Incompetência ou crime?

A Rua das Portas de Santo Antão, na Baixa de Lisboa, é essencialmente pedonal, mas nela é autorizada a circulação a todo o tipo de veículos (para cargas e descargas), sendo bem conhecido o resultado disso no que toca à destruição do empedrado e das tampas das caleiras de escoamento de águas pluviais.
A imagem mostra uma destas, junto ao Politeama, propositadamente atulhada para "resolver" o problema. O resultado destas e de muitas acções semelhantes (acompanhadas de outras tantas "inacções") pôde ser constatado no decorrer das inundações de ontem.

Para quem gosta de Lisboa: Vote no Orçamento Participativo até Domingo


Em Lisboa volta a haver orçamento participativo, cabendo aos cidadãos decidir que projectos devem ser levados avante.
Da minha parte apoio a 100% esta proposta apresentada pelo Fórum Cidadania LX, que passa pela requalificação da zona desde o Príncipe Real, passando pela Rua S. Pedro de Alcântara/R. da Misericórdia (a rua que contorna o Bairro Alto) até ao Largo de Camões. Para mim o ponto do alto da proposta é o corte da circulação automóvel no Largo Trindade Coelho - seria apenas para peões e transportes públicos - que cortaria toda a circulação automóvel da zona (atenção, não impede o acesso, apenas corta aquele eixo sobrecarregado).
É das zonas mais agradáveis e vivas da cidades, que perde muito com o trânsito automóvel. O zona entre Largo de Camões e o Chiado seria muito mais animada, se os peões não estivessem aprisionados aos passeios estreitos, e obrigados a (des)esperar para atravessar as ruas. Atravessar aquele eixo de autocarro é um martírio porque os automóveis entopem a zona, obrigando os peões e os utentes do autocarro e elétrico, a ficarem presos num congestionamento que não causaram.
Para votar basta registar-se na página do Orçamento Participativo da CML depois esperar pela confirmação por email, fazer login, e votar na proposta 803, que pode ser encontrada escolhendo
Área:Infra-estruturas Viárias, Trânsito e Mobilidade
Freguesia:Encarnação

Têm até este domingo para limpar a cara a uma das zonas mais bonitas da cidade.
MC no Blog menos1carro

pedagogia na Quinta Pedagógica

Olá de novo,
 
Junto envio, em anexo, foto tirada hj junto da quinta pedagógica dos olivais.
Local onde passam inúmeras crianças
.
Devo salientar que eu arranjei lugar um pouco mais longe da porta de entrada.
Por último, o proprietário do carrinho, tinha 2 cadeiras de criança atrás...
 
Abraço


Nó Perigoso N6 / Av. Miratejo Paço de Arcos



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From: xxx
Date: 2010/9/22
Subject: Nó Perigoso N6 / Av. Miratejo Paço de Arcos
To: [email protected]t, [email protected], [email protected], [email protected]
Cc: [email protected]


Exm.ºs Senhores,

Venho pelo presente e-mail relatar de uma situação de tráfego extremamente perigosa para peões e automobilistas no nó da N6 (Estrada Marginal) com a Av. Eng.º Bonneville Franco e Av.Miratejo em Paço de Arcos, próximo da praia dessa localidade, do quartel e da escola naútica.

A existência de estacionamento desordenado causa perigos diversos, situação que poderia ser evitada com reboque e aplicação de multas de forma sistemática e diária no local, e em especial aos fins de semana e feriados.

As situações perigosas que eu tenho observado pessoalmente são as seguintes:  

1. Carros estacionados sobre os passeios e sobre as zonas ajardinadas do nó obrigam peões com mobilidade reduzida, nomeadamente pessoas a empurrarem carrinhos de bébé, deficientes, idosos, a circular na via rodoviária onde passam carros com bastante rapidez devido à excessiva largura das faixas de rodagem e às entradas e saídas da N6. O outro dia um pai e um bebé não conseguiam passar no passeio ao lado do quartel devido a carros mal estacionados sobre este espaço pedonal e podiam ter sido atropelados por um carro a saír da N6 em excesso de velocidade.

