano.
    Perceba que a colagem de autocolantes sobre veículos é feita todos os dias por empresas municipais e câmaras municipais, pela própria polícia de segurança pública e milhões de condutores. Afirmar que um autocolante danifica o seu veículo só poderá ser produto da mesma mente que imagina que a rua do seu bairro só é usada por pessoas do seu bairro e que não incomoda ninguém.

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  180. São estes os carros que o sr anónimo afirma que não incomodam ninguém:
    http://maps.google.com/maps?f=q&source=s_q&hl=en&geocode=&q=Jacinto+Isidoro+de+Sousa&sll=38.707163,-9.135517&sspn=0.287203,0.547943&ie=UTF8&ll=38.695247,-9.334582&spn=0.000561,0.001581&t=h&z=20

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  181. A JC,

    Não é disparate. Consulte a legislação aplicável e, caso queira refutar o que digo, em vez de, de uma forma comodista e preguiçosa, dizer que é um "chorrilho de disparates", enumere os diplomas legais aplicáveis.

    A ER e seu gangue,

    Porque é que não colocaram também autocolantes nos eco-pontos e caixotes do lixo colocados na zona de estacionamento, que apenas ainda não o é pelo atraso da autarquia que referi anteriormente?

    Porque é que não colocaram também autocolantes nos limitadores de estacionamento colocados pela autarquia nas portas dos prédios, os quais orientam os veículos para o estacionamento daquela forma?

    Quando o bairro em questão foi construído, há quase 20 anos, houve um erro na construção de alguns dos arruamentos e dos passeios, erro já assumido pela autarquia, pela junta de freguesia, pelo construtor e afins. A zona dedicada a estacionamento neste bairro de prédios é mais limitada do que as que existem em bairros de moradias, onde tipicamente são considerados 2 a 3 lugares por lote. Por esse motivo, logo aquando da ocupação do bairro, o estacionamento começou a ser efectuado daquela forma, estando a aguardar-se a introdução de pequenas obras de arruamento que farão com que as zonas onde as pessoas estacionam actualmente passem a ser de estacionamento "legítimo".

    A David Baptista,

    Os moradores não usam as garagens dos seus prédios porque os veículos não cabem nelas. Se diz que reside no bairro certamente já verificou que as garagens de quase todos os prédios são apenas "para inglês ver", porque não permitem o estacionamento de uma viatura de dimensão normal (Astra, Golf, Mégane e similares).

    Se nunca entrou na sua garagem, eu exemplifico com o meu caso em particular. O meu prédio tem 11 garagens box, sendo que 5 delas têm os pilares do edifício a 1 metro em frente ao portão da box e a minha, que felizmente não tem nenhum pilar à frente, mede 4m por 2m. Agora diga-me se isto é uma garagem para estacionar um veículo ou se não será antes uma arrecadação.

    Por fim, é frequente deixar o meu carro a cerca de 200 metros de casa, na parte nova do bairro, onde este problema já foi resolvido. Acha que, se o meu carro coubesse na garagem do meu prédio, ainda para mais sendo eu tão comodista e preguiçoso como diz JC, eu iria deixá-lo a 200 metros?

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  182. Reparem no múmero de lugares vazios ao longo da escola enquanto que se pode ver o gang que insiste em ocupar os passeios a pouco metros de distância.

    http://maps.google.com/maps?f=q&source=s_q&hl=en&geocode=&q=Jacinto+Isidoro+de+Sousa&sll=38.707163,-9.135517&sspn=0.287203,0.547943&ie=UTF8&t=h&ll=38.69527,-9.334753&spn=0.001059,0.002401&z=19

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  183. Afinal nem todos os habitantes do bairro estão contentes com a situação!

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  184. Ao Sr. Anónimo de 29 de Agosto de 2009 14:41,

    1. Não se trata de uma escola, mas sim da fábrica da Legrand.

    2. A resolução da imagem não o permite, mas se visitar o local vai poder constatar que existem recortes no passeio e que a maior parte dos veículos que diz pertencerem a elementos de gangues estão devidamente estacionados.

