Solar dos presuntos motorizados!

Estas imagens chegam-nos do Largo da Anunciada junto ao restaurante Solar dos Presuntos. Quando interpelado o responsável pelo estacionamento privativo do restaurante, a resposta foi o clássico "a malta tem que trabalhar", e claro "o peão tem que arrochar"!





Caros doadores, muito obrigados!

Caros leitores e doadores do Passeio Livre


Queremos em nome de todos aqueles a quem a nossa causa ajuda, agradecer a todos os nossos leitores, doadores e autocoladores, por nos terem auxiliado a atingir este objetivo financeiro para podermos comprar mais autocolantes.


Como publicámos anteriormente, já enviámos gratuitamente mais de 50 mil autocolantes e queremos continuar a fazê-lo. Precisávamos de 285€ para complementar as receitas que estavam em falta para comprar mais autocolantes e felizmente, graças a vós, alcançamos esse objetivo.


Assim, para todos,

o nosso muito obrigados


Passeio Livre

As manhãs do Instituto Espanhol, Dafundo

No Instituto Espanhol de Lisboa é assim todas as manhãs e tardes; o direito tácito ao estacionamento abusivo e à circulação motorizada sobrepõe-se à segurança das crianças, dentro e fora do recinto escolar.

Rua das escolas e creches de Paço de Arcos

Na rua das escolas e creches de Paço de Arcos as regras de funcionamento são claras: o carro manda, as crianças que se lixem! 






Rua São Salvador da Baía, Oeiras

A 120 metros da esquadra da PSP de Oeiras, o carro é rei, impune à lei.


A pergunta é... até onde está disposto a ir?

Nem parece um veículo de quem advoga valores como o respeito, e promova a responsabilidade, rigor e a acessibilidade em grande destaque na primeira página do seu site.





Afinal de contas, para que serve um Smart na Lusitânia?

Estas imagens são da zona da Estrela, numa esquina protegida por pilaretes mas que tinha apenas um em falta (os artistas fazem milagres com os poucos recursos que lhe estão alocados). O nosso leitor chamou o agente da PSP — há sempre ali um na rua a 30 metros — que tomou nota mas explicou que, infelizmente, o carro estando naquele sítio, o reboque não tinha como o remover.

Perguntou ao agente se poderia bloquear o carro, mas aparentemente só a EMEL pode fazê-lo, e assim sendo limitou-se a multá-lo. Pagará a multa? Fica a questão. Convém referir que o agente estava a começar o turno e não tinha dado pelo carro.

Para onde vais? Para os Olivais, ou para os Carroçais?

As fotos retratam duas cenas, recorrentes, de estacionamento nos Olivais Norte em Lisboa. A maior parte das vezes, a menos de 50 metros, há onde estacionar mas estes cidadãos, uns porque estão a trabalhar e se acham no direito de tapar um caminho que é utilizado por centenas de pessoas, muitas delas idosas, outros que se acham no direito de estacionar à porta de casa, não lhes importando que seja em cima do passeio ou bloqueando uma passadeira. 

Por aqui ainda vai havendo onde estacionar e os automobilistas comportam-se desta forma selvática. Como seria se morassem ou tivessem de trabalhar em bairros como, por exemplo, Campo de Ourique?