Mais 1500 autocolantes na rua




Depois de um verão que foram mais bolos, ontem foram "envelopados" quase 1,500 autocolantes. As desculpas a quem esperou e desesperou. Agora é colar, divulgar, oferecer e pedir mais!

Obrigado a todos por colaborarem no combate à invasão do espaço que pertence ao peão!

Há sempre mais, de onde estes vieram! Peçam. Nós enviamos.



Nas próximas semanas teremos que fazer nova impressão de mais uns milhares. 


Aceitamos sugestões!


Passeio Livre

LARGO DO PICADEIRO: passeios obstruídos


---------- Forwarded message ----------
From: xxx
Date: 2010/10/4
Subject: LARGO DO PICADEIRO: passeios obstruídos
To: jf-martires@mail.telepac.pt
Cc: pm@cm-lisboa.pt



Exmº Presidente Joaquim Guerra de Sousa,

Envio em anexo mais duas imagens da ocupação abusiva dos passeios no Largo do Picadeiro (lado do Teatro S. Carlos).

Solicito a V. Ex. a maior atenção para este problema da sistematica colocação de estruturas metálicas pelo Teatro de S.Carlos.

A freguesia já tem problemas suficientes na área da mobilidade pedonal devido aos passeios estreitos.
Não podemos tolerar este tipo de abusos.
Solicito também à Polícia Municipal acções de fiscalização mais frequentes.
Cumprimentos,

FT





Passividade da Câmara e Polícia

Um carta já recebida há uns meses:

Bom dia,

No Domingo (30 de Maio) levei o meu filho ao Museu da Electricidade, mais especificamente ao evento do Dia Mundial da Criança. Fomos de comboio, pois para além de ele gostar muito mais do que carro, é muito mais cómodo e rápido. Mas mal chegámos à estação de Belém os problemas começaram. Não existem acessibilidades para carrinhos de bebé ou para pessoas com deficiência motora. O meu filho felizmente já não necessita, mas assisti a muitos pais desesperados para descerem ou subirem os carrinhos nas escadarias de acesso.

Quando chegamos ao fim das escadas, não conseguimos literalmente andar. Tudo à volta estava inundado de carros indevidamente estacionados, inclusive na ciclovia. Tivemos que nos deslocar entre os que lá estavam e muitos deles em andamento. Quando o meu filho me perguntou porque estava tanto carro alí eu respondi a verdade: nem todos são civilizados como nós e os polícias não querem trabalhar.


A minha observação não era desprovida de razão, pois não se via um único em toda a zona e mesmo se lá estivessem, duvido que tivessem feito algo, como é hábito no que toca ao estacionamento.


Os turistas por quem nós passámos estavam perplexos com o que presenciavam, concerteza habituados a meios mais civilizados.

É inadmissível que numa zona tão turística da cidade se presencie este tipo de atitude bárbara, ainda para mais sob o olhar cúmplice da autoridade. É impossível fotografar o que quer que seja sem que apareçam vários carros na foto, em contraste com as belas imagens da cidade sem praticamente carros que se vêem nos videos da TAP.


Das duas uma, ou a polícia faz realmente aquilo para que é paga ou encham os passeios de pilateres (devidamente colocados) e acabem com esta vergonha perante o turismo e desrespeito pelo peão. Existiam alternativas sim, eu fui numa, e muito sinceramente estou desgastado com esta cumplicidade e passividade da Câmara e Polícia com este tipo de atitude.

Cumprimentos,
CAV






Estacionamento ilegal provocou quase 900 horas de paragem na Carris

Só no ano passado a Carris contabilizou quase 1400 interrupções na circulação de autocarros e eléctricos, cuja duração média foi de cerca de 40 minutos, num total de 885 horas.



Na semana do Dia Europeu Sem Carros a TSF vai, esta segunda-feira, falar do estacionamento ilegal em Lisboa.

A TSF foi saber junto da Carris como é que a empresa e os utentes são afectados pelo estacionamento irregular de viaturas particulares.

Só no ano passado a Carris contabilizou 1359 interrupções na circulação de autocarros e eléctricos, cuja duração média foi de cerca de 40 minutos, num total de 885 horas.

Por causa das viaturas mal estacionadas na capital a frota da Carris tem uma paragem diária de duas horas, com um prejuízo médio de 400 euros. Em 60 por cento dos casos os eléctricos são os mais afectados.

Os dados da Carris, disponibilizados à TSF mostram que só no ano passado, foram autuados 9 300 condutores e pedidos 320 reboques.

Este ano, até final de Agosto, tinham já sido feitas 5500 autuações e 220 reboques.

O especialista em Transportes, José Manuel Viegas, considera que o estacionamento em segunda fila é um dos grandes problemas da mobilidade urbana.

Por este motivo, José Manuel Viegas defende que o estacionamento ilegal deve ser fortemente reprimido e controlado através de câmaras de vídeo.

Para além das segundas filas, o «caso limite é quando não se consegue mesmo circular, porque há estacionamento nas curvas» ou na linha do eléctrico, disse o director de operações da Carris, José Maia, segundo o qual em 2010 a empresa teve um prejuízo de quase meio milhão de euros. 

In TSF