É assim todas as manhãs...
Acesso pedonal ao Centro de Saúde de Paço de Arcos (3)
...e todo o caminho até à porta principal, cheio de carros e obstruído para todos, em especial cadeiras de bebés, deficientes, crianças e idosos.
O estacionamento em Lisboa está em saldos há 40 anos
Pois em Amesterdão uma avença anual para estacionar o automóvel no centro da cidade 24 horas por dia, custa 13281 euros. Escrevemos por extenso pois tememos que podeis não ter percebido bem: treze mil, duzentos e oitenta e um euros por ano, é o que custa uma avença anual de estacionamento em Amesterdão. Já a avença congénere em Lisboa nos parques da EMMEL, não chega aos 80€ por mês, cerca de 960€ por ano, cerca de 14 vezes menos que em Amesterdão. E não, não há paridade-poder-de-compra que alguma vez justifique estes números.
fontes:
-https://www.q-park.nl/nl/parkeren-bij-q-park/per-stad/amsterdam/de-bijenkorf
-http://www.veraveritas.eu/2015/04/retorno-sobre-investimento-dos-parques.html
| No centro de Amesterdão, uma avença de estacionamento 24/h por dia, custa cerca de 13 mil euros por ano. |
| Em Lisboa, uma avença mensal no centro custa 80€, 960€ por ano. |
Agir mais e sensibilizar menos
Decorrido tanto tempo e constata-se que esta foi mais uma nula campanha de "sensibilização" da PSP. Em vez disto, porque não se limitaram simplesmente a autuar os infratores?
Vandalismo de carros mal estacionados
Repudiamos o vandalismo dos automóveis ilegalmente estacionados e temo-lo vincamente dito neste blogue, mas como o estacionamento ilegal e a usurpação do espaço pedonal se tornou a normalidade e não a exceção, com o conluio assustador da sociedade civil e das autoridades policiais, muitas vezes ações mais radicais são tomadas. Apesar de as condenarmos, compreendemo-las parcialmente. Foi o caso de um caso que está a dar que falar na Rússia quando uma carrinha ilegalmente estacionada foi incendiada por vândalos. Na mensagem que deixaram pode ler-se: "aprende a estacionar, pu**"!
Outro caso que ficou famoso em Munique na Alemanha, muito mais interessante pois aparentemente não se danificava o automóvel, é o de carwalking. Carwalking, traduzido como andar sobre carros é uma ação de protesto que consiste em caminhar por cima de automóveis, por norma ilegalmente estacionados em zonas estritamente pedonais. Esta ação de protesto é entendida por todos os códigos penais como dano da propriedade privada, sendo assim ilegal. Quem o faz, usa-o por norma como forma de protesto radical contra as elevadas taxas de motorização em zonas urbanas, onde uma das principais consequências é o estacionamento ilegal nos passeios, nas calçadas e em áreas exclusivamente destinadas aos pedestres. Um carwalker que ficou famoso foi Michael Hartmann que na década de oitenta, usou bastante esta ação de protesto na cidade alemã de Munique.
Lisboa Menina e Moça VI
Caros leitores, onde fica este local na cidade de Lisboa?
Denota-se pela imagem de satélite que Lisboa está desenhada claramente a pensar nas pessoas e na qualidade pedonal. Foi feito processamento de imagem à imagem de satélite, e à zona de alcatrão foi-lhe acentuada uma tonalidade avermelhada, para acentuar o contraste entre as zonas pedonal e motorizada.
Para os outros capítulos desta rubrica, clicar AQUI.
Denota-se pela imagem de satélite que Lisboa está desenhada claramente a pensar nas pessoas e na qualidade pedonal. Foi feito processamento de imagem à imagem de satélite, e à zona de alcatrão foi-lhe acentuada uma tonalidade avermelhada, para acentuar o contraste entre as zonas pedonal e motorizada.
