A nossa APP funciona mesmo

Um testemunho direto, cujo filho tem deficiência, refere-nos que com a nossa APP, conseguiu que os infratores perdessem pontos na carta. O testemunho segue de seguida ipsis verbis:
Antes de mais obrigado pelo vosso trabalho.
Por causa da vossa ajuda com a app tenho levado alguns condutores à "barra da justiça", entenda-se PSP, já tenho ficha aberta, ou seja, o Sr agente que trata disso já tem o auto gravado é só alterar as datas e matriculas e siga pra bingo. Antes de eu ser convocada para lá ir já lá foram os proprietários dos veículos. Questionei o agente se algum terá dito que não estacionou lá ao que o Agente me disse que não e diz que é difícil com fotos tão bem tiradas.
Isto tudo em situações de abusos de estacionamento em lugares de pessoa com deficiência.
O meu filho tem deficiência e muitas vezes tenho que o levar a terapias e consultas, etc e depare-me com abusos. Não comem todos mas muitos papam a bela de 60 - 2 pontos.
Também gosto de circular a pé a empurrar o seu carro de transporte pela ruas fora na minha cidade, onde o levo ao hospital para a fisioterapia quando tempo o permite, como é o caso agora.
Faço cerca de 5 kms a pé na ida e na volta até ao hospital da minha cidade, Vila nova de Famalicão.
Tenho encontrado algumas situações de bradar aos céus.
Envio em anexo umas fotos que vos podem servir de exemplo para postar.
Todas são estacionamentos em cima do passeio em frente à escola secundária.
Então aqui vão, para vosso "deleite".
Bem hajam
Com os melhores cumprimentos
Porque ficámos extremamente contentes por saber que a APP de facto tinha sido útil a tirar pontos na carta dos infratores, insistimos em perguntar ao emissário da supra referida mensagem, se tinha a certeza que tal tinha acontecido, isto é, se realmente os infratores ficavam sem pontos na carta, tendo-nos respondido da seguinte forma:
A infração de parar ou estacionar em lugares de estacionamento para pessoas com deficiência sem estar autorizado passou a ser, desde finais do ano passado, contraordenação muito grave. Anteriormente era somente grave. É punível com coima mínima de 60 euros (em França é 150) e 2 pontos na carta. Eu vou sempre à PSP prestar declarações e o Sr agente diz me que sim, é aplicada a coima e a retirada de pontos. É a única informação que tenho.
Ficamos extremamente felizes, por conseguinte, que a APP tenha sido útil a penalizar infratores e trogloditas automobilizados onde de facto dói: na carteira e no direito de conduzir.

O Caos e a Tragédia pedonais na Parede, Cascais

Republicamos a publicação do blogue "Mais um dia" (URL) sobre o caos pedonal no concelho de Cascais, mais precisamente na Parede.
 
Mais do que pelas intenções de grandes anúncios e conferências pela sustentabilidade e mobilidade não automóvel, e pela propaganda, a verdadeira política de mobilidade da Câmara Municipal de Cascais ajuíza-se pela obra feita.

Na Parede, junto do Clube Nacional de Ginástica, foi inaugurada em março de 2017 a requalificação da Rua Machado dos Santos, com um grande cartaz publicitário que anunciava "qualidade/segurança/espaço público". No Facebook o post laudatório dizia que a rua ganhou "novos passeios, passadeiras adequadas à circulação de pessoas com mobilidade condicionada".

As fotografias abaixo ilustram a segurança e qualidade de espaço público, mas apenas para os automobilistas, que, comodistas, e com a cumplicidade da autarquia e da Polícia, exigem estacionar mesmo à porta do local onde vão fazer desporto (!), para não se cansarem numa deslocação a pé de 100 ou 200 metros, deste modo prejudicando gravemente a segurança dos peões e educando os seus filhos no sentido do egoísmo para com todos os outros cidadãos.

