Estacionamento selvagem no Porto

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Caros amigos,

Continuo a seguir o vosso blogue com interesse e, reconheço, um desânimo crescente, ao constatar que nem mesmo a crise parece dissuadir muitos portugueses da relação de extrema dependência que continuam a manter em relação ao uso (e abuso) do automóvel.

Envio-vos em anexo uma fotografia (a qualidade não é famosa, mas serve para ilustrar uma situação frequente no local em apreço) feita no Porto, no ponto onde a Rua 9 de Abril entronca na de Monsanto, no passado sábado (nota: existiam alguns lugares de estacionamento disponíveis na 9 de Abril, a rua inclinada na imagem, mas dar a volta ao quarteirão para os procurar deve ser coisa demasiado complicada para o utilizador da viatura). Infelizmente, não tinha nenhum dos vossos autocolantes à mão. O imbecil conseguiu a proeza de quase encostar a traseira do veículo ao muro! Ah, a fotografia foi feita às 11h53; mais de duas horas depois, o carro ainda estava no mesmo sítio.

Esta imagem é também representativa do estado em que se encontram muitas passadeiras em zonas com piso empedrado. Serve também para comprovar que a falta de civismo e a ocupação indevida de espaços destinados aos peões não são problemas exclusivos de Lisboa. Irei tentar, sempre que for possível (as câmaras dos telemóveis ajudam!) documentar situações deste tipo no Porto mas também num subúrbio da Grande Lisboa onde vivo durante a semana.

Cumprimentos e até breve,

***Leitor identificado***

Mais uma Zona EMEL e passeios destruídos



Chamo atenção para o Largo Marques do Lavradio que se encontra com grandes buracos devido ao estacionamento selvagem. Esta zona é gerida pela EMEL.

Contribuição recebida por e-mail

Lordelo do Ouro, Porto





Boa tarde!

 
Todos os dias, seja de manhã ou à tarde, quiça à noite, este veículo está estacionado desta forma, na Rua do Prof. Augusto Nobre 385, Lordelo do Ouro, Porto. Não é necessário dizer, que prejudica quem por ali passa, como é o nosso caso, com carrinho de bébé. 
Infelizmente o civismo ainda não chegou a todos e temos que ser nós a chamar a atenção.
 
Obrigado
 
(contribuição enviada por e-mail)