O passeio em cima do carro

São cada vez mais as pedras de calçada soltas, resultado do estacionamento indevido em cima dos passeios. Assim, e quando não há autocolantes à mão, há quem opte por deixar os passeios em cima dos carros!...


22 comentários:

  1. Um gesto interessante, não me parece ilegal ou enquadrar-se numa moldura penal relacionada com vandalismo, visto que em princípio não risca a pintura do carro, mas acho demasiado ousado, bem mais ousado e bem menos pedagógico que o autocolante.

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  2. Eu estaciono em cima do passeio regularmente, não vejo qual é o problema.
    As pessoas podem sempre contornar o carro, tenho sempre esse gesto cívico de deixar pelo menos meio metro para as pessoas.
    Se apanhar alguém a colocar uma pedra em cima do meu carro, é certo e sabido que colocarei a mesma pedra em cima da respectiva cabeça. Se rachar paciência, talvez ligue o 112.

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    1. Por causa de javardos como este Anónimo das 9:42, a vontade que tenho não é de pousar a pedra em cima do carro, mas de lhe atirar aos vidros todas as que encontrar. Se, depois de ler a informação que está neste blog, ainda não percebeu porque é que não deve estacionar o carro no passeio, é demasiado estúpido para ser tratado como um ser humano, e só à "paulada" lá vai, tal como uma besta teimosa que não cumpre as regras.

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    2. O senhor acha que identificar-se como "bicicleta" atesta mais da sua frontalidade de quem se identifica como "Anónimo"?
      Pode não concordar com o Anónimo das 9:42 mas pelo menos a opinião deste foi escrita com educação. Já a sua deixa muito a desejar. Chamar "javardo", "estúpido", "besta teimosa" a alguém só porque não tem a mesma opinião diz muito do seu civismo, senhor bicicleta. Aliás, não pense que o seu nickname "bicicleta" lhe dá um automaticamente o estatuto de pessoa superior, civilizada, ecológica...

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    3. Espero que o Anónimo 09:42 tenha a sorte de se espetar de carro contra um poste e que parta as duas perninhas ou a coluna (e com sorte haverá em redor alguém com paciência que ligue ao 112), e quando circular no seu novo veículos de 4 rodas (cadeira de rodas), que circule nessa "autoestrada" para peões, isto é, o tal meio metro de calçada que "civicamente" faz sempre questão de deixar quando estaciona.

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    4. o senhor anonimo das 9,42 não dá a cara (nome) porquê? o seu comentário afirmando que estaciona em cima do passeio regularmente, não vejo qual é o problema, um dia que tenha de circular na via publica em cadeira de rodas vai saber o porquê, pela pior maneira, pense nisso porque quem ainda não é deficiente, É UM POTENCIAL DEFICIENTE, dai o civismo que se procura dos condutores mal formados.

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    5. Então o senhor acha-se mais educado por não insultar ninguém, e depois reconhece que tem o triste hábito de estacionar REGULARMENTE no passeio, como se, ao fazê-lo, não estivesse também a desrespeitar os outros... haja coerência! Para além de não ter civismo, assumiu ser uma pessoa egoísta, com pouca educação e que se está completamente a marimbar para os outros...

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    6. A educação não se mede pelas palavras que utilizamos. Aqui, não se trata de um debate de opiniões, em que a discordância seria possível, e uma argumentação bem estruturada e racional poderia levar ao enriquecimento dos intervenientes. O comportamento descrito pelo referido anónimo é indigno de um ser civilizado, as palavras que utilizei para o descrever adequam-se perfeitamente, e a humanidade só fica mais pobre por nela existirem coisas como a dita besta.

