Fábrica lisbonesa de anormais

Estão na moda os anglicismos, ficam sempre bem em gente nova, todavia, preferimos as expressões autóctones. É este o cenário habitual na Rua Rodrigues de Faria, junto à entrada da LX Factory, ou seja, uma fábrica de produção de lisbonenses anormais ao volante. A parte mais curiosa é que este é o passeio nas traseiras do edifício do Instituto Superior de Ciências Policiais e Segurança Interna. Podiam levar lá os alunos da escola, para aprenderem o que significa estacionamento ilegal.





"My name is Boss, Tuga Boss" [03-29-QR]

Palavras para quê!

De carro até à praia gerando o caos, e "os outros que se aviem"

O ACP já fez uma proposta à Câmara de Setúbal, a qual, segundo fontes camarárias, será considerada. Remover completamente a areia e alcatroar a praia, convertendo o areal num parque de estacionamento, para que os portugueses possam chegar mais perto do mar. Como o areal já é composto apenas por calhaus, tal teria a vantagem de providenciar estacionamento mesmo no areal, com a possibilidade dos banhistas poderem estar mais perto do mar.

A APP do Passeio Livre tem sido um sucesso

Por questões de privacidade de dados, não fazemos qualquer recolha estatística sobre o número ou tipo de ocorrências que têm sido efetuadas, nem sobre os concelhos onde se dão as referidas ocorrências, nem muito menos qualquer recolha de dados de natureza pessoal. A aplicação do Passeio Livre não tem nenhuma base de dados. Limita-se a a ser um formulário que consoante as entradas dos utilizadores, gera um email padrão baseando-se numa simples minuta. A única informação estatística que temos é aquela que é providenciada pelo Google Play, plataforma onde está alojada a aplicação do Passeio Livre. E os resultados são bastante animadores. Nos primeiros 30 dias, mais de 5000 pessoas instalaram a nossa aplicação. 

Esperamos sinceramente, caso as polícias municipais e de segurança pública, estejam a receber uma avalancha de denúncias, que continuem a cumprir escrupulosamente o que está plasmado na Lei. Nada consta na Lei, que refira que a mesma deve ser flexível ou moldável em função das ocorrências referentes à sua utilização. Por conseguinte, faz-se um repto às polícias nacionais, para que mostrem zelo no cumprimento do número 5 do art.º 170.º do Código da Estrada, que refere sem ambiguidades, que "a autoridade ou agente de autoridade que tiver notícia, por denúncia ou conhecimento próprio, de contra-ordenação que deva conhecer levanta auto".