    3. Este bairro não tem empresas nem muito comércio. Como tal, acaba por ser aquilo a que, por vezes, se chama um "bairro dormitório": durante o dia praticamente não existem viaturas estacionadas no bairro, sendo o cenário completamente diferente à noite.

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  185. Como é que tem a lata de pensar que esta situação

    http://maps.google.com/maps?f=q&source=s_q&hl=en&geocode=&q=Jacinto+Isidoro+de+Sousa&sll=38.707163,-9.135517&sspn=0.287203,0.547943&ie=UTF8&t=h&ll=38.695261,-9.334726&spn=0.00053,0.0012&z=20

    não incomoda ninguém?

    Porque é que acha que os seus problemas de estacionamento (legitimos ou não) têm que ser resolvidos à custa do espaço dos peões?

    Se o seu vizinho tiver um piano de cauda e achar que não tem espaço em casa para o colocar, voçê aceitaria que ele o puzesse na caixa de escadas?

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  186. Caro Anónimo das 23:27, antes de mais nada boa tarde.

    O senhor alega que foi "vitima" de um acto de vandalismo.. ora bem, antes de mais nada nao danifiquei, nao alterei/manipulei nada no seu carro, o que fiz foi colocar um autocolante no seu vidro lateral que, por sua vez, e facil de remover nao deixando vestigios nem danificando nada na sua viatura.

    Segundo, a vitima é o peao, que se arrisca a ser atropelado quando sai do passeio para a estrada, no ambito de se desviar dos carros estacionados no passeio, bloqueando a passagem.

    Terceiro, tenho conhecimento do recuo do passeio que irao fazer, no entanto, enquanto as obras nao sao feitas o passeio nao aparece por magia, ou seja, apesar de o projecto ter sido aprovado, ou nao, os peoes terao de usar o existente passeio e os carros terao de estacionar no sitio indicado, sim porque nessa rua a estrada tem marcaçoes para os carros estacionarem paralelamente ao passeio!

    Quarto, nao pertenço a nenhum gangue, se acha que o somso entao está muito enganado pois nem somos criminosos nem temos intençoes de praticar actos de vandalismo, antes pelo contrario! tentamos ALERTAR as pessoas no ambito de melhorar a sociedade. O senhor nao precisa de ter medo ou receio ou o que lhe quizer chamar de se defrontar comigo e com os meus amigos, pois quando digo que estou preparado para me defender é no caso de alguem me abordar com intençoes de me agredir ou de por em causa a minha integridade fisica, parto do principio que o senhor e uma pessoa educada, respeitadora (quando nao está ao volante) e acredito que poderiamos estabelecer contacto, pelo menos da minha parte nao haveria qualquer problema, pois ao contrario do que voce pensa, eu nao tenho intençoes de entrar em conflitos com ninguem, e sou uma pessoa pacifica!

    Já agora pode ver as coisas desta maneira, acabo por ser seu amigo pois em vez de chamar as autoridades, como voce diz que é o que devemos fazer porque está na lei, coloquei um autocolante a avisar (é para isso que esta campanha existe, para alertar, chamar a atençao aos donos dos veiculos indevidamente estacionados, e quem o avisa seu amigo é) de que está a impedir a livre passagem de peoes, evitando que o senhor pague uma multa... mas se o senhor prefere a multa entao nao se preocupe, que mais tarde ou mais cedo elas vao começar a surgir.

    Queria tambem, se nao for pedir muito, que quando se defende dizendo que está na lei, que indique os artigos, assim terá uma resposta fundamentada.

    P.S.: queria emendar o meu post pois enganeime no nome da pessoa, nao é o senhor Carlos Pais mas sim Carlos Paiva.