Apesar da garantia dada pelo técnico da autarquia de que não seria possível estacionar nos passeios após a requalificação, nem um pilarete foi colocado inicialmente. Após protestos, a Câmara Municipal de Cascais entendeu fazer um corredor vergonhoso, inclusivamente levantando a calçada acabada de fazer, desse modo, na prática, autorizando o estacionamento ilegal fora desse corredor, que nem sequer garante todos os sentidos de circulação pedonal no cruzamento. O corredor que se vê, é de facto e não de jure, a prova provada de que a Câmara Municipal de Cascais autoriza o estacionamento selvático sobre os espaços unicamente pedonais. Ou seja, a Câmara Municipal de Cascais incita os munícipes a cometerem uma ilegalidade, uma violação clara do artigo 49.º do Código da Estrada.

O resultado DIÁRIO desta política de "mobilidade" da CMC é o que as imagens abaixo ilustram. Passadeiras corretamente desniveladas, e com pilaretes, cuja continuidade são passeios pejados de carros. 

E esta é uma obra de 2017, não é espaço público dos anos 80 ou 90!

Além disso, e apesar de um projeto feito anos antes que previa essa passadeira, a circulação Rua João Soares - Rua Alfredo Manuel Fernandes, que serve deslocações entre a Parede Norte e o Junqueiro, obriga os peões a 3 atravessamentos, em vez do óbvio circuito a verde. A CMC, e apesar de apelos, recusou-se a fazer a passadeira verde, com o argumento de que roubava um lugar de estacionamento. Para manter a sua teimosia e fazer uma das passsadeiras que implementa esta vergonha, porém, cortou 1 ou 2 lugares pré-existentes. Apesar de acrescentar um risco inaceitável à deslocação de peões (e recorde-se que os passeios estão sempre cheios de carros), nem sequer beneficiou o sacrossanto estacionamento automóvel.
Quando ouvirem grandes intenções dos responsáveis da Câmara sobre mobilidade pedonal, recordem-se sim das obras feitas, que falam mais verdade.

Como é visível ainda nas imagens seguintes, com o patrocínio da Câmara Municipal de Cascais e a aprovação da PSP, a Câmara gasta o nosso dinheiro em pilaretes, mas, por incompetência ou conivência com o estacionamento ilegal, coloca-os de modo que os passeios continuem a ser invadidos pelos automóveis.

A PSP, essa, assobia para o lado. E quanto à Polícia Municipal, na verdade nem se percebe bem a sua função, tal a parasitagem que grassa nas forças policiais do país.

Mulher morre atropelada na passadeira no Porto


Noticia o jornal Público que uma mulher com 73 anos morreu esta segunda-feira atropelada numa passadeira da zona do Campo Alegre, no Porto, disseram à Lusa fontes policiais e do socorro. Segundo a PSP, o acidente ocorreu "numa passadeira sem semáforos". Apesar das manobras de reanimação, a vítima morreu no local, referiu, por seu lado, fonte do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM). O alerta foi dado às 12h18 e para o local foram destacados um motociclo do INEM, uma ambulância, bem como uma Viatura Médica de Emergência e Reanimação do Hospital de Santo António.

Os carros continuam a matar, nas passadeiras, e a porca burguesia motorizada assassina continua a matar inocentes nas passadeiras, essencialmente devido a excesso de velocidade em meios urbanos.

O Correio da Manhã oferece-nos mais informações e detalhes sobre o sucedido. Pontos para os assassinos burocratas da autarquia do Porto refletirem, em função de uma análise objetiva às imagens do local:

* Porque raio existe um lugar de estacionamento mesmo antes da passadeira, retirando a visibilidade? Para a burguesia motorizada residente não se queixar com falta de estacionamento?

* Porque raio não existe qualquer medida física de acalmia de tráfego antes da passadeira? Para a burguesia motorizada não se queixar que tais medidas danificam a suspensão da lataria motorizada?

A mesma reportagem do Correio da Manhã (URL) refere-nos que já foi a segunda pessoa que morre naquela passadeira. Tudo, para que a porca burguesia assassina motorizada, não perca um lugar de estacionamento, o carro que veem na imagem. De recordar os incautos, que a regra número UM da segurança rodoviária, não é a conferida por toda a panóplia inútil e tecnológica que a sociedade dita "civilizada e automobilizada" confere ao peão. A regra número UM da segurança rodoviária para qualquer peão, também não é a conferida por esse compêndio mais inútil que um qualquer rolo de papel higiénico a que dão o nome de "código da estrada", nem muito mesmo um peão se pode algum dia fiar nas passadeiras para proteger a sua integridade física, como é bem visível pelo presente caso.

