As promessas da tanga de António Costa

CASA ARRUMADA
CUMPRIMOS

17 comentários:

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    1. ... só os tótós ou os arregimentados ao rebanho...

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  2. Parem de destruir os carros que vêm em cima do passeio. Riscar os carros, enchê-los de autocolantes não é solução. E já agora, façam o favor de não voltar a colocar fotografias falsificadas neste blogue. É uma vergonha.

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  3. PAREM de estacionar as latas em cima dos passeios; PAREM de estacionar as latas em cima das passadeiras; PAREM de estacionar as latas em cima das paragens dos transportes públicos! PAREM! PAREM! PAREM! Porque se Portugal fosse um verdadeiro Estado de Direito, cumpria-se a Lei que diz nos artºs. 48º. e 49º. do Código da Estrada (sabem o que isso é?), que é PROIBIDO ESTACIONAR EM CIMA DOS PASSEIOS, DAS PASSADEIRAS, NAS PARAGENS DE TRANSPORTES PÚBLICOS E EM FRENTE ÀS PORTAS DOS PRÉDIOS (e ainda por cima, em cima dos passeios!). PAREM, PORRA!

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    1. Caro João, não faço carwalking porque isso seria igualar-me, em vandalismo, aos que obstruem os passeios com as latas estacionadas, obrigando os peões a circularem pela estrada, com risco da própria vida. O que lamento é que, num pretenso e pseudo Estado de Direito como é Portugal, não existam agentes - que são pagos com o dinheiro dos nossos impostos - que façam cumprir as Leis que alguém fabrica nem sei para quê... Acabem com a porra do Código da Estrada, com as leis e que esta merda vire farwest americano...

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    2. Vandalismo?! Mas não é o caro Mário que defende chaves de fendas nos carros? Li algures....
      É o que digo, Carwalking resultou em Munique, é uma questão de se tentar em Lisboa....

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  4. Pois... mas de nada adiantará empandeirar António Costa. As alternativas já por lá andaram todas (do CDS ao BE, passsando por independentes), e a sua sensibilidade para o estacionamento selvagem também é o mesmo: oscila entre ZERO e ZERO-VÍRGULA-ZERO.
    No fundo, os lisboetas têm o que querem, escolheram e merecem.
    Preparemo-nos, pois, para mais mais 4 anos do mesmo.
    E nós, com a nossa impotência, bem podemos fechar a loja - e ir vender castanhas para a rua.

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  5. Ó eng. Carlos Medina Ribeiro, se Do CDS ao BE, passando pelos "independentes", não existe ninguém com sensibilidade para o estacionamento selvagem, que quer que se faça em termos de votação? Por mim, ABSTENÇÃO! Não dou o meu voto a uma cambada de chulos e de incompetentes!

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  6. Bem... eu costumo votar em branco.
    Mas agora, com esta cambada toda a dizer que as eleições autárquicas não são para escolher autarcas (!!!) mas sim para julgar o governo, até tenho medo que venham dizer que o meu VOTO EM BRANCO foi em AGUIAR BRANCO...

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  7. O problema do estacionamento não tem a ver com partidos. Tem a ver com pessoas. E, especificamente, com a inércia na mudança. A dificuldade em tomar medidas drásticas. A dificuldade em punir. Tudo se desculpa.
    Quem reclama do estacionamento abusivo é apenas uma minoria! Nós somos uma minoria. Mesmo quem não tem carro considera normal estacionar no passeio. Sempre estiveram habituados e nem vêem a situação como um problema. Dá-se a volta, tal como em tudo na vida, damos a volta.
    É uma questão de mentalidade do português. E só com outro tipo de acções (ainda por descobrir) é que se vai lá.