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  187. Caríssimo anónimo pseudo-jurista-abusador-de-espaços-publicos:
    Quem invoca a lei é que terá o ónus de a demonstrar1
    Porém, face à realidade da sua falta de cultura jurídica eu, por cortesia e algo de caridade, faço o frete de o elucidar:
    O tipo de crime em causa seria o crime de dano:
    Artigo 212.° (Código Penal Português)
    1 — Quem destruir, no todo ou em parte, danificar, desfigurar ou tornar não utilizável coisa alheia, é punido com pena de prisão até 3 anos ou com pena de multa.
    2 — A tentativa é punível.
    3 — O procedimento criminal depende de queixa.
    4 — É correspondentemente aplicável o disposto nos artigos 206.° e 207
    (Ainda temos tipos qualificados, como será o dano qualificado, dano com violência, mas que não será, certamente o caso)
    Em primeiro lugar, como qualquer jurista medíocre lhe dirá, para preencher qualquer tipo de crime há que ter em conta:
    1. A imputação objectiva;
    2. A imputação subjectiva;
    3. A ilicitude;
    4. A culpa;
    5. E a punibilidade.
    Logo no que se refere ao 1.º aspecto, dificilmente se preencheria o tipo legal, pois desconheço caso algum em que o autocolante tenha:
    Destruído; ou
    Danificado; ou
    Desfigurado ou tornar inutilizável (sendo que estes casos são entendidos, jurisprudencial e doutrinalmente, como permanentes);
    Mas mesmo assim, imagine-se que, hipoteticamente, alguém colou dez autocolantes no vidro da frente do seu automóvel, com super cola três e um toque de decapante, tornando-o de facto «inutilizável».
    Neste caso teríamos que aferir a imputabilidade subjectiva, ou seja se houve dolo:
    Sabemos (ou melhor, sei eu, você terá que se contentar…) que não há, no nosso ordenamento, o tipo de dano por negligência; logo seria necessário invocar/provar o dolo (intenção em produzir o resultado tipo), numa qualquer das suas formas, o que não é nada fácil.
    Mas suponhamos, mais uma vez nos limites da ficção científica, que o colador admitia em juízo que pretendia exactamente «inutilizar» o seu monte de sucata; ainda assim teria que se demonstrar a ilicitude (ou a falta de causas que a justifiquem) e a culpa. Ora é aqui que a porca torce o rabo, pois em matéria de culpa, toda a sua construção pseudo-jurídica cai por água abaixo!
    Pois será que, qualquer pessoa média na situação concreta, teria agido de maneira muito diferente?
    A mim parece-me que a vossemecê teve muita sorte, e falo por experiencia própria, pois a mim, admito, já me fizeram bem pior por bem menos!
    RESUMINDO: TENHA VERGONHA!
    JC

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  188. Ontem à noite fui surpreendido com um autocolante vosso no vidro do meu carro. O meu carro estava em cima de um passeio autorizado por um agente de autoridade, pois havia um concerto ali perto (palácio de cristal - Porto).
    Sempre achei por bem que cada um lute pelo que acredita e tal como vocês lutam por esta "causa" eu também luto contra abusos, pelo que apresentei queixa às autoridades competentes pelo abuso de utilizarem o meu veiculo e ainda por me julgarem moralmente sem estarem habitados para isso!
    A queixa-crime irá agora avançar e os responsáveis serão condenados a coimas e indemnizações, aplicadas pelos que são autoridade em Portugal, os mesmos que podem dizer que um veiculo está mal estacionado em via publica!

    Com os maiores cumprimentos,
    Duarte Pereira
    (duarte.flp@gmail.com)

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  189. Amigo Duarte Pereira leia SFF o post acima do companheiro JC, julgo que o elucidará quanto à potencialidade das suas aventuras judiciais.

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  190. Acho esta iniciativa de louvar e concordo com ela mas é necessário ter bom senso a colocar os autocolantes. Não faz sentido colocar autocolantes em automóveis que estão meio estacionados em cima de 1 passeio que tem 4 metros de largura!!!!!!!!! É exagerado, desproporcional e retira credibilidade a toda a iniciativa.

