Lisboa Passeio-a-Passeio

Os bons exemplos vêm de cima, e de todos os lados, basicamente. Aqui está alguém ao serviço da CML a levar a sério a «dinamização da mobilidade nos Bairros Típicos Alfacinhas», objectivo do Lisboa Porta-a-Porta, numa rua de Lisboa com carros a mais, entre o Jardim da Estrela e a Embaixada Britânica. 




Onde estava neste dia esta carrinha, costumam estar 3 ou 4, bem arrumadinhos a barrar totalmente o passeio e a passadeira. Business as usual. Às vezes acho que os lisboetas (para não dizer os portugueses), nomeadamente os que têm responsabilidades acrescidas (políticas e técnicas), sofrem do Síndrome de Estocolmo em relação aos automóveis e a quem os usa [mal]...

Bom, mas quem sabe António Costa consiga a tal transferência de competências da PSP para a Polícia Municipal, e esta mostre um pouco mais de zelo profissional e cívico do que a PSP no que toca às infracções mais berrantes a nível de estacionamento e as coisas mudem um pouco...

Falta de civismo em Portimão

Boa tarde equipa do Passeio Livre,

Aqui estão 3 imagens do que acontece diariamente na junção da Rua de Timor com a Av. 25 de Abril, à esquina do Banco Espírito Santo, em Portimão. O dia em que a foto foi feita até nem é dois piores pois o passeio à saída daquela passadeira costuma estar completamente coberto por vários carros que ocupam o passeio e o acesso à passadeira. O normal é aqueles espaços à esquerda e à direita do carro vermelho estarem ocupados com outras viaturas, impedido a livre circulação no passeio e o acesso à passadeira. 
A outra extremidade da passadeira, assim como o passeio do outro lado da rua, como ficam junto ao restaurante Sabores, são diariamente ocupados à hora do almoço por potentes bombas e jipes monstruosos de alguns jogadores do Portimonense que lá vão almoçar e que fazem daquele passeio o seu local de estacionamento privativo mesmo quando há lugares livres ali por perto.
Já por várias vezes vi a polícia passar pelo local e fazer que não vê os carros em transgressão.

Obrigado
LA



Chamem a polícia!

Esta é uma imagem habitual na Rua da Palma, em Lisboa. Será que quando ali funcionarem as instalações indicadas no cartaz o passeio vai continuar a ser usado como parque de estacionamento? Tendo em conta o conhecido empenho da PSP da capital em reprimir estes comportamentos (cujo grau varia entre ZERO e ZERO-VÍRGULA-ZERO), o que poderemos pensar?