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    7. O problema, o grande problema, aliás, é não existir polícia que o obrigue a cumprir a lei e que lhe aplique a coima de € 30 a € 150, consignada no ponto 3. do artº. 49º. do Código da Estrada, por estacionar "nos passeios e demais locais destinados ao trânsito de peões". O seu "gesto cívico" de "deixar meio metro para as pessoas" ao estacionar regularmente" em cima dos passeios, é fenomenal e nunca tinha lido uma tirada como esta, palavra! O que demonstra que, civismo e cidadania, são palavras que não constam do seu conhecimento. E que me faz suspeitar que a sua licença de condução foi obtida com 3 tampas de Farinha Amparo e uns trocos a quem lhe fez o exame de código.

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    8. @bicicleta: "A educação não se mede pelas palavras que utilizamos".
      Ok, assim sendo, vá prá puta que o pariu não configura falta de educação.

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    9. @João do Couto Lopes, se o anónimo das 9H42 for tão feio como você é, acho normal que ele não queira mostrar a cara.

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    10. "tenho sempre esse gesto cívico de deixar pelo menos meio metro para as pessoas" mas uma cadeira de rodas, de bebé ou carrinho de compras precisa pelo menos de um metro para passar.... daaah

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    11. Eu tive um acidente de viação, estive dois meses internado e depois andei de cadeira de rodas algum tempo. Nunca antes tinha sentido na pele, mas carros estacionados nos passeios e indevidamente estacionados no lugar de deficientes são um problema.

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    12. O comentário do Anónimo das 9:42 foi feito por alguém apenas a gozar, naturalmente. Aliás, quem visita este site é porque é adepto do civismo nas ruas. Logo, não poderá ser por alguém que estaciona o carro no passeio. Não percebo é o porquê de colocar uma resposta deste tipo, talvez só com o intuito de gerar discussão inútil.

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    13. "O comentário do Anónimo das 9:42 foi feito por alguém apenas a gozar" - tambem me parece

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  3. Nah... poisa-se o "passeio" com muito jeitinho. Mais jeitinho do que os automobilistas têm ao estacionar em cima do passeio

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  4. Este debate, apesar de primário, é interessante. As palavras, não é por serem cordatas que são inofensivas, ou vice-versa. Hitler não era brejeiro, pelo contrário, era extremamente bem educado, já a peixeira da barraca, pode proferir uma asneira por cada duas palavras, mas de facto, podem não ter qualquer impacto real. Mas o mais grave neste debate, é colocar-se no mesmo patamar moral, ataques à integridade física de um ser humano, com destruição de propriedade privada. Isso revela, que o automóvel em Portugal tem mesmo, na realidade, estatuto de sacrossanto. O tipo de reações que aqui lemos por parte dos supostos peões, é muito censurável e vai contra os mais elementares princípios de urbanidade; mas a reação dos visados automobilistas ultrapassa todos os limites aceitáveis da humanidade, quando reagem à destruição do seu carro, como se lhes estivessem a matar um filho. Isto é sintomático do poder que o automóvel tem do ponto de vista psicossexual e psicanalítico. Isto explica a nulidade das autoridades para sanar esta praga, porque as autoridades são feitas por gente "normal" da sociedade, que também tem carro e considera por certo aceitável estacionar sobre o passeio.

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  5. Não estaciono em cima do passeio, no meu blogue publico fotografias de automóveis mal estacionados e condeno firmemente quem o faz. Contudo colocar pedras em cima de carros é vandalismo, uma estupidez e quem o faz merecia um murro nos cornos.

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    1. O seu nível de participação neste espaço, pela resposta que dá, revela um civismo e uma urbanidade, que das duas uma; ou tem uma raiva irascível aos membros do Passeio Livre, ou faz parte do grupo de portugueses que considera o automóvel sacrossanto, qual vaca na Índia. Se reparar no meu primeiro comentário, não apoio este tipo de ação, exatamente para evitar reações como a sua, mas está longe de ser vandalismo, visto que a pedra não risca a pintura do carro, visto estar estática. Respire fundo e relaxe, durará mais anos. Cumprimentos

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  6. Estou farto de pessoas sem civismo, carros estacionados em cima dos passeios é "mato" - e ainda se acham com toda a razão.

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  7. Todos os passeios deviam ter pinos, assim já ninguém estacionava!

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