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  191. Caro Anónimo das 23:16,

    Pense bem. Um carro sobre um passeio (geralmente em empedrado de calcário) perturba invisuais, esconde e põe em perigo peões que estão a atravessar a rua (principalmente crianças), estraga a calçada que é de todos e foi colocada e será reparada com o dinheiro de todos (enquanto não for reparada é um perigo para todos os que por ali passam).

    Como já várias pessoas o afirmaram nestes comentários é perfeitamente possível viver em Portugal sem estacionar o carro sobre o passeio. Só terá que ter educação, civismo, sentido de responsabilidade, empatia pelos outros e andar um pouco mais a pé.

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  192. A João Amaral,

    Eu nunca disse que a situação não incomoda ninguém. Por isso mesmo é que foi tomada a iniciativa, junto das entidades competentes, de se resolver a situação de forma adequada e legal.

    Se um vizinho meu tivesse um piano de cauda e precisasse de usar o espaço das escadas, naturalmente falaria com ele e lá se encontraria uma solução, um pouco como aquilo que se fez junto das tais entidades competentes.

    Deixar-lhe autocolantes ou papelinhos no piano é que, certamente, não faria.

    A ER,

    Se diz ter conhecimento do trabalho que já foi feito, então ainda mais razão me dá.

    Os condutores / moradores do bairro tentaram prontamente, sem necessidade de autocolantes nenhuns, encontrar uma solução para minimizar o impacto do estacionamento junto das entidades competentes. Conseguiu-se encontrar uma solução. Agora aguarda-se a sua implementação.

    E eu pergunto: se você está ao corrente de tudo isto, o que é que tenta provar ou quem está a tentar alertar ao colar autocolantes em carros?

    Para além disso, está a dizer-se meu amigo ao não chamar autoridades. Antes de mais, meu amigo não é certamente, pois está a tentar inferiorizar todo um trabalho que já foi feito. Mas desde já o informo que, se conhece esse trabalho, também saberá que a PSP foi envolvida nesta questão. Chame as autoridades à sua vontade, especificamente a PSP de Carcavelos: estão ao corrente da situação e conhecem bem os problemas de estacionamento do bairro, bem como o modo como se tentam contornar até à efectiva implementação de uma solução.

    A JC,

    Ao tentar iluminar-nos com a sua interpretação legal esquece-se de questões elementares. Se tiver lido o meu primeiro comentário certamente ter-se-á apercebido que eu referi já existir jurisprudência que anula a sua argumentação.

    Para além disso, recuso-me a descer ao seu nível, que mistura conceitos legais com insultos e insinuações de culpa.

    Pelos seus modos e genuína demonstração daquilo que não é uma boa educação, você é a última pessoa neste "fórum" a quem devo algum tipo de explicação, mas deixe-me que lhe diga que considero que a iniciativa de tentar encontrar uma solução para este problema é uma forma bem mais nobre e útil de alertar para a questão e resolver efectivamente o problema do que andar por aí anonimamente a espalhar autocolantes, convencido que isso irá resolver alguma coisa.

    (continua)

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  193. (continuação)

    A Passeio Livre,

    Se houve alguém da PSP que lhe disse que colar autocolantes não presumia a existência de dolo, enganaram-no bem. A PSP levanta autos, não julga se há dolo ou não. Quem o decide são os tribunais.

    Não tenho dúvidas que este movimento poderia causar algum impacto e ajudar a mudar mentalidades. Há inúmeros abusos no estacionamento nos grandes centros urbanos, fruto de maus hábitos enraizados ao longo de vários anos.

    No entanto, a vossa actuação está a cair no exagero e, em vez de mudar mentalidades, estão a semear revolta contra a vossa actividade, o que, julgo eu, não deve ser o vosso objectivo.

    Foi claramente uma oportunidade perdida para fazer algo nobre e útil face a um problema que, de facto, precisa de ser resolvido.

    A Duarte Pereira,

    Tenho conhecimento de outras pessoas que pretendem avançar com queixa-crime contra este movimento. Irei falar com essas pessoas e dentro de poucas semanas (alguns deles encontram-se em férias) enviar-lhe-ei um e-mail com os seus contactos.