2.  Carros ilegalmente estacionados sobre as zonas relvadas do nó fazem manobras perigosas a entrar e saír dessa zona; Já testemunhei inúmeras situações onde só não aconteceram acidentes por acaso com carros a saír da N6 provenientes de Lisboa ou de Cascais a efectuar travagens bruscas devido às manobras perigosas dos prevaricadores.
Sugeria uma forte fiscalização deste espaço antes que suceda um acidente mortal ou atropelamento de peões.

Anexo imagem do Google Earth onde pode observar-se o nó e alguns carros estacionados sobre os passeios, uma visita ao local durante o fim-de-semana ou à tarde revelará um cenário ainda pior.

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Melhores Cumprimentos

Um leitor do blog

Câmaras de vigilância para controlar o estacionamento ilegal?

A cidade de Nice em França irá utilizar a sua rede de câmaras de vigilância espalhadas pela cidade para multar carros mal estacionados, sem ser necessária a presença da Polícia no local.


Mais detalhes aqui (Inglês).


Boa medida ou "big brother"?


Obrigado FS

Pesadelo em Odivelas

Um contribuidor do blog alertou para uma situação em Odivelas.




A situação tem a ver com várias ruas na cidade, mas as fotos ilustram em particular a de um stand de automóveis na Rua Augusto Alexandre Jorge e o estacionamento na Rua Prof Egas Moniz. Ambas as situações estão ilustradas com fotografias.


Ao que parece, as autoridades têm ignorado as reclamações de um grupo de munícipes e nem sequer se dignam a responder.

No caso da segunda foto, pode-se observar especialmente que os carros poderiam ter lugares na zona em alcatrão, mas preferem estacionar impunemente no passeio que se destina à circulação de peões.


Parece que recentemente a Câmara Municipal de Odivelas aumentou o tempo de verde nos semáforos para os peões. Mas é válido perguntar, de que vale isso se os passeios estão neste estado?

Propomos que todos os que quiserem ajudar este grupo de munícipes enviem as suas reclamações para os seguintes contactos:

Paços do Concelho

Rua Guilherme Gomes Fernandes - Quinta da Memória 2675-372 Odivelas
Tel.:(+351) 219 320 000 Fax: (+351) 219 344 393 E-mail:[email protected]


Junta de Freguesia de Odivelas

Alameda do Poder Local, 4 - 2675-427 Odivelas
Tel.: 21 931 90 00 - Fax: 21 932 60 55


Gabinete de Apoio ao Cidadão

Edifício CAELO - Parque Maria Lamas, Rua da Memória, n.º 2 A - 2675-409 Odivelas
Tel.: 21 932 04 08/9
Fax: 21 932 25 18
E-mail:[email protected]


PSP de Odivelas

Rua Gil Eanes, 4 - 2675-360
Tel: 21 934 79 64 /21 934 79 51


Cada pessoa poderá acrescentar à reclamação o que considerar relevante.

Não vê?! Será que é ceguinho?!

(Nos jornais de 18 Out 10)
.
Lê-se a notícia de cima e pasma-se! De que é que o Sr. Ministro das Finanças está à espera para dizer ao seu colega da Administração Interna para mandar aqueles seus funcionários - que dão pelo nome de «agentes da  PSP» - buscar dinheiro a esta gente toda - pois é para tarefas como essa que existem?

E, se eles não querem (ou não conseguem, ou não os deixam...) fazer aquilo que justifica a sua profissão, porque é que os contribuintes têm de continuar a pagar-lhes 14 meses de ordenado por ano?! Se estão cansadinhos, vão para casa descansar, que os peões agradecem!
.

Mais 1500 autocolantes na rua




Depois de um verão que foram mais bolos, ontem foram "envelopados" quase 1,500 autocolantes. As desculpas a quem esperou e desesperou. Agora é colar, divulgar, oferecer e pedir mais!

Obrigado a todos por colaborarem no combate à invasão do espaço que pertence ao peão!

