Agente João Grenha, da Polícia de Trânsito de Lisboa presta um péssimo serviço à comunidade!

No passado dia 18 de Setembro de 2013, cerca da 17h30, o nosso leitor aguardava passagem na passadeira localizada na interceção da Av. De Roma com a Rua Frei Amador Arrais, em frente ao Fruta Almeidas, em Lisboa.

Um veículo BMW (na foto) estava estacionado no passeio em frente dessa passadeira, situação recorrente e habitual nessa zona,  e junto à parede uma moto. Ao seu lado estava um agente da Polícia de Trânsito, cuja placa identificativa indicava o nome João Grenha. Dirigiu-se ao agente, referindo a situação ilegal do veículo, e o mesmo não lhe respondeu, nem sequer olhou para si. Quando o sinal mudou para verde, avançou e reparou que o agente ficou para trás propositadamente, de forma a o nosso leitor não se aperceber o que inevitavelmente saberia que iria acontecer. Não se dirigiu ao veículo e continuou a sua marcha em frente.

De novo chamou-lhe a atenção, referindo que tinha registado a sua identificação, mas o referido agente de novo não lhe respondeu nem olhou para si e seguiu em frente.

É esta a atitude que a PSP tem para com o estacionamento ilegal? Mais grave ainda, é esta a atitude dos agentes para com os cidadãos? Onde está o respeito e o senso de justiça de quem deveria ser o primeiro a dar o exemplo?

O nosso leitor exige que seja tomada uma atitude relativamente ao comportamento desse agente, tendo já efetuado a respetiva queixa às autoridades competentes, porque não é o primeiro que lhe ignora ou trata rudemente quando interpela relativamente a uma irregularidade de estacionamento. É lamentável que o peão continue a ser tratado com indiferença e desrespeito em detrimento do automobilista.




13 comentários:

  1. Acabei de passar por este mesmo local. Desta vez, o carro lá estacionado era preto... e nada acontece!
    Ao lado, a obstruir a entrada do prédio n.º 1 (violação do Art.º 50, multa até 300€), o Smart do talho, que ali está sempre. Tudo absolutamente impune, HOJE E SEMPRE.
    Uma vergonha, mas sem quaisquer esperanças de que seja de outra forma. Quem mora ali perto poderá explicar o motivo de tanta impunidade - é assim há anos e anos, e é um segredo de Polichinelo.

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  2. Não percebi bem. Quer dizer que o João Grenha recebe 1200€ por mês dos meus impostos para não fazer nada perante ilegalidades? E que tal enviar esta situação à PSP

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  3. Eles ficam a rir-se de nós. É preciso sangue frio, respirar fundo e ignorar... pois só assim se sobrevive do coração neste país.

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  4. E começarem a usar o autocolante do passeio livre? Foi para situações como esta que ele foi feito! Se querem mudar alguma coisa metam 10 autocolantes na porra do Smart e do Bmw

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  5. Esta situação FOI enviada à PSP. Responderam-me uma vez dizendo que iriam questionar o agente. NUNCA mais me responderam nem com insistência da minha parte. É triste ver que eles se protegem como uma matilha. A farda que usam não significa nada.

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  6. Não foi referido, mas este agente era da PSP Trânsito. Pior ainda. Já tinha feito queixa anteriormente de outro agente da PSP trânsito que também me tinha ignorado e pior ainda chamou-me de incómodo e que praticamente por outras palavras disse para eu ir chatear outro. De novo, eles protegeram-se uns aos outros e argumentaram que eu não tinha provas. Desta vez, nem com provas mexeram uma palha.

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  7. Primeira e única resposta da PSP:
    "Relativamente ao assunto em epígrafe, encarrega-me o Ex.º Sr. Subcomissário João Humberto Vieira Moura, na ausência do Diretor do GIRP de informar V. Exª. que:

    De facto, pelo que nos relata, a PSP demarca-se objetivamente deste tipo de conduta. É uma situação irregular, numa zona em que o trânsito de peões e veículos tem de fluir e tratando-se de um elemento da Divisão de Trânsito (pelo que nos relata) devia ter agido em conformidade ou pelo menos comunicado com V.ª Ex.ª.

    Estamos a averiguar a situação internamente, no entanto permita-nos considerar algumas situações circunstanciais em que a vida é fértil: o carro transportava pessoa deficiente? O condutor e/ou passageiros assim procederam por se tratar de uma situação de urgência/emergência? Terão falado com o Agente expondo alguma situação particular que os obrigou a adoptar aquele estacionamento? O Agente encontrava-se em plenas condições de autuar o veículo (não estava envolvido em nenhuma outra diligência/ocorrência que o impossibilitasse?).