    Estou certo que o ER e o David Baptista, estando tão seguros da legitimidade da sua actividade, também entrarão em contacto consigo, para que possam ser incluídos no processo.

    Nota final

    No bairro onde vivo há já algum tempo, um dos principais aspectos positivos é a calma, a tranquilidade e o facto das pessoas se conhecerem umas às outras. Como disse David Baptista, é um bairro onde praticamente só circulam os moradores e seus visitantes. Ainda é um daqueles bairros em que os moradores se cumprimentam, todos conhecem o dono do café ou a senhora da mercearia.

    As pessoas falam e é dessa forma que se resolvem os problemas que vão surgindo, existindo até uma associação de moradores.

    A vossa actividade, anónima, prende-se com a vandalização de viaturas.
    Nós preferimos sair do anonimato, encontrar ideias e apresentá-las às entidades competentes, pelo que, sinceramente, não entendo qual é a vossa intenção.

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  194. Querem acreditar que o selvagem que ficou surpreendido por lhe colarem o autocolante no Porto... é escuteiro?! Sim, daqueles que dantes ajudavam as velhinhas a atravessar a rua. O mundo está perdido. Agora, de facto não passam de meninos vestidos de idiotas, comandados por idiotas vestidos de meninos!

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  195. Ao Anónimo que a mim dirigiu palavra, digo o seguinte:
    - Ainda que as garagens não estejam em condições para o arrumamento de carros, é-me custoso acreditar que isso seja motivo suficiente para estacioná-lo à má fila no local mais próximo que apareça à frente. Não examinei devidamente a parte nova do bairro a esse respeito, mas se para esse efeito já está melhorada, creio que é de louvar a sua acção, pelo menos temporariamente, enquanto a situação não se resolve, pois está-se a tirar lugar aos habitantes dessa parte do bairro.
    - Quanto ao comentário dirigido a ER, creio que seja desnessário dizer o quão inútil se tornaria colocar os autocolantes nos locais que mencionou; pois, como deve estar a par, toda a acção que depende de uma autarquia, etc. demora eternidades a ocorrer. Recorremos então ao cidadão comum, para que pelo menos dele parta alguma iniciativa. Quanto aos limitadores em particular, não achei uma medida incorrecta, pois a minha família, anteriormente, tinha sempre que ter muito cuidado com o veiculo para entrar na garagem dado o minusculo espaço de manobra para entrar na garagem que os carros estacionados proporcionavam.

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  196. Caro «pseudo-jurista-abusador-de-espaços-públicos»,
    Quando refere que existe jurisprudência que anula a minha argumentação, acredita sinceramente que isso é um argumento honesto?
    Diz-me para evocar a legislação e vc limita-se a dizer que existe jurisprudência?
    E já agora que anula precisamente o quê?
    O facto do «crime de dano» necessitar que exista um dano verdadeiro e palpável?
    O facto do «crime de dano» necessitar que exista uma intenção em danificar?
    O facto de, em matéria de culpa, existirem causas que excluem ou diminuem sensivelmente a mesma?
    Sim, porque é muito fácil dizer que há jurisprudência, tal como é fácil dizer que vc é um «pseudo-jurista-abusador-de-espaços-públicos», embora nesta situação sempre tenho os factos apresentados por si que ilustram, quer a sua falta de conhecimentos jus-científicos, quer a sua falta de civismo.
    Abr
    JC
    PS: A jurisprudência em Portugal não é fonte de Direito (tal como disse, elucido-o por uma questão de caridade…)

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  197. JC,

    Estude um pouco mais.

    Pesquise nos seus livros de introdução ao direito (português, entenda-se) e encontrará informação que lhe dirá o seguinte:

    "São enumeradas tradicionalmente quatro fontes do direito:

    - A LEI;
    - O COSTUME;
    - A JURISPRUDÊNCIA;
    - A DOUTRINA."

    Não o elucido por qualquer questão de caridade, mas apenas para repor a verdade.

    Relativamente aos restantes argumentos que apresenta, não me merecem qualquer comentário.

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