Há sempre mais, de onde estes vieram! Peçam. Nós enviamos.



Nas próximas semanas teremos que fazer nova impressão de mais uns milhares. 


Aceitamos sugestões!


Passeio Livre

LARGO DO PICADEIRO: passeios obstruídos


---------- Forwarded message ----------
From: xxx
Date: 2010/10/4
Subject: LARGO DO PICADEIRO: passeios obstruídos
To: [email protected]
Cc: [email protected]



Exmº Presidente Joaquim Guerra de Sousa,

Envio em anexo mais duas imagens da ocupação abusiva dos passeios no Largo do Picadeiro (lado do Teatro S. Carlos).

Solicito a V. Ex. a maior atenção para este problema da sistematica colocação de estruturas metálicas pelo Teatro de S.Carlos.

A freguesia já tem problemas suficientes na área da mobilidade pedonal devido aos passeios estreitos.
Não podemos tolerar este tipo de abusos.
Solicito também à Polícia Municipal acções de fiscalização mais frequentes.
Cumprimentos,

FT





Passividade da Câmara e Polícia

Um carta já recebida há uns meses:

Bom dia,

No Domingo (30 de Maio) levei o meu filho ao Museu da Electricidade, mais especificamente ao evento do Dia Mundial da Criança. Fomos de comboio, pois para além de ele gostar muito mais do que carro, é muito mais cómodo e rápido. Mas mal chegámos à estação de Belém os problemas começaram. Não existem acessibilidades para carrinhos de bebé ou para pessoas com deficiência motora. O meu filho felizmente já não necessita, mas assisti a muitos pais desesperados para descerem ou subirem os carrinhos nas escadarias de acesso.

Quando chegamos ao fim das escadas, não conseguimos literalmente andar. Tudo à volta estava inundado de carros indevidamente estacionados, inclusive na ciclovia. Tivemos que nos deslocar entre os que lá estavam e muitos deles em andamento. Quando o meu filho me perguntou porque estava tanto carro alí eu respondi a verdade: nem todos são civilizados como nós e os polícias não querem trabalhar.


A minha observação não era desprovida de razão, pois não se via um único em toda a zona e mesmo se lá estivessem, duvido que tivessem feito algo, como é hábito no que toca ao estacionamento.


Os turistas por quem nós passámos estavam perplexos com o que presenciavam, concerteza habituados a meios mais civilizados.

É inadmissível que numa zona tão turística da cidade se presencie este tipo de atitude bárbara, ainda para mais sob o olhar cúmplice da autoridade. É impossível fotografar o que quer que seja sem que apareçam vários carros na foto, em contraste com as belas imagens da cidade sem praticamente carros que se vêem nos videos da TAP.


Das duas uma, ou a polícia faz realmente aquilo para que é paga ou encham os passeios de pilateres (devidamente colocados) e acabem com esta vergonha perante o turismo e desrespeito pelo peão. Existiam alternativas sim, eu fui numa, e muito sinceramente estou desgastado com esta cumplicidade e passividade da Câmara e Polícia com este tipo de atitude.

Cumprimentos,
CAV






Estacionamento ilegal provocou quase 900 horas de paragem na Carris

Só no ano passado a Carris contabilizou quase 1400 interrupções na circulação de autocarros e eléctricos, cuja duração média foi de cerca de 40 minutos, num total de 885 horas.



Na semana do Dia Europeu Sem Carros a TSF vai, esta segunda-feira, falar do estacionamento ilegal em Lisboa.

A TSF foi saber junto da Carris como é que a empresa e os utentes são afectados pelo estacionamento irregular de viaturas particulares.

Só no ano passado a Carris contabilizou 1359 interrupções na circulação de autocarros e eléctricos, cuja duração média foi de cerca de 40 minutos, num total de 885 horas.

Por causa das viaturas mal estacionadas na capital a frota da Carris tem uma paragem diária de duas horas, com um prejuízo médio de 400 euros. Em 60 por cento dos casos os eléctricos são os mais afectados.