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    1. Então mas não são os partidos que colocam os políticos nos lugares de eleição, quer nas legislativas, quer nas autárquicas? Se não, então para que servem a trampa dos partidos? Para sacar o dinheiro dos nossos impostos? Recorram então à quotização dos seus militantes, à carneirada que os segue...
      E se quem reclama é uma minoria, penso que ainda não existem mais latas a circular que pessoas... De qualquer forma, as minorias não têm direito a voz activa para reclamar o que quer que seja? Eu nunca tive lata de 4 rodas e considero abusivo, ilegal, um acto de vandalismo puro e abjecto, o estacionamento selvagem em cima dos passeios, nas passadeiras, nas paragens dos transportes públicos, em frente a portas de prédios bloqueando saídas de emergência, já não falando dos montes de infracções cometidas a toda a hora: passagem de sinais vermelhos, excesso de velocidade, circulação em corredores BUS, em vias com sinais de proibição de circulação ou de sentido proibido, etc.!
      Eu nunca me "habituei" a esse tipo de situações por isso RECLAMO! E se existe uma coisa que se chama CÓDIGO DE ESTRADA, que é Lei, penso eu, e que obrigatoriamente é dado quando um sujeito pretende "tirar a carta", porque razão, depois da carta na algibeira é transgressão a torto e a direito? Isto tem a ver com as pessoas sim senhor! Tem a ver com a falta de educação, com a falta de civismo, com a falta de cidadania, com o pensar ser impune às transgressões praticadas porque não existe uma polícia, paga também com o dinheiro dos nossos impostos, capaz de punir os infractores. E não venham com as desculpas do "não existir espaço à porta de casa para estacionar"! Não tem espaço, estacione onde exista espaço livre ou então ande transportes públicos! Mas é tão bom sair da lata e entrar logo em casa, mesmo que isso inviabilize os peões de circularem pela via que lhes foi destinada e que se chama PASSEIO, não é? Se possível, até ter um lugarzinho no hall do prédio, ou melhor, mesmo à entrada do apartamento, e porque não, dentro de casa?
      A mentalidade do tuga é retrógrada, se vê alguém cometer uma ilegalidade, comete também porque pensa se aquele tem direitos, eu também tenho! Olha-se apenas para o umbigo! E não, não existem acções por "descobrir"! Tão simples como as entidades policiais aplicarem a lei, neste caso, o Código de Estrada, punindo os infractores!

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  8. Estamos a menos de 2 semanas das eleições autárquicas, um momento único para obrigar os políticos a definirem-se.
    Para isso, nada como uma boa acção mediática, e aqui vos deixo uma sugestão
    de luta contra o estacionamento selvagem, especialmente nos casos da impunidade garantida - os locais onde NUNCA a EMEL nem as polícias actuam:

    A acção chama-se «Eu também quero!» e consiste no seguinte:

    Uma vez escolhido um local desses (de preferência bem visível, como a Rotunda de Entrecampos ou a paragem da Carris da Praça da Figueira - esta ocupada pelos carros da escola de condução Segurança Máxima), convidam-se os leitores que tenham carro a comparecerem em massa nesses locais, num determinado dia e hora, 'mostrando vontade' para estacionarem da mesma forma que os que lá estão.
    A acção seria anunciada com bastante antecedência, e eu poderia divulgá-la em alguns jornais a que tenho acesso (Correio da Manhã, Público e Jornal de Notícias).
    Numa acção destas, serão fundamentais os blogues e as redes sociais. Vamos nessa?
    -
    NOTA: Já me disseram que não se deve fazer isso porque é ilegal. Mas não há perigo, pois nesse dia e nessa hora, a EMEL e as polícias (habitualmente ausentes) farão o que deveriam fazer todos os dias. Ficará a denúncia pública do escândalo da impunidade.

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  9. Na página do Facebook do «Peão Exaltado» acabei de avançar com uma proposta concreta:
    O local seria a paragem da Carris frente ao N.º 21 da Av. João XXI, em Lisboa.
    A data e hora seriam o próximo dia 28 (véspera das eleições autárquicas), entre as 15h e as 16h.
    NOTA: Não há qualquer perigo de infracção porque, pura e simplesmente... ali nunca há lugares vagos!

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  10. Caro Eng. Caros Medina Ribeiro
    Resolver o problema com mais carros não é solução. A solução está em ocupar os passeios com PESSOAS e IMPEDIR que os meninos estacionem nos passeios. Façam um piquenique no local por exemplo.

    Certo dia no meio bairro fiz a experiência. Num certo local do passeio estacionavam sempre carros. Pus-me lá de plantão um dia, e não arredei pé. Ninguém teve coragem de me dizer nada e o passeio ficou LIVRE.
    Saudações

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  11. Teve sorte. Houve quem já levasse com o parachoques por não sair do lugar ou fosse ameaçada de agressão. É ao que chegámos.

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