Os motards e os passeios!

Passeio no Largo do Calhariz, abusivamente ocupado com estacionamento de motos... a poucos metros, um parque público da EMEL.

Cremos todavia felizmente, que a maioria dos motards respeita os espaço pedonais.

Junto à sede do PS, em Lisboa

Realmente o caos do estacionamento ilegal só acontece, devido à complacência do sistema partidário que domina a vida política em Portugal.

O paradoxo!

Eis mais um belo exemplo do civismo português. Uma carrinha de transporte de pessoas com deficiências físicas a ocupar o espaço de passeio necessário para as mesmas!

R. Carlos Alberto da Mota Pinto, Lisboa

Não há dúvida. Lisboa ainda é o "Império dos Pópós". Vejam estas imagens do "canal pedonal", e estacionamento selvagem, na Rua Carlos Alberto da Mota Pinto, junto das Amoreiras. Está assim desde a inauguração do complexo das Amoreiras - já lá vão mais de 20 anos. Sem comentários...

Quanto aos "discretos" dispositivos de publicidade a conspurcarem o ambiente urbano... Enfim, Lisboa no seu pior!

Ideia para simplificar e tornar mais eficaz o combate ao estacionamento ilegal

Um dos membros do PL, em reunião com a autarquia de Lisboa, e juntamente com mais elementos da sociedade civil propôs um sistema inovador no combate ao estacionamento ilegal, que estamos em crer, não confere nenhuma ilegalidade. A mesma ideia foi proposta no simpLis, iniciativa da CML.

No combate ao estacionamento ilegal, e devido à elevada ineficácia das autoridades contra este flagelo, deveria ser implementado um sistema em que cada cidadão pudesse fazer uma participação às autoridades através do seu dispositivo móvel (smartphone):

  • Um carro estava estacionado ilegalmente em cima do passeio

  • Um cidadão descarregava uma aplicação móvel desenvolvida ou promovida pela CML e tirava uma ou várias fotos ao carro, apanhando numa delas a matrícula, de forma clara e inequívoca

  • A aplicação através de encriptação garantia que a data e hora, assim como as fotos, eram fidedignas

  • A aplicação recebia a hora e data através de um servidor de NTP (Network Time Protocol), logo mesmo que se alterasse a hora do smartphone não havia corrupção da informação temporal

  • A aplicação obtinha a imagem diretamente da câmara do dispositivo móvel e não de qualquer imagem gravada na memória, o que é perfeitamente exequível do ponto de vista informático

  • Era necessária autenticação do queixoso (através do NIF por exemplo), para se fazer uma participação, estando interditas queixas anónimas. A autenticação evita que possa haver abusos nas situações reportadas.

  • A informação do local da ocorrência, poderia ser obtida diretamente através do sistema de GPS do dispositivo móvel, ou através de introdução manual do queixoso.

  • A informação temporal, bem como o local e as fotos, eram encriptadas num ficheiro e depois enviadas a um servidor da CML/PSP/EMEL/Polícia Municipal, onde um agente da autoridade, perante os factos, autuaria os infratores à luz do Código da Estrada.