A regra número UM da segurança rodoviária é ver e ser visto! Ao colocar um lugar de estacionamento antes da passadeira, retirando a visibilidade ao peão e ao automobilista, a Câmara Municipal do Porto, para satisfazer mais um qualquer suíno residente autoólico, já matou, por negligência, duas pessoas. Sintomático! E mais sintomático o é observar como a população do bairro não se revolta contra a morte de dos seus dois vizinhos, para que um qualquer suíno burguês possa ter lugar onde colocar o bólide.

Como vazar pneus de carros selvaticamente estacionados

Esta mensagem foi recebida por mail e citamo-la ipsis verbis. Não nos responsabilizamos pelo conteúdo, e ademais não decidimos filtrá-la porque não incentiva ao dano, visto que provocar o esvaziamento dos pneus gera apenas transtorno, exatamente aquilo que os automobilistas que estacionam selvaticamente, provocam nos caminhantes urbanos. A reciprocidade é um conceito sacro, nas leis da física, e nas leis estradais.

"Aqui neste caso resulta uma operação relâmpago:

(ninguém se pode aperceber, tem que ser muito rápido, a saída de ar do pneu também não chama a atenção de ninguém)

Desapertar o pipo da câmara de ar de 1 ou 2 pneus.

Baixarmo-nos, simulando que estamos a  apertar os atacadores, e já está.

O acessório é muito simples: é uma carrapeta de metal idêntica às que existem para tapar o pipo, só que na extremidade oposta tem uma ranhura que permite desatarraxar o pipo conforme foto anexa.

Partir vidros e furar pneus dá muito nas vistas.

Se for 1 pneu, o condutor vai ter que colocar o suplente.
Se for 2 pneus o condutor já não sai dali. Mas neste caso é necessário ter tempo para não ser apanhado.

Cumprimentos"

Como levar o filho menor para a escola?

Recebemos a seguinte carta de um dos leitores:

O nosso leitor, que nos refere que leva todos os dias a filha menor para a escola A PÉ, sente-se profundamente indignado e revoltado, pelo facto de os passeios estarem repletos de carros, afetando negativamente por conseguinte, a segurança, a mobilidade e o conforto desse mesmo trajeto. Quando se questionam os condutores perante tamanha alarvidade civilizacional e falta de respeito pelos mais vulneráveis, visto que a questão da legalidade já lhes diz nada ou muito pouco, a resposta, apesar de parecer pueril, é sintomática do problema: os condutores afirmam serem eles próprios pais, que também levam os seus filhos menores para as escolas, mas no seu caso, apenas de carro, "visto que a função dos pais é providenciar o melhor para os seus filhos"!

Na civilização a norte dos Pirenéus; visto que há muito boa gente francófona, germana ou anglófona, quiçá mesmo xenófoba admitamos, que considera que a civilização europeia termina na referida cordilheira; não consta que os pais não gostem dos filhos. Mas apesar de serem muito mais ricos por essas paragens, não têm esta saciedade indomável e quase primária de querer levar os filhos para as respetivas escolas, apenas de bólide particular. É uma questão de lógica, não muito mais complexa que a booleana, que qualquer primata amestrado consegue apreender. Quantos mais pais houver que levem os seus filhos de carro particular, para alegada e putativamente, providenciarem mais conforto à prole no árduo e estoico trajeto que precisa de realizar entre a casa e a escola; mais inseguro, poluente, perigoso e desconfortável, ficam os trajetos das crianças que não se encontram nesse grupo, e que vão a pé ou de transportes públicos para a escola. Assim, porque os pais que levam os filhos a pé para a escola também os amam, e ao contrário do que regurgita a vox populi, não são irresponsáveis; mais vontade também eles sentem de levarem os filhos de carro, para que as crianças não tenham de passar a cada dia, por périplos árduos e inseguros, que até em casos raros podem ser fatais. Assim, estamos perante aquilo que se denomina no controlo, de realimentação positiva, e o sistema tende para que todos os pais queiram levar os seus filhos de carro para a escola.

