e as motas?

O estacionamento de motociclos nos passeios é anterior ao fenómeno da invasão dos mesmos pelos automóveis e sempre foi tolerado, quer pelas autoridades, quer pela população.
Diz-se que ocupam pouco espaço… não incomodam.
Mas a realidade é outra, temos visto passeios completamente obstruídos por motociclos que são autênticas armadilhas para os invisuais.
Há testemunhos no blog de simpatizantes do PL a defenderem excepções para os motociclos.
Será aceitável?

Fotografia gentilmente cedida por um leitor,

por falar em ciclovias

Nesta foto, gentilmente cedida por um leitor, podemos observar três realidades:
1.ª realidade: Ciclovia criada no meio de um passeio, roubando o espaço dos peões;
2.ª realidade: Peões em amena cavaqueira no meio da ciclovia;
3.ª realidade: Automóvel a bloquear a ciclovia.
Quid iuris?

Os intocáveis de Algés

Contribuição de um leitor:
1ª foto - Aqui na paragem, os passageiros do machimbombo tomam conta do meu mais que tudo!
2ª foto - Segurança máxima? Claro, não sou multado! E ainda dou o exemplo que uma escola de condução deve dar!

3ª foto - Oh avôzinho, cuidado com a pintura!

4ª a 14ª foto - Na Av. da República e adjacentes é regabofe todo o dia!
15ª a 20ª foto - Até montamos zebras!
21.ª - Mas andam por aí uns malandros que andam de olho em nós. Por acaso até nem fica mal o novo autocolante que fizeram!

Colocação de pilaretes na Av. Alm. Reis

«Boa noite,
Hoje passei na Av. Almirante Reis em Lisboa e reparei que estão a ser colocados pilaretes ao longo do passeio Oeste, perto da Praça do Chile. Tirei uma foto, que segue em anexo. Todos os pilaretes da foto são novos, o passeio era antes usado como estacionamento durante a noite.
Cumprimentos»
Contribuição de um leitor,

Para que servem os passeios na Trv. de Santa Catarina

«Parece que, e cada vez mais, servem para tudo excepto para os peões circularem em segurança.
E isto acontece dentro de uma "zona de acesso e circulação condicionada" pela Emel.»
Contribuição de um leitor

carta de um munícipe

«Caro Antonio Costa

Trabalho na Avenida do Brasil e assisto ao inicio da construção de uma ciclovia sobre o passeio norte. tenho as maiores duvidas acerca da decisão de não interferir com a faixa de rodagem em detrimento de um passeio antes largo e seguro. Estou convencido de que e uma opção perigosa e de que vamos assistir a acidentes graves – esse passeio e percorrido pelos meus vizinhos na sua esmagadora maioria idosos, pelos utentes do parque de saúde ex Júlio de Matos sob o efeito diário de medicamentos que limitam consideravelmente a percepção, em suma, por grupos de risco para quem uma colisão pode significar a causa do fim de uma vida, ou uma diminuição grave da qualidade da mesma – e isto numa avenida com duas faixas de rodagem automóvel em cada sentido.

uma ciclovia oferece um piso apetecível para um peão, regular, liso e confortável, isento de mobiliário urbano, de paragens de autocarro, de caldeiras de arvores, de automóveis estacionados, uma trajectória linear e desimpedida. e uma escolha inteligente escolher o caminho mais fácil. Parece-me pois perverso este ‘presente envenenado’. um passeio e um plano de movimento complexo, onde pessoas se deslocam em ambos os sentidos de qualquer direcção, a diferentes velocidades, desviando-se e ultrapassando-se umas as outras sem aviso prévio, evitando trelas de cães, sacos e carrinhos de compras, crianças, pombos, entrando e saindo de edifícios, frequentemente com a atenção comprometida por chamadas de telemóvel, pelo jornal, pela conversa uns com os outros, em suma, e um domínio onde os graus de liberdade de movimento e a variação de velocidade são infinitamente mais complexos do que aqueles permitidos e praticados por um condutor num veiculo motorizado, ou não, numa faixa de rodagem. introduzir num passeio bicicletas, skates e patins em linha – penso que e razoável referir estas três utilizações, pelo menos – faz-me antever colisões potencialmente muito perigosas.

O passeio sul foi recentemente reduzido com estacionamento automóvel, o passeio norte sofre agora esta intervenção, e prossegue o estacionamento ilícito sobre os passeios apesar das campanhas pontuais de fiscalização, manifestamente insuficientes (pela primeira vez em 10 anos vi os passeios sem automóveis por breves momentos, uns dias somente, mas prossegue o estacionamento ilícito).

Para terminar, reconheço e aprecio outras acções e actividades iniciadas ao nível da promoção da qualidade e segurança dos passeios de Lisboa – nomeadamente o inicio da fiscalização do estacionamento ilícito (tem de ser progressivamente menos tímido, constante e inflexível; não podemos, por exemplo, ter agentes de uma qualquer policia de plantão numa esquadra, no interior de uma viatura, a acompanhar uma obra, a fazer uma ronda, sob o olhar de quem pareça normal estacionar sobre um passeio, e isto quando não são os mesmos em flagrante incumprimento), o alargamento de passeios (precisamos de eliminar definitivamente as faixas de calcada com ‘um palmo’ de largura, gostei de ver os passeios perto de São Bento a serem alargados), a plantação de arvores (os benefícios ambientais são um factor decisivo para a cidade).

com os meus cumprimentos,»
Carta de um leitor, enviada ao gab.presidente@cm-lisboa.pt, CC ao PL.

QUE TÍTULO DAR?

Note-se que se consegue ver, poucos metros à frente, um grande parque de estacionamento com lugares vagos, porém não é gratuito... que chatice, mais vale dar cabo da calçada, do pilarete e até da chapa do carro, do que pagar o parque!

workshop de mecanica auto

«Uma parte do passeio na Travessa de São Vicente, junto ao nº 11-A, é frequentemente usado como workshop de reparação de veículos automóveis.
Este arruamento tem forte fluxo de peões - alunos e familiares da Escola Voz do Operário, assim como turistas.
Enfim, é mais uma tipologia de abuso dos passeios de Lisboa»
Contribuição de um leitor,

Estacionamento ISCTE

«Muito boa tarde!
Estudo no ISCTE e conduzo uma scooter que, desde o inicio das aulas, consegui estacionar no lugar dos motociclos uma única vez.
O chão não está marcado a amarelo (ao contrário da maioria dos parques para motociclos), mas a sinalização vertical existe...no entanto, tal não será suficiente para demover os automobilistas que vêm aquele lugar como uma bela oportunidade. Geralmente são smarts a aproveitar o espaço, mas este superou as minhas expectativas!
Fica o meu contributo para o vosso blog!
Um grande bem haja pelo vossa iniciativa»
Contribuição de um leitor(a),

Vontade de chatear...