Os dados da Carris, disponibilizados à TSF mostram que só no ano passado, foram autuados 9 300 condutores e pedidos 320 reboques.

Este ano, até final de Agosto, tinham já sido feitas 5500 autuações e 220 reboques.

O especialista em Transportes, José Manuel Viegas, considera que o estacionamento em segunda fila é um dos grandes problemas da mobilidade urbana.

Por este motivo, José Manuel Viegas defende que o estacionamento ilegal deve ser fortemente reprimido e controlado através de câmaras de vídeo.

Para além das segundas filas, o «caso limite é quando não se consegue mesmo circular, porque há estacionamento nas curvas» ou na linha do eléctrico, disse o director de operações da Carris, José Maia, segundo o qual em 2010 a empresa teve um prejuízo de quase meio milhão de euros. 

In TSF

Estacionado em cima do passeio com autocolante

Este Ford Focus Station encontrava-se, à data das fotografias em anexo, estacionado em cima do passeio já desde as 9 horas da manhã, ocupando parte de uma rampa de acesso para cadeiras de rodas, na Rua Tratado de Tordesilhas, sendo que à hora a que tirei as ditas fotos, já eram 16 horas e ainda se encontrava no mesmo sitio. A rua referida tem estacionamento com fartura e há sempre lugares disponiveis, pelo que não se admite que ainda haja quem pense que pode estacionar em cima do passeio, como o condutor deste veiculo assim o fez. Colei-lhe um autocolante como forma de protesto, esperando que o mesmo venha a surtir efeito e mude a mentalidade tacanha de quem faz este tipo de imbecilidade.




O "passeio" da Doutora!

Actualização: Concluímos que o nosso leitor não interpretou devidamente a situação. Apesar de ser uma situação confusa, não temos qualquer motivo para duvidar da palavra da Clara de Sousa pelo que pedimos desde já desculpa: durante o programa a Clara de Sousa refere-se ao uso de um acesso a garagem e não ao estacionamento sobre o passeio. Ver comentário da própria Clara de Sousa a esclarecer a situação e o vídeo do programa (a partir dos 4:40 minuto). Com a publicação desta carta do leitor pretendíamos ilustrar a banalização do estacionamento ilegal praticado até por pessoas que admiramos (familiares, amigos, personalidades públicas, etc.).


Mas a Clara de Sousa é uma figura pública que afirma que nunca estaciona o carro em cima do passeio. 
Os nossos parabéns!


--
A afirmação poderá ter passado desapercebida devido ao tipo de programa em que foi pronunciada mas quem esteve mais atento às palavras proferidas, terá certamente ficado com uma ideia mais exacta de do que esta gente entende por “civismo”.

No programa “Tás aqui tás apanhado” da SIC, no passado dia 27/09, pregaram uma partida à apresentadora/jornalista Clara de Sousa. Um suposto fiscal da Câmara apareceu-lhe à frente da vivenda com uma equipa de calceteiros para recuperar a calçada do passeio frente ao portão da vivenda mas exigindo que fosse a “Dra.” a pagar a reparação.
O episódio decorre entre a insistência por parte do fiscal, de que a “Dra.” devia pagar o arranjo da calçada e as tentativas por parte da Dra. de contactar com os responsáveis da Câmara para deslindar o imbróglio.
A certa altura, o suposto fiscal diz à Dra. Clara de Sousa que estão a fazer o trabalho por denúncia do vizinho, ao que a Dra. responde sem qualquer hesitação que isso era impossível, na medida em que o vizinho era muito boa pessoa com quem mantinha óptimas relações de cordialidade e para o provar acrescenta o seguinte: nós somos bastante amigos e umas vezes estaciono eu em cima do passeio dele e outras estaciona ele em cima do meu passeio.

Palavras para quê? Ficamos a saber que, tanto a Dra. Clara de Sousa como o vizinho, estacionam as suas potentes bombas em cima dos passeios e que cada um deles é detentor do “seu passeio”!

F.