Como em qualquer sistema de realimentação positiva, a tendência exponencial só é quebrada perante a saturação (não há mais pais a levar os filhos a pé para a escola), ou quando as próprias variáveis forem fisicamente quebradas. Neste caso, por exemplo, quando a polícia começar a aplicar coimas aos pais infratores, aplicação essa sem dó nem piedade, pelo facto, de, no putativo amor que têm pelos filhos, estacionarem selvaticamente, desconsiderando a segurança dos filhos dos outros. É que os mamíferos têm essa tendência salvífica de amarem acima de tudo, por norma primária, apenas os próprios filhos, sendo que aos filhos dos outros cabem os respetivos pais cuidar. O nosso leitor, por diversas vezes, fez queixa às respetivas autoridades policiais. Não fez queixa uma vez, nem dez, mas mais de cinquenta! Mas o cenário repete-se, com a frequência com que diariamente o sol nasce e os polícias se alimentam. É a polícia que temos, um coio e antro de incompetentes, que não só não atuam, como não deixam os cidadãos atuar voluntariamente, sob pena de serem catalogados de vigilantes.

No dia em que o nosso leitor, no desígnio pela proteção da integridade física da filha menor que tanto ama, começar a partir vidros e furar pneus dos carros que selvaticamente estacionam nas zonas exclusivamente pedonais, a polícia, no seu sacro dever emanado pelo Parlamento para fazer cumprir a Lei, mais especificamente para proteger a integridade da propriedade privada, eufemismo para lataria perigosa, espaçosa, poluidora e ruidosa, agirá com a velocidade de um Speedy Gonzales lusitano, cioso dos seus deveres judiciais. Talvez valha a pena enveredar pelo vandalismo. É que pelo caminho, na senda da aplicação da Lei, talvez a polícia se lembre mesmo de aplicá-La, mais precisamente o artigo 49.º do Código da Estrada.

O faroeste diário de Telheiras
[06-HI-58] [23-MJ-23] [16-JB-31]

Aqui seguem fotos do dia-a-dia constante que se vive em Telheiras onde as passadeiras de peões estão geralmente ocupadas por carros que se acham no seu legítimo direito de aí estacionar.

Os Hipócritas do Hospital São José!

Em São José, primeiro está o comodismo do pessoal,
depois então a saúde dos doentes

O juramento de Hipócrates de 1983, usado atualmente em Portugal no momento em que o clínico é admitido, tem esta excelsa passagem que cada futuro médico deve recitar:

A Saúde do meu Doente será a minha primeira preocupação.

FALSO! Como pode ser constatado pelo caso prático dos clínicos de São José. Reescrevemos:

O Meu Comodismo e o meu Conforto serão a minha primeira preocupação.

Ou seja, como pode ser verificado pelas seguintes fotografias, os hipócritas, perdão, os médicos que juraram Hipócrates e respetivos auxiliares de saúde, pensam sempre em primeiro lugar no seu comodismo e conforto, e só então, na saúde dos doentes e de todos aqueles que precisam de se deslocar a este hospital São José.

Ademais, ao contrário de empresas privadas que têm uma imagem a preservar e que perante uma queixa escrita do Passeio Livre, normalmente atuam com medo de represálias na sua imagem, no caso em apreço, como se trata de um organismo do funcionalismo público cujo último interesse é servir o cidadão ou preservar a sua imagem perante o cidadão, o coio e antro de preguicentos nojentos da administração do dito - sim, causa nojo as seguintes imagens - ignoraram sempre as nossas queixas e ignorarão por completo também esta publicação. Temos assim consciência que, como qualquer administrador público, há que primeiro servirem-se a si próprios e ao seu conforto pessoal, e apenas depois, há que procurar servir e prestar contas aos cidadãos. É assim nas instalações do Instituto Superior Técnico, como é assim em frente ao Ministério da Defesa, ou em frente ao Instituo Nacional da Propriedade Industrial; situações as quais temos repetido ad nauseam. Ademais, sendo organismos do estado, acham-se no sacro direito de poder violar a própria lei, mormente o artigo 49.º do Código da Estrada, sem qualquer pejo de vergonha! Afinal, são "servidores públicos", que usam o estatuto para (se) servir.