    Averiguaremos todas estas hipóteses, mas sublinhamos que pelo menos devia ter comunicado com o cidadão."

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    1. Brutal o argumentário da matilha da PSP na resposta!!! Em situação de urgência podemos violar o espaço pedonal, como se o BMW fosse um veículo de emergência para o efeito!

      Já sabe caro leitor que quando precisar de ir à farmácia numa "emergência" o código da estrada é letra morta. Coloca os 4 piscas, sirene comprada no chinês, luzes de máximos a piscar, e "ala que é Cardoso" que a compra dos preservativos é uma emergência!

      Caso seja mesmo uma emergência o sr. do BMW pára na faixa de rodagem, claro está, como plasmado no Código da Estrada! A PSP de Trânsito está cada vez mais inútil e ignorante.

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  8. Esta foi a minha última resposta ao silêncio deles. Boa sorte para vocês na vossa missão (quase) impossível:

    "Caros senhores. É inacreditável que passados 4 meses não obtive mais nenhuma resposta referente a esta situação. É inacreditável a postura continua da PSP em relação ao estacionamento selvagem (por outras palavras, conivência) e mais inacreditável ainda é o facto de nada ter sido feito em relação ao agente que me ignorou, demonstrando novamente que a PSP não tem o mínimo interesse em lidar com o estacionamento irregular. As leis neste país não passam do papel e de novo digo, a PSP é diretamente responsável por isso ao ignorar constantemente que o meu filho, o meu pai, a minha esposa e todos os outros cidadãos tenham que circular na estrada ou arriscarem-se a serem atropelados ao atravessarem uma passadeira com carros estacionados a menos de 5 metros ou em cima dela.

    Já não é a primeira vez que faço queixa de um agente por conduta indevida e por me ter desrespeitado. E naturalmente fui ignorado ou chamado de mentiroso e o processo fechado. Parabéns pela honestidade!

    Se fui agressivo neste email, não é por ser uma pessoa sem cultura e mal informada, é simplesmente por estar cansado de ver quem deveria forçar a lei, ignorar completamente este tipo de situações. E por favor não me peçam para indicar lugares em Lisboa onde isso aconteça, porque até nas imediações das esquadras é corriqueiro.

    Não vou mais me preocupar com esta situação porque felizmente vou abandonar o país. Tenho este estranho hábito de ser civilizado e de ensinar ao meu filho também a ser."

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    1. Uma cambada! Como corporação coçam as costas uns aos outros. e o "Governo" olha para o lado. Lembra-se do comandante que foi demitido por causa da subida dos agentes na Assembleia Nacional? Pois é, a foi demitido e mandado para Paris com um chorudo ordenado.
      Infelizmente somos governados por uma cambada de filhos da puta. Fomos, somos e seremos sempre assim. O povo é sereno, lá dizia o outro. Falta-nos a garra de um ucraniano ou de um venezuelano!

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    2. Caro queixoso. Dá próxima vez, faça carwalking por cima do carro! Garanto-lhe que a PSP intervém!

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    3. Não acho que vá descer ao nível desses bandalhos nem da PSP, que curiosamente estão ao mesmo nível.

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  9. O Passeio Livre fez uma queixa oficial à PSP contra o agente João Grenha tendo recebido a seguinte resposta:

    Sobre o assunto colocado no email infra informo V. Ex.ª o seguinte:

    1. O agente policial visado, Agente Principal João Grenha, colocado na DT, instado a pronunciar-se sobre o exposto, informou o seguinte:

    a) No dia 18/09/2013 esteve de serviço de remunerado na zona do Chiado, em Lisboa, das 12h00 às 17h00 e durante esse período ninguém se lhe dirigiu;

    b) Após ter terminado o serviço, deslocou-se para a sua residência, sita na área do concelho do Barreiro, utilizando os transportes públicos;

    2. O referido na alínea a) do ponto anterior corresponde à verdade.

    3. O referido na alínea b) não podemos confirmar, dado que o serviço remunerado terminou às 17H00 e a ocorrência teve lugar às 17H30, hora em que o agente policial estava fora de serviço, logo já não estava sob a supervisão funcional hierárquica.

    4. Assim, a versão apresentada por V.ª Ex.ª e a versão apresentada pelo Agente Principal João Grenha, são contraditórias, não existindo quaisquer outros meios de prova que permitam criar, de forma inequívoca, a convicção de que o mesmo tenha tido o comportamento que V.ª Ex.ª lhe atribuiu.

    5. Face ao exposto decidi arquivar a presente reclamação sem qualquer outro procedimento.

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