Uma província do Reino do Absurdo



Lagos - Av. dos Descobrimentos
As duas fotos de baixo foram tiradas uma a seguir à outra, e a partir do mesmo ponto
.
As imagens documentam um dos muitos absurdos em que esta cidade é pródiga: nas zonas concessionadas à Futurlagos, os condutores que não tenham pago o estacionamento são impiedosamente multados. Mas aos que,  na mesma artéria, estacionam  durante todo o dia sob a protecção - p. ex. -  do "Espírito Santo", não acontece rigorosamente nada - e alguns deles até colocam o pára-sol!
.
NOTA: a ideia é que as infracções destes últimos sejam punidas pela PSP. Ora, como muito bem sabe quem já passou por essa terra, isso nunca sucede. Aliás, e no que toca ao estacionamento selvagem, a insensibilidade dos condutores, dos peões, dos moradores, dos autarcas e da polícia de Lagos deixa Lisboa a perder de vista - o que, convenhamos, é obra!

Protesto no Dia Munidal do Turismo/Esplanadas de Lisboa

A pedido de um colaborador divulgamos a seguinte carta «porque muitas das esplanadas caóticas de Lisboa estão ilegalmente instaladas nos canais pedonais (como podem ver pelas imagens em anexo)».

«Exmo. Presidente da Câmara Municipal de Lisboa
 Dr. António Costa
No Dia Mundial do Turismo vimos chamar atenção para a desqualificação que ainda caracteriza grande parte das esplanadas de cafés e restaurantes de Lisboa, nomeadamente nos bairros históricos.
As esplanadas são equipamentos de grande importância para o Turismo de qualquer cidade. Podemos avaliar a qualidade da sua oferta turística através do cuidado que os munícipes, e a sua Câmara, põem na implantação e mobiliário das esplanadas. Infelizmente, e apesar dos regulamentos existentes, são ainda demasiado frequentes as esplanadas sem qualidade e muitas as irregularidades.
Registamos também uma preocupante proliferação de esplanadas com mobiliário oferecido por marcas de bebidas, principalmente marcas de cerveja. Nenhuma zona histórica ou monumento classificado da capital parecem estar a salvo do aproveitamento abusivo da publicidade e do marketing.
Desde o Castelo de São Jorge ao Mosteiro de São Vicente de Fora, passando pela Baixa, Chiado e Belém, vários monumentos emblemáticos da nossa cidade sofrem de poluição visual resultante de esplanadas cujo pretexto principal é publicitar uma marca de cerveja, de refrigerantes ou de gelados.
Enviamos em anexo uma amostra recolhida em diferentes zonas históricas de Lisboa. O que observamos não é cenário digno de nenhuma cidade civilizada.
O diagnóstico da situação actual das esplanadas da capital é preocupante e em muitos casos inaceitável. Com esplanadas de mobiliário caótico, carregadas de publicidade, com design e materiais desqualificados, dificilmente subimos os padrões de qualidade do Turismo de Lisboa.
Assim, solicitamos que, e em colaboração com a Associação Turismo de Lisboa, se estudem soluções para resolver este problema que afecta cada vez mais a nossa cidade.
Ao executivo da CML compete encontrar um melhor regulamento, assim como uma eficaz fiscalização de modo a garantir que Lisboa ofereça aos portugueses, e a quem nos visita, esplanadas com padrões de qualidade elevados, a par com os que observamos noutras cidades da Europa.
Com os melhores cumprimentos,

Paulo Ferrero, Júlio Amorim, Luís Marques da Silva e Fernando Jorge»

CC: Vereador José Sá Fernandes; AML; Vereadores da Oposição; Associação Turismo Lisboa; Media

ANEXO: Levantamento fotográfico de esplanadas em Bairros Históricos de Lisboa (Alfama, Baixa e Chiado) e bons exemplos de esplanadas na Grécia (Atenas e Nafplion), Munique e Nova Iorque.








Chamem a polícia IV

O que acontece a um automobilista que conduz no passeio por dezenas de metros, a uma velocidade apreciável, numa avenida central de Lisboa, ao fim da tarde e nas barbas da polícia?

Pergunta o blog Menos Um Carro