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Na Moita do Ribatejo, o peão é tratado como cão
A Moita é uma vila portuguesa pertencente ao Distrito de Setúbal, região de Lisboa e sub-região da Península de Setúbal, com cerca de 17 600 habitantes e uma saciedade indomável por parte dos seus automobilistas para estuprarem criancinhas ao pequeno-almoço e o espaço pedonal ao almoço. É sede de um município com 55,26 km² de área, 66 029 habitantes (2011), e cerca de 9,13 milhões de automóveis, estando subdividido em 4 freguesias. O município é limitado a norte, através de baixios do estuário do Tejo, pela área principal do município do Montijo, a nordeste também pelo Montijo, a sudeste e sul por Palmela, a oeste pelo Barreiro e a zénite pela sede do ACP.
Na Moita pode-se infringir o código de estrada à vontade porque pura e simplesmente não existe fiscalização nenhuma, o escasso policiamento que existe está-se a borrifar para quem anda a pé ou para quem tenha mobilidade reduzida, a câmara de vez em quando lá vai montando uns pilaretes à conta dos impostos dos contribuintes, e os ruminantes que colocam os seus carros em qualquer lado sem olhar a quem já se aperceberam que podem colocar os carros onde lhes apetece que não são multados por isso. Nestes últimos anos é vê-los cada vez em maior número espalhados por tudo o que é passeio, passadeira e até a vedar o acesso das pessoas às suas habitações, por incrível que pareça na maioria dos casos nem é por falta de lugares de estacionamento, é mesmo para ter o veículo encostado à porta de casa ou da tasca onde estão a mamar uns copos ao final da tarde. Isto tudo vai acontecendo sem que a GNR da Moita tenha qualquer intervenção no sentido de acabar com isto, os mais frágeis que se lixem.
As fotos foram tiradas em dias seguidos no trajecto que é utilizado por centenas de pessoas a pé entre a estação de comboios e o Bairro da Caixa.
Os moitanos autofílicos são assim, selváticos, apreciam a natureza e uma boa lide. Para estarem bem preparados para as lides contra bois, touros e animais de similar porte, é bom estar-se bem preparado todo o ano, caminhando no alcatrão, onde o perigo é eminente. É que de acordo com a ANSR, é mais perigoso à sociedade a lata de 4 rodas que os moitanos usam para parquear no espaço pedonal, que os touros que vagam pela cidade nos períodos da festa rija. Mas uma boa pega começa assim, na estrada defronte para a besta metálica. Vão treinando, que a Moita é local propício.











































Na Moita pode-se infringir o código de estrada à vontade porque pura e simplesmente não existe fiscalização nenhuma, o escasso policiamento que existe está-se a borrifar para quem anda a pé ou para quem tenha mobilidade reduzida, a câmara de vez em quando lá vai montando uns pilaretes à conta dos impostos dos contribuintes, e os ruminantes que colocam os seus carros em qualquer lado sem olhar a quem já se aperceberam que podem colocar os carros onde lhes apetece que não são multados por isso. Nestes últimos anos é vê-los cada vez em maior número espalhados por tudo o que é passeio, passadeira e até a vedar o acesso das pessoas às suas habitações, por incrível que pareça na maioria dos casos nem é por falta de lugares de estacionamento, é mesmo para ter o veículo encostado à porta de casa ou da tasca onde estão a mamar uns copos ao final da tarde. Isto tudo vai acontecendo sem que a GNR da Moita tenha qualquer intervenção no sentido de acabar com isto, os mais frágeis que se lixem.
As fotos foram tiradas em dias seguidos no trajecto que é utilizado por centenas de pessoas a pé entre a estação de comboios e o Bairro da Caixa.
Os moitanos autofílicos são assim, selváticos, apreciam a natureza e uma boa lide. Para estarem bem preparados para as lides contra bois, touros e animais de similar porte, é bom estar-se bem preparado todo o ano, caminhando no alcatrão, onde o perigo é eminente. É que de acordo com a ANSR, é mais perigoso à sociedade a lata de 4 rodas que os moitanos usam para parquear no espaço pedonal, que os touros que vagam pela cidade nos períodos da festa rija. Mas uma boa pega começa assim, na estrada defronte para a besta metálica. Vão treinando, que a Moita é local propício.











































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