Portanto, a porca burguesia motorizada "ao serviço do interesse público" está-se completamente a cagar para os peões ignora os nossos apelos, assim como ignoram os nossos apelos as respetivas administrações dos variados institutos e ministérios, porque ao contrário das empresas privadas que têm uma imagem a manter, a última preocupação destes organismos do estado é proteger a sua imagem junto da opinião pública, visto viverem num autêntico monopólio. Ademais, sendo o estado, acham que têm estatuto superior que lhes dá o sacro direito para violar a lei emanada do Parlamento! Parece um paradoxo capitalista, considerando que o sistema capitalista preza primeiro o lucro e depois apenas o interesse dos cidadãos, mas a praxis tem demonstrado, visto que uma empresa privada teme muito uma "mancha" na sua imagem, que as empresas privadas atuam de forma mais célere e expedita perante as nossas queixas. Já os serviços do estado, que deveriam ser os primeiros a defender o primado da Lei e os mais fracos e vulneráveis, neste caso os idosos, grávidas, peões, utilizadores vulneráveis da via pública, assim como os doentes; estes mesmos serviços públicos são os últimos a defender o interesse destas mesmas pessoas. E ao contrário das empresas privadas, estes serviços públicos não têm qualquer pejo em violar constantemente o Código da Estrada nem têm qualquer receio perante as nossas publicações, visto que "estado é estado".

As imagens que se seguem foram todas retiradas das instalações do Hospital de São José, e para que fique registado, é um hospital público do Serviço Nacional de Saúde. Um autêntico nojo, para que os hipócritas, ou seja, os que juraram Hipócrates, possam ir confortavelmente de "popó para o trabalho"! E o que faz a administração do hospital? Obviamente, nada! Afinal, os doutores precisam do carro para trabalhar, e só não o estacionam dentro da sala de cirurgias, porque não cabe!








É uma escada portuguesa, com certeza!

O Pingo Doce presta um execrável serviço à comunidade!

"Estacionamos no passeio,
e vocês que se lixem.
Afinal, estamos a trabalhar!"
Recebemos uma mensagem de um dos nossos leitores, cuja identidade não relevamos porque prezamos muito o anonimato dada a sacralidade com que é encarado o automóvel na sociedade portuguesa, mensagem essa que faz referência ao estacionamento abusivo por parte dos funcionários do Pingo Doce. O texto é nosso e não da autoria do nosso leitor.

Referimo-nos à loja do Pingo Doce no Mercado do Chão do Loureiro (Santa Maria Maior, Lisboa). Observamos que a zona pedonal em frente ao acesso ao armazém da loja está regularmente ocupada por automóveis. Estes automóveis ficam estacionados durante longas horas e têm um cartão no interior associando-os ao Pingo Doce. Presume-se que sejam automóveis de empregados que trabalham na referida loja, e que deixam o seu automóvel naquele local durante os seus turnos de trabalho. Esta situação é certamente conhecida e autorizada pelos responsáveis da loja, já que é evidente para todos os que passam na loja e acontece regularmente. No entanto, a aparente normalidade com que esta situação é aceite pelo Pingo Doce contrasta fortemente com o inerente desrespeito para com a população local e o espaço público:

Estes automóveis, estacionados ilegalmente, ocupam espaço público que, tanto quanto sabemos, não pertence ao Pingo Doce e deveria estar livre para o usufruto da população que por ali caminha. Este estacionamento ilegal bloqueia, ademais, o trajeto pedonal natural, obrigando os peões a desviarem-se para a via de trânsito, o que é uma dificuldade especialmente sensível para idosos, crianças, pais com carrinhos de bebé que por ali circulam. Estamos certo que o Pingo Doce partilha do mesmo repúdio que nós perante esta situação, que prejudica o conforto e segurança dos moradores e clientes, dando uma péssima imagem à empresa